Cardápio Digital: Comodidade, Interatividade e Inovação na palma da mão do seu cliente

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Em tempos de pandemia, com o fechamento parcial de restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, bistrôs e similares, os proprietários estão precisando se desdobrar de várias maneiras para continuarem atendendo, mesmo de portas fechadas, sem poderem receber os clientes de forma presencial. A grande maioria destes estabelecimentos está apostando suas fichas no Sistema de Delivery com entregas a domicílio e também a possibilidade dos clientes retirarem seus pedidos no balcão, tendo como aliado principal em toda essa nova dinâmica o app queridinho dos brasileiros, o WhatsApp.

 

Se você é proprietário e está sempre buscando novas maneiras de atender o cliente com agilidade, cordialidade, segurança e presteza, precisa ampliar sua presença também no campo digital. Para isso é imprescindível apostar na nova ferramenta de Cardápio Digital. Utilizada em diversos restaurantes no Brasil e no mundo, o Cardápio Digital é uma plataforma avançada que permite dar mais autonomia aos clientes, pois que eles poderão acessar de qualquer lugar que estiverem e fazerem os pedidos para o seu estabelecimento. Além de poder conferir promoções, novidades, comparar itens, fazer observações, visualizar descrições, selecionar formas de pagamento, o cliente sentirá muito mais confiança e flexibilidade nesta nova interação, melhorando e muito o relacionamento do mesmo com o negócio em questão. Tudo isso é muito importante e essencial nestes tempos de isolamento social, em que todos nós estamos forçados a ficar em nossas casas, no intuito de controlar o avanço do Covid-19.

 

Sabemos que a maioria das pessoas que estão conectadas à Internet utilizam estes dispositivos móveis para realizar praticamente todas as suas atividades diárias, então, é preciso entender que essa ferramenta é de extrema importância para você dono de estabelecimento que sabe a real necessidade de seu público e também está atento as exigências tecnológicas de seus clientes. Seguramente o Cardápio Digital também será de grande utilidade quando os estabelecimentos reabrirem para atender os clientes de forma presencial. Os cardápios de papel já defasados, agora estão com seus dias contados, pois convenhamos que haverá muitas exigências por parte da vigilância sanitária de cada cidade, mas as principais ainda serão a utilização de máscaras, o distanciamento das cadeiras e mesas dentro dos restaurantes, a aferição de temperatura, os frascos de álcool gel espalhados por todos os ambientes e a eliminação de tudo que possa vir a ser um foco de contaminação, entre eles os paliteiros, saleiros, recipientes de azeite, vinagre, e por fim, o Cardápio (Menu) impresso.

 

Enfim, o Cardápio Digital trás enormes vantagens, não só para o estabelecimento, como para o cliente que terá todas as informações que desejar na palma da mão e fará o pedido com muito mais conforto, evitando assim qualquer falha dos garçons e mal entendidos. Como disse Torn Peters: “Para a empresa excelente, a inovação é a única coisa permanente.”

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

FACEAPP: OS PERIGOS ESCONDIDOS NESTE APLICATIVO

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Nestas últimas semanas você deve ter se deparado com notícias ou até mesmo imagens em redes sociais, um tanto cômicas de seus familiares, amigos e celebridades como uma nova versão no sexo oposto. Muitos entraram nessa brincadeira novamente utilizando o FaceApp, que viralizou recentemente com o filtro de “mudança de gênero”. Desenvolvido pela empresa russa Wireless Lab, esse aplicativo está dando o que falar pela segunda vez. No ano passado, quando o app bombou com seu filtro de envelhecimento, uma série de questões envolvendo a privacidade de seus usuários foram identificadas. Naquele momento a empresa esclareceu que os mesmos poderiam solicitar a remoção de dados da nuvem a qualquer hora, mas na realidade a história muda de sentido.

Especialistas em tecnologia alertam para os riscos de usar o aplicativo, pois o editor tem uma política de privacidade padronizada e não oferece efetivamente nenhuma proteção. A empresa declarou que utiliza “ferramentas de análise de terceiros” para auxiliar a medir o tráfego e as tendências de uso do serviço. O perigo real está justamente nesta análise de terceiros, pois que ao aceitar os termos de utilização do app, dados pessoais tais como fotos e outras informações são redirecionadas para empresas terceiras e armazenados em milhares de banco de dados. O app utiliza a tecnologia avançada de reconhecimento facial, que está muito difundida nos dias de hoje, inclusive para autenticação como senhas por meio de dispositivos pessoais. Este mesmo reconhecimento facial do usuário estará disponível a todos e pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal.

Acredite se quiser, mas até mesmo o F.B.I (Departamento Federal de Investigação dos Estados Unido) chegou a investigar o aplicativo após uma nota do senador norte-americano Chuck Schumer. Em uma carta endereçada a ele, o FBI disse que “considera qualquer aplicativo móvel ou produto similar desenvolvido na Rússia, como o FaceApp, uma ameaça potencial de contrainteligência”. Tudo isso aconteceu em dezembro de 2019.

Seguramente toda esta discussão vai longe. Usuários das principais redes sociais tais como Facebook e Instagram, também são “alvos” da tecnologia de reconhecimento facial, pois que estas duas plataformas utilizam este recurso para identificação de seus usuários. A dica aqui é ter muita cautela com suas informações na Internet de modo geral. Seja utilizando aplicativos, redes sociais, streaming e etc. Sempre leia atentamente os termos de utilização e preserve o direito da sua imagem na Web. Afinal, algumas licenças de uso são tão flexíveis e inseguras que os desenvolvedores podem alegar que você deu permissão para que eles enviem os dados para onde e quem eles quiserem.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Segurança Digital e os Perigos do Mundo Virtual

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Ao passo que dezenas, centenas e milhares de pessoas se conectam diariamente na Internet, muitas e muitas informações são trocadas a cada segundo no mundo virtual. Seja para pesquisar produtos ou serviços, fazer compras, transações bancárias, enviar e-mails, atualizar-se com conteúdos recentes em suas redes sociais, jogar, estudar, enfim, você estará realizando ações com inúmeros outros dispositivos de acesso à rede. Mas e como fica a sua segurança no meio de tudo isso? Já parou para pensar?

Imagine a seguinte situação: Você precisa de um programa de computador para converter um vídeo para um formato específico da sua televisão. Um amigo te envia um link para fazer o download do programa. Você fez download, instalou o programa e deu certo. No outro dia, ao ligar o computador você percebe que além do programa de conversão, foi instalado outro programa estranho sem o seu consentimento. Essa é uma prática chamada de Malware (uma junção de palavras – Malicious e Software). Geralmente são programas maliciosos que se instalam “sozinhos” e causam danos ao dispositivo (seja computador, celular, tablet, etc). É um tipo de vírus que altera as configurações e chega até a inutilizar o seu dispositivo. Já o Spyware é um tipo de Malware que uma vez instalado em seu dispositivo começa a recolher dados e informações do mesmo, para o fraudador que podem ser pessoais e confidenciais. Além disso, o Spyware também pode ser usado para monitorar qualquer atividade on-line. Veja até que ponto a sua segurança digital pode ser violada. É preciso estar atento a todas as ações para coibir ao máximo essas práticas criminosas e danosas no mundo virtual.

Para se prevenir é necessário estar muito atento aos links, mensagens e e-mails suspeitos que você recebe. Ao clicar em um link desconhecido de um Spam que você abriu na sua caixa de e-mail, na mesma hora o seu dispositivo pode ser contaminado. Em muitas das vezes aparece apenas uma tela em branco e nada mais. Por isso é preciso ter muita cautela. Apenas acessar e-mails confiáveis e que você tenha ciência do que se trata. Se atente ao endereço desses e-mails, tais como remetente e/ou destinatário. Se for algo relacionado com bancos, solicite apenas contato via telefone ou envio de mensagens por correio. Muitas das fraudes no mundo virtual são relacionadas a práticas do setor financeiro, tais como comércio eletrônico, transações bancárias e dados de cartão de crédito e/ou débito. Atualmente os criminosos não medem esforços para conseguirem os dados dos usuários e criam golpes mirabolantes a fim de atingir este objetivo. Quantas pessoas você conhece que já foram alvos de bandidos e tiveram o seu cartão clonado, ou até mesmo o aplicativo mensageiro invadido? A cada dia esse número só cresce.

Comece a adotar práticas seguras de suas ações na Internet. Para não ser um alvo fácil dos criminosos, utilize senhas fortes e difíceis de serem adivinhadas. Evite utilizar o seu nome seguido da seqüência numérica 1,2,3,4 (curiosamente as mais utilizadas pelos brasileiros). Nunca forneça seus dados a estranhos ou pessoas que não sejam de seu círculo de confiança. Por mais que a educação nos meios digitais seja uma preocupação recente, está mais do que na hora de encarar esse tema como um conjunto de ensinamentos básicos que precisamos aprender e transmitir para nossas famílias, amigos, colegas e conhecidos. As crianças e adolescentes também precisam entender de maneira ampla as práticas de crimes virtuais, uma vez que todas elas estão expostas ao mundo virtual, seja navegando na Internet, jogando ou estudando, principalmente na utilização de seus celulares. Os crimes virtuais e práticas nocivas tais como Malware, Spyware, Spam, etc, podem ter conseqüências graves, tanto para os menores de idade, como para nós. Lembre-se sempre: Segurança digital é igual segurança pessoal.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A importância do Atendimento On-line em Tempos de Pandemia

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Nunca antes na história o atendimento on-line foi tão evidenciado como agora. Em tempos de pandemia muitas empresas ao redor do globo estão entendendo que é preciso chegar nos clientes que não estão nas ruas, através de estratégias voltadas para Internet, utilizando canais de comunicação eficazes a fim de continuarem prosperando com seus negócios. O delivery é a palavra do momento para os empresários. Aplicativos de entrega de comidas viraram o centro das atenções, visto que a população está confinada em suas casas cumprindo a quarentena. Mas como fazer com que estas pessoas continuem consumindo? O apelo físico e visual ainda faz parte do processo de vendas, por mais que as lojas virtuais tenham toda uma sofisticação em demonstrar seus produtos on-line, muitas pessoas ainda se sentem mais confiantes e seguras ao comprar nas lojas físicas com atendimento presencial, do que no e-commerce.

 

Comércios em geral, shoppings centers, bares, restaurantes e serviços não essenciais estão sofrendo por terem que manter suas portas fechadas, sem saberem até quando irá durar este momento critico. Os serviços essenciais estão sofrendo também com movimento fraco e poucas vendas. Até mesmo postos de gasolina estão sendo forçados a reduzirem seus preços, diante uma demanda fraca. A economia definitivamente parou para alguns segmentos e o prejuízo aumenta a cada dia. É difícil prever o que ainda de pior poderá acontecer. Mas nem tudo está perdido. É preciso mais do que nunca priorizar o atendimento on-line, melhorar o relacionamento com os clientes e entregar mais do que promete.

 

A primeira coisa a ser feita é ampliar a presença digital. Grande parte das empresas, até mesmo as maiores organizações do país estão disponibilizando canal direto de atendimento com seus clientes e público através do WhatsApp, um dos aplicativos mais acessados no país. A utilização do smartphone virou a principal ferramenta das pessoas, que passam seus dias em suas casas, acessando sites, assistindo filmes, séries, utilizando as redes sociais, apps e conversando com seus amigos e familiares.

 

Apostar nas redes sociais com conteúdos (artes, fotos, textos e vídeos) que provoquem engajamento e conexão emocional com estas pessoas é uma estratégia bastante eficaz também neste momento, mas antes de tudo é preciso entender o comportamento do seu público-alvo. Compreender de forma analítica em que canal eles estão e mais utilizam. Existem usuários que estão de forma passiva nas redes sociais, mas também existem pessoas que estão de forma ativa procurando por produtos e serviços em sites de busca, tais como o Google, Yahoo, etc. O empreendedor, empresário, dono de negócio precisa entender que o Facebook e o Instagram são canais de venda eficientes, e que utilizados de maneira profissional podem gerar resultados excelentes. Diferente da TV e do rádio, não é preciso grandes somas e valores exorbitantes para anunciar. É possível começar investindo com R$ 50 e ir aumentando à medida que o seu negócio vai atingindo mais e mais visibilidade. A possibilidade também de utilizar Market-places para atingir determinados usuários também é válida e importante.

 

Invista sempre em Marketing Digital e saiba que todo este esforço fará uma grande diferença lá na frente, pois que na hora que tudo isso passar, a sua empresa estará mais bem estruturada e contornará as crises econômicas, saindo mais fortalecida e preparada para outros momentos de turbulência.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing –  Oliveiras Consultoria & Marketing)

Coronavírus: O mundo pede socorro

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Não podemos desmentir que a epidemia do novo Coronavírus está gerando pânico, medo, desespero, angústia e ansiedade em todo o mundo. Particularmente eu nunca vi uma coisa dessas. É de longe, uma das piores crises que a humanidade já enfrentou e está enfrentando. Nas últimas duas semanas, os prejuízos causados por esta pandemia já ultrapassaram a casa dos bilhões de dólares ao redor do globo. E já está sendo calculado um prejuízo ainda maior nos próximos meses. Bolsas de valores em queda, mercados desestabilizados, empresas fechando as portas, setores da aviação e turismo em colapso e o pior de tudo isso, os índices de mortes por conta do vírus não param de aumentar. O desafio das autoridades é gigante. Fazer com que as pessoas fiquem em suas casas, principalmente os grupos de risco é um verdadeiro dilema, pois que não se sabem ao certo qual será o tamanho da propagação do vírus e se existirá um contingente de médicos, enfermeiros e profissionais da saúde para dar conta do recado. O sistema de saúde do Brasil é um dos piores do mundo inteiro. Todos nós sabemos disso. Se a contaminação afetar grandes centros urbanos e também as periferias, será um verdadeiro caos nas unidades de saúde.

Será preciso um esforço enorme das pessoas em se prepararem para a pior das hipóteses, que é o que houve na China e está acontecendo na Itália. No primeiro país, o Coronavírus já está controlado, mas ainda gera preocupação, pois que pesquisas e estudos estão sendo realizados a fim de entender a estrutura deste novo vírus. Como ele foi gerado? Como foi introduzido na raça humana? Ninguém sabe ao certo responder estas questões. No segundo, as mortes já atingiram mais de três mil pessoas. Um número próximo ao da China (mais de três mil e duzentos mortos), país onde a pandemia se alastrou. A situação de calamidade pública está presente em diversos outros países, que decidiram fechar as suas fronteiras e estão se preparando para mais casos confirmados. Só que agora de contaminação comunitária, que ocorre entre pessoas do mesmo país.

No meio disso tudo, eu não me iludo e mantenho a minha serenidade, equilíbrio e otimismo. Temos que ser realistas diante da situação, pois é muito grave. Mas temos que entender que a pandemia é transitória. Podemos até fazer um comparativo do Tsunami (a onda monstruosa), que afetou a Indonésia em 2004. As pessoas não tinham noção do que viria a acontecer anos depois, quando o país entrou em uma forte crise financeira, desestruturando toda a cadeia produtiva do país e amargando-o em uma recessão terrível, mesmo com todas as ajudas vindas de outros países. Voltando para a nossa realidade, teremos também um “pós-Coronavírus” que, infelizmente será muito pior que a situação que estamos vivendo no momento. Por isso, temos que nos preparar ao máximo para o que ainda há de vir por conta de toda esta pandemia. Estamos ainda no começo da “onda”. Ela terá o seu ápice em torno de 20 a 30 dias e depois vai diminuir.

O mundo pede socorro. Nós temos que nos unir, ajudar um ao outro e mais do que tudo, aproveitar este momento em nossas casas para pesquisar, estudar, planejar e praticar novos costumes. Priorize as boas ações, novos hábitos saudáveis, as novas idéias e principalmente, novas estratégias, seja para o seu negócio ou para a empresa em que trabalha. Se você é empreendedor, empresário, profissional autônomo ou empregado, saiba que estamos todos no mesmo barco. Esqueça a palavra férias. Agora é a hora de termos muita fé, positividade, estrutura, equilíbrio e inteligência emocional para não nos abalarmos e mantermos firmes com um olhar para o futuro, para as novas gerações, para o cuidado e preservação do meio ambiente, dos animais e das nossas famílias, que são o bem mais valioso em todo o mundo. Parafraseando C.S.Lewis: “Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A importância de promover a liberdade ao seu colaborador e aumentar a sua produtividade

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Existe um velho ditado que diz assim: “Funcionário feliz produz mais”. Não sei quem foi o autor, nem quando foi criado, mas é a pura verdade. Nós sabemos muito bem a importância de manter o colaborador ou colaboradora motivado(a) e produzindo cada vez mais em prol do bem estar da empresa. O problema é que a maioria das empresas vive aquela velha cultura onde quem tem que se dedicar integralmente à organização é o funcionário e não o inverso. Salvo algumas mais inovadoras, tais como o Google e o Facebook, que acreditam na dedicação aos seus colaboradores e promovem espaços de lazer, relaxamento e passatempos interessantes para que eles se sintam em casa, mesmo no horário de trabalho, proporcionando uma melhor qualidade de vida, o bom convívio e, em muitos dos casos, tirando aquele peso das costas, e até mesmo toda a pressão envolvida nos cargos que ocupam.

De fato, isso ninguém pode discordar, o grande pavor das empresas é dar liberdade aos seus funcionários. Pelo menos aqui no Brasil. Muitas delas querem que seus colaboradores trabalhem focados em suas atividades, sem parar até mesmo para ir ao banheiro ou beber água. É ou não é verdade? Eu sei que é assim. Eu já passei por isso também. No tempo que eu era um colaborador, eu vestia a camisa da empresa e trabalhava muito. Eram oito horas ininterruptas. Oito horas que às vezes pareciam não ter fim. Mas quando acabava o expediente, eu era sempre tomado por um sentimento de liberdade que não dá para descrever. É nesse ponto que eu quero chegar. Promover liberdade para o funcionário não apenas no término do expediente, e sim durante. Não é deixa-lo(a) fazer tudo o que quer e muito menos realizar atividades que não tenham nada a ver com o trabalho em si. Lógico que, para cada função, é preciso estabelecer regras, afim de que o colaborador saiba o limite dessa ‘liberdade’. Não acredito que somente o tempo livre seja benéfico. Ele ou ela precisa aproveitar isso da melhor forma.

Vamos pensar em uma situação comum, como exemplo: O funcionário tem duas horas de almoço. Na primeira hora ele faz a sua refeição. Na segunda hora ele descansa, assiste a um filme, lê um livro, acessa seu e-mail e suas redes sociais. Bacana. Esse funcionário vai voltar para o trabalho depois dessas duas horas mais motivado do que se compararmos ao funcionário que tem apenas uma hora de almoço. Uma hora passa muito rápido. Mal conseguem fazer sua refeição. Como conseguirão acessar seus e-mails, redes sociais, terem tempo para o lazer e relaxamento? Por conta disso, o funcionário já volta diferente depois do almoço, com preguiça e a produtividade cai muito. Depois da refeição, a mente ainda está no processo de digestão. Por isso defendo a liberdade no sentindo de beneficiar não só o colaborador, mas a empresa que ele ou ela atua. Se pararmos para pensar é super vantajoso para os dois lados. Uma forma de incentivo que faz muita diferença.

Se você tem notado a falta de produtividade de alguns de seus funcionários, ou até mesmo se você for líder de equipe, considere sim fornecer um momento de liberdade para o colaborador. Seja uma hora de lazer, uma hora adicional de almoço, uma hora para estudar, para pesquisar algo relacionado com o trabalho ou função que ele exerce, etc. Pode apostar, a produtividade dele vai aumentar e a empresa só tem a ganhar com isso.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

INTELIGÊNCIA DE MERCADO: FERRAMENTA ESSENCIAL PARA VENDER MAIS E DESBANCAR A CONCORRÊNCIA

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A alta competitividade entre as empresas está cada vez maior no dia a dia. E o que as organizações estão precisando fazer para superarem as suas posições em relação à concorrência? Muitas delas já estão entendendo o significado e o poder que a Inteligência de Mercado, também conhecida como Business Inteligence, possui. Este novo departamento permite coletar, gerenciar e distribuir os dados de uma empresa para transformá-los em insights relevantes para a tomada de decisão.

Dispondo de técnicas e metodologias para captar um grande volume de informações e utilizá-los sobre determinados aspectos, a Inteligência de Mercado tem como objetivo principal entender as tendências comportamentais do consumidor; identificar as novas estratégias da concorrência; potencializar as vendas da empresa; estudar o perfil do público-alvo e o mercado de uma forma geral. Além de tudo isso, a Inteligência de Mercado também auxilia no suporte ao crescimento de um determinado produto ou serviço, e otimiza os processos internos do departamento comercial, fazendo com que a equipe trabalhe de forma a obter maior produtividade e melhores resultados em suas ações.

Para podermos entender melhor todo o contexto histórico desta nova metodologia, é preciso voltar um pouco no passado. Este termo foi utilizado pela primeira vez em meados da década 50, por Hans Peter Luhn, um renomado pesquisador. No artigo que escreveu intitulado “A Business Intelligence System”, o autor já propunha conceitos bastante avançados para aquela época, como a coleta de dados por meio de recursos de automação mediante uma linha de ação. Posteriormente, na década de 80, a metodologia começou a se espalhar juntamente com outras tendências tecnológicas. O advento da era da informação digital foi responsável por proporcionar uma capacidade de processamento de dados significativamente superior. Foi justamente nesse período que a relevância dos dados passou a ser mais valorizada e também começaram a surgir disciplinas como o gerenciamento de dados, engenharia de informação, modelagem de dados, análise de informações, entre outras.

Mas como funciona a Inteligência de Mercado na prática? Você deve estar se perguntando. Para utilizar essa estratégia como uma ferramenta capaz de potencializar as vendas de sua empresa e desbancar a concorrência, é necessário, primeiramente, entender o que deve ser feito com o grande volume de dados e informações coletadas que, por sua vez, são gerados de diferentes formas. O Big Data tem um papel importante nesta equação. Forte tendência dos próximos anos é o termo utilizado para se referir a enorme quantidade de dados gerados a cada segundo, e que tem por finalidade auxiliar as empresas em suas decisões. Mas será que é vantajoso ter uma grande quantidade de informações em mãos, mas não saber como lidar com elas?

Atualmente existem várias formas de geração de dados, o que torna para as empresas competitivamente vantajoso, já que são as informações que ela não tem dentro da organização, como aspectos comportamentais dos clientes, estratégias da concorrência, mídias sociais, entre outros. A partir dos índices coletados, o próximo passo é filtrar as informações obtidas que serão efetivamente importantes e relevantes para que as empresas alcancem as metas e objetivos traçados em seus planejamentos de negócios.

Para concluir não podemos nos esquecer em deixar claro um dos pontos de maior importância dentro da metodologia de Inteligência de Mercado: obter o máximo de conhecimento a respeito do próprio mercado de atuação. Mapear todo o espaço que a empresa ocupa e ter plena consciência a respeito das solicitações dos clientes é o maior compromisso que as empresas devem ter ao iniciar um departamento de Inteligência de Mercado voltado para aumentar seus resultados.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Papai Noel: A maior jogada de Marketing do Natal

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Se existe um símbolo natalino que resume todo o contexto desta época especial e remete boas lembranças em todos nós, sem duvida nenhuma, este símbolo é o Papai Noel. Esta figura mítica foi inspirada em um bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, tinha o costume de ajudar os mais pobres, deixando em suas casas pequenos embrulhos com moedas de ouro. Ao longo dos anos a imagem do bom velhinho retratada por Nicolau serviu de inspiração e até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno nas cores marrom e verde, e era descrito de várias formas, ora como um elfo, ora como um duende, ora como um santo, e entre outros.

Em 1823, o professor americano Clement Clarke Moore escreveu um poema intitulado: “The Night Before Christmas” (traduzindo em português: “Uma noite antes do Natal”), e solicitou que fosse publicado de forma anônima em um jornal. O poema fez grande sucesso e se tornaria um símbolo do Natal, principalmente na América do Norte. Infelizmente, o mesmo poema teve muitas controvérsias, pois o professor falava sobre um velhinho bochechudo que andava de trenó e entrava nas casas das pessoas pela chaminé para entregar seus presentes. No ano de 1863, Thomas Nast um cartunista americano criou a primeira imagem do Papai Noel, bastante semelhante a que conhecemos nos dias de hoje. Thomas também criou a lenda de que Papai Noel se veste de vermelho e mora no Pólo Norte. O trabalho do cartunista chamou bastante atenção e ilustrou a capa da revista americana Harper’s Weekly.

Somente em 1931 que o Papai Noel realmente ficou conhecido. E a Coca-Cola foi a grande responsável para que sua imagem e fama se espalhassem ao redor do mundo. A empresa de refrigerantes contratou desenhistas para remodelarem o Papai Noel, logicamente se baseando nas cores da marca, visando um maior impacto no público infantil e o aumento das vendas no inverno. Já nas primeiras ilustrações é notável ver o tamanho natural do personagem, o semblante alegre e a roupa vermelha com o cinto preto. Estampou revistas, outdoors, impressos em geral e balcões de lojas, influenciando os americanos a beberem Coca-Cola. Neste ponto podemos notar que a proposta do Papai Noel muda drasticamente e a “Força do Marketing” vem à tona, pois o grande objetivo da empresa, literalmente, era aumentar as vendas do refrigerante no inverno, mas o sucesso da campanha com o Papai Noel foi gigantesco, e fez com que a Coca-Cola passasse a adotar a imagem do Papai Noel como um dos símbolos principais da marca nos próximos anos, e o público-alvo a adotou como símbolo oficial do Natal até hoje. Foi ou não foi uma jogada genial de Marketing para o Natal?

Apesar de muita gente achar que a Coca-Cola foi a grande responsável em criar o personagem Papai Noel, na verdade como podemos entender neste artigo, a marca apenas remodelou sua imagem. Antes de 1931, o bom velhinho era caracterizado totalmente diferente. Após a primeira campanha bem sucedida, a Coca-Cola ficou com o mérito, pois além de criar o padrão universal, a companhia colocou a cereja que faltava no bolo: o gorro vermelho com pompom branco.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

VOCÊ ESTÁ PREPARADO(A) PARA A TRANSFORMAÇÃO TECNOLÓGICA?

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Ao passo que as industrias vão sentindo o impacto do desenvolvimento tecnológico, a sociedade como um todo também percebe os reflexos no dia a dia, seja na redução da jornada de trabalho, na diminuição das ofertas de empregos, das dificuldades de manter um negócio ativo, na obtenção de lucratividade, e uma série de outros fatores que estão mudando drasticamente todos os setores do mercado. A crise econômica também é um reflexo negativo das transformações tecnológicas, pois que diariamente muitas e muitas pessoas, no mundo todo, estão perdendo suas funções para sistemas automatizados. Em outras palavras, para os robôs.

Estudos estão sendo feitos e já estão comprovando que inúmeras ofertas de emprego vão deixar de existir. Até 2025 funções tais como Operador de telemarketing, Subscritor de seguros, Agentes de crédito, Operador de caixa, Digitalizador de documentos, etc, podem deixar de existir por conta da tendência de automação e da simplificação dos processos nos meios digitais. E acredite se quiser, até a função de Árbitro de partidas desportivas está com seus dias contados. Com a introdução da tecnologia nos esportes para fins de apuração de resultados, tais como o VAR (Árbitro de vídeo), não haverá a necessidade de existir um Árbitro de carne e osso.

A verdade é que muitas transformações tecnológicas já estão ocorrendo. A mudança de paradigma está afetando diversos setores. O que vimos até agora é só o início de todo um processo complexo, pois que não é somente o problema da falta de profissões, mas também desmaterialização de produtos e serviços que passarão a existir no universo digital. E o próximo passo depois disso tudo será a unificação das inteligências artificiais que se basearão em volumes gigantescos de dados (Big Data), que inclusive irão alimentar estas inteligências. O setor financeiro já saiu na frente e está utilizando alguma destas tecnologias a favor de seus interesses. Não é de se espantar a cada dia surgir um aplicativo com todas as funções de um banco convencional, só que na palma da mão do usuário. Isso já está acontecendo e o mais assustador disso tudo é que estamos ficando cada vez mais confinados e obrigados a utilizar nossos smartphones, a todo o momento para resolver todos os tipos de tarefas. Com o advento da Internet das Coisas, tudo será controlado a partir dos dispositivos móveis e programados de acordo com a necessidade dos usuários. É bem provável que teremos microondas, geladeiras e fogões tão inteligentes que ao apresentarem falhas de funcionamento, os próprios sistemas internos destes aparelhos farão reparos, afim de consertá-los e reutilizá-los.

Para que possamos enfrentar as transformações tecnológicas da melhor maneira possível, uma das melhores soluções de lidar com tudo isso é investindo em formação especializada, que entenda essa nova dinâmica. Infelizmente no Brasil formamos muitos menos profissionais de áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática do que precisamos. Estima-se que até 2022, a indústria vai criar algo em torno de 450 mil vagas na área de tecnologia da informação. Mas somente 250 mil profissionais estarão formados até lá. A diferença de 200 mil profissionais é muito grande, e provavelmente não vamos conseguir suprir isso. Se fizermos um comparativo com a China, de oito milhões de pessoas formadas, em torno de cinco milhões estão nessa área. É uma baita diferença. O nosso país está muito defasado. É um problema que precisa ser resolvido o quanto antes.

Sendo assim, as transformações tecnológicas devem prover a cada dia, novas resoluções de problemas para um mercado em constante evolução, de maneira sucinta e pragmática, criando novas possibilidades ao negócio, sempre orientada pela visão do cliente, que está no centro de tudo. Com isso, a transformação tecnológica deve utilizar não só a área de tecnologia, engenharia e matemática, mas também toda a cadeia de valores para criar a cada momento serviços e produtos a fim de suprir uma necessidade que virá com as novas gerações. Já dizia o visionário Steve Jobs: “A tecnologia move o mundo”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

‘DEEPFAKE’ E OS RISCOS DA MANIPULAÇÃO DA FACE HUMANA ATRAVÉS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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Andam circulando pela Internet vários vídeos e registros em filme, de uma tecnologia denominada ‘Deep Fake’. Em português pode ser traduzido para algo do tipo profundo falso ou profundamente falso. Para você que ainda não está a par desta onda tecnológica, o Deep Fake é uma ferramenta que permite a edição e manipulação da face humana utilizando-se de recursos de Inteligência Artificial e outras técnicas avançadas de programação para produzir rostos de qualquer pessoa, inclusive celebridades em vídeos, com movimentos labiais, expressões faciais sincronizadas e outro detalhes, sendo bem impressionantes aos olhos dos expectadores.

A tecnologia é capaz de gerar identidades falsas criadas com o deep learning (aprendizagem profunda, por meio de grande quantidade de dados), combinada a uma técnica de síntese de imagem humana baseada em rostos e expressões. Todas essas junções transformam imagens e fotos pré-digitalizadas em vídeos de uma forma bem convincente. Quando me deparei com um destes vídeos, me lembrei daquele filme famoso de ação / ficção ‘A Outra Face – Face Off’ (1998). Nele os protagonistas trocam de rostos, literalmente, por meio de um processo cirúrgico avançado da época que faz com que o agente do FBl, interpretado pelo ator John Travolta, troque de rosto com o ator Nicholas Cage, que interpreta um criminoso terrorista, a fim de se infiltrar na gangue e obter informações valiosas a respeito de uma bomba que está programada para explodir em determinado local onde a historia acontece. Se pudéssemos voltar no tempo e apresentar a ferramenta Deep Fake para os produtores do filme, eles sem duvida alguma, ficariam de boca aberta, pois que os vídeos disponíveis na Internet com algumas brincadeiras de usuários, realmente chegam a assustar, pelo tamanho poder da ferramenta. Inclusive, em uma destas brincadeiras selecionaram uma cena do filme ‘O Exterminador do Futuro 2 – Terminator II’ onde o ator principal Arnold Schwarzenneger entra em um bar para conseguir roupas, e trocaram o rosto dele pelo do ator Sylvester Stalonne. A edição final ficou surpreendente, por não transparecer falhas. Quer dizer, existe apenas uma falha aparente em quase todos os vídeos Deep Fake que circulam na rede e que pude assistir: os protagonistas quase não piscam os olhos.

A grande problemática desta tecnologia é a respeito de utilizá-la para o mal. Infelizmente após o lançamento de apps capazes de automatizar o processo de manipulação e edição, surgiram dezenas de vídeos adultos “estrelados” por atrizes e artistas como Gal Gadot, Taylor Swift, Selena Gomez, etc. Artistas, atrizes, e nomes que, obviamente, não fazem filmes deste gênero. É importante salientar que a Internet e a indústria do entretenimento declararam guerra contra o Deep Fake, inclusive taxando os usuários que criam os vídeos falsos e os que os compartilham como criminosos, e o ato em si já é tratado em muitos lugares como crime digital, inclusive no Brasil. Outra questão que está sendo levada muito em consideração é a respeito de partidos políticos que, propensos ou não a apelar para o Deep Fake, podem prejudicar adversários em campanhas eleitorais, além de gente maldosa que queira utilizar a ferramenta para denegrir a imagem e caráter de outros cidadãos comuns. Pode ser inclusive, inevitável no futuro.

Para concluir, acredito que toda tecnologia hoje disponível para os seres humanos deve ser utilizada para o bem. Para ajudar o planeta, para ajudar os mais necessitados, e logicamente para ajudar a evolução da nossa espécie. Porém, a melhor atitude a fazer perante as ferramentas que estão surgindo, como é o caso do Deep Fake, é evitar o compartilhamento massivo de vídeos pessoais com gente que você não interage, ou não conhece. É bom também se precaver e não hospedar vídeos pessoais em redes sociais de forma pública. Tudo o que você puder fazer para dificultar o trabalho de algum especialista em manipulação e edição de vídeos será para sua total segurança. Lembre-se que a Internet é um terreno onde as leis ainda não estão 100% regulamentadas, e se caso você for vítima de algum hacker, colete todas as informações necessárias e procure as autoridades imediatamente.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)