Como podemos minimizar o problema das ‘Fake News’?

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Sem dúvida, um dos maiores problemas que a sociedade moderna está atualmente enfrentando na utilização das novas tecnologias aliadas à Internet, são as ‘Fake News’. É bem provável que você já deva ter sido vítima. Por mais cético(a) ou incrédulo(a) que possa ser, para algum determinado assunto, você pode ter caído ‘feito um patinho’ em alguma notícia falsa ou boato. Seja nas principais redes sociais (Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter) ou em aplicativos mensageiros (Whatsapp, Messenger, Hangouts, etc), estamos sempre em contato com esse tipo de informação inválida, que muita das vezes é deturpada e nociva. Desde de casos de acidentes, falecimentos de artistas, celebridades ou personalidades que na verdade não se acidentaram ou morreram, até mesmo notícias envolvendo escândalos na política, no governo, esporte, entretenimento, e etc. E o maior problema disso tudo é compartilhar tais notícias falsas com os seus amigos, familiares, colegas de trabalho, sem ao menos identificar a fonte e se realmente é uma noticia verdadeira. As ‘Fake News’ estão causando uma série de problemas e confusões em diversos países, tendo inclusive afetado e muito, uma das maiores redes sociais do mundo, o Facebook. Com o escândalo do vazamento de informações e dados pessoais de usuários, também se identificou a utilização de ‘Fake News’ para favorecer candidatos ao posto de presidência em países de primeiro mundo, entre outros favorecimentos inválidos, no meu ponto de vista. E como podemos fazer para minimizar essa problemática?

Antigamente, antes mesmo do advento da Internet, a grande maioria das pessoas consumia notícias pelos jornais, revistas, rádios e a televisão. Quem aqui não ficava ansioso(a) ao ouvir o famoso ‘jingle’ do Jornal Nacional? Naquele momento, era, talvez o maior referencial que tínhamos para formar uma opinião a respeito das notícias que estavam sendo reportadas. Mas será que mesmo naquela época já não existiam as ‘Fake News’? Sabemos que o modelo tradicional de jornalismo também é falho. Alguém se lembra do Caso da ‘Escola Base’? A imprensa destruiu a vida dos envolvidos em um dos maiores erros da sua história. Foi no ano de 1994, quando os donos de uma escola infantil foram acusados de abuso sexual de crianças, virando a atração principal nos programas de TV, capas de revistas e jornais. Meses depois ficou provado que eles eram inocentes. O processo foi arquivado, mas o estrago estava feito. Para não repetir casos como o da Escola Base, e minimizar o problema das ‘Fake News’, a imprensa precisa reforçar as fontes de informação com uma apuração competente. É importante também desconfiar das versões oficiais e ter máxima isenção possível. O repórter deve ter em mente que o seu trabalho não é o de julgar ou condenar alguém, por mais que em algumas situações possa ser tentador. O jornalista com um microfone ou uma caneta na mão tem uma arma que pode servir tanto para construir como para destruir vidas. E as empresas de notícias precisam continuar esclarecendo e divulgando seus propósitos de maneira ética e transparente. Os consumidores de notícias também devem fazer a sua parte, para que não seja propagada a divulgação de notícias falsas prejudicando pessoas e empresas. O próprio Facebook desenvolveu um recurso para atuar contra as ‘Fake News’, permitindo que os usuários identifiquem tais notícias e denunciem imediatamente. Todo esforço é válido para combater esse mau que assola o nosso dia a dia. Para concluir, uma frase de Gabriel Garcia Márquez: “A ética deve acompanhar sempre o jornalismo, como o zumbido acompanha o besouro”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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Black Mirror e o Retrato da Sociedade Moderna

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Se você atua nas áreas de engenharia, tecnologia, design, vendas, comunicação, marketing, recursos humanos, administração, saúde, direito e negócios, já deve ter ouvido falar, ou até mesmo assistido a um dos episódios desta polêmica e perturbadora série. Transmitida pela primeira vez na emissora Channel 4, no Reino Unido, em dezembro de 2011, rapidamente recebeu aclamação da crítica e aumento de interesse internacionalmente, sendo comprada pela Netflix em 2015. A série é uma antologia de episódios e temas obscuros que satirizam e examinam a sociedade moderna, sempre com histórias e atores diferentes, abordando aspectos possíveis e influências negativas da tecnologia na vida de cada um.

Desenvolvida por Charlie Brooker, que disse que se tratando do conteúdo e da estrutura da série, “cada episódio tem um elenco diferente, um cenário diferente, até mesmo uma realidade diferente”. Ao assistirmos alguns episódios, temos uma visão inacreditável de como as novas tecnologias podem ser um desastre para as pessoas, se não forem utilizadas de uma maneira correta, com muito bom senso e discernimento. E o que mais chama atenção na série, é que algumas das tecnologias já estão em uso nos dias atuais, e conseguimos fazer um paralelo de como as mesmas estão nos afetando. Temos como exemplo o episódio “Nosedive” (Queda Livre), em que a personagem Lacie, uma jovem bonita e de bom nível social, cultiva relações falsas, onde pessoas classificam suas interações realizadas de forma pessoalmente e online, em uma escala de cinco estrelas. A obsessão dela em obter uma escala maior do que já possui a leva ao fundo do poço literalmente. Outro episódio que causou grande controvérsia foi o de “Crocodile”, onde o passado cruel de uma arquiteta famosa volta para assombrá-la, enquanto uma funcionária de uma empresa de seguros interroga pessoas sobre um acidente com uma máquina de memória. Em “Arkangel”, uma mulher investe em um dispositivo móvel que lhe dá permissão de acompanhar sua filha, desde os primeiros anos de vida e em todos os momentos, inclusive gravando e registrando todos os seus passos.

O que todos estes episódios da série Black Mirror tem para nos ensinar? Muitas lições, reflexões, lembranças, ideias e novos pensamentos. Até incluiria, novos julgamentos. Sabemos que são histórias e nada daquilo é verdade. Mas é um “faz de conta” muito bem produzido, diga-se de passagem, e que “vende” a ideia de que dia após dia, as tecnologias estão mais próximas e mudando drasticamente a maneira como nos relacionamos e vivemos. Saber distinguir o que é bom do que é prejudicial sempre será uma grande atitude por parte das pessoas ao utilizarem a tecnologia a favor delas próprias e também dos outros. O indivíduo sabe que mesmo com todas as mudanças que estão ocorrendo, é preciso se manter atento, ao que realmente traz benefícios a todos. O progresso é inevitável e as tecnologias estão provando isso. Mas nem todos estão dispostos a relacionar a tecnologia ao bem da população. Por isso, para concluir, faço das palavras de George Bernard Shaw, minhas palavras: “É impossível progredir sem mudança, e aqueles que não mudam suas mentes não podem mudar nada”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Facebook: Herói ou Vilão

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Ultimamente tenho lido diversas pesquisas e estudos indicando que o Facebook está com a popularidade em declínio. Será? Dizem que seus usuários estão perdendo o interesse na rede social, principalmente por causa de questões ligadas à privacidade e publicidade. No entanto, a verdade é que esses mesmos usuários, em um momento de desgaste ou apatia, acabam migrando para outras redes sociais, tais como Instagram, Twitter, etc, afim de por um período se ausentarem de toda aquela quantidade de informações. Mas será que realmente é vantajoso? Todas as redes sociais são compostas de informações maciças, a todo instante. Será que o problema é só o Facebook? Tenho acompanhado, nestes últimos meses, comentários de usuários reclamando e denegrindo a rede. Alguns dizem que saturou, que a dinâmica do ‘feed’ já não é mais a mesma, que é preciso mais engajamento em anúncios patrocinados, e por aí vai. No meu ponto de vista, o Facebook passou a ser uma rede “poluída” de informações. E ninguém gosta de poluição, certo? Errado. Existem pessoas que gostam desse tipo de “poluição”. É uma rede social pública e gratuita. Não existe nenhum controle do que as pessoas e as empresas compartilham. Você pode até não gostar do Facebook, por um motivo ou outro, mas em nome da boa convivência e da harmonia do ambiente digital, é possível ignorar posts alheios, para nos sentirmos melhores. Talvez você não saiba, mas o chato na história também pode ser você. Afinal, ninguém está livre de defeitos e ‘posts’ de gatinhos engraçados ou ratinhos tomando banho. A rede social mas acessada no mundo veio com uma proposta inovadora para que as pessoas possam compartilhar gostos, interesses e ideias. Alguns utilizam se bom senso, e outros não. A ferramenta é útil, funcional e prende a nossa atenção, isso ninguém pode negar. Dizer que o fim do Facebook está próximo, eu acredito que ainda vai demorar muitos anos até a plataforma “sumir”, como foi com o Orkut em tempos atrás. O que temos que levar em consideração é o público que acessa essa plataforma, que passou a ser pessoas com mais de 30, 40 anos. A chegada da geração Millennials (nascidos entre 1980 e 2000) é relevante nos dias de hoje e se tornou o foco principal das empresas, pois é a geração que mais consome. Seja nos shoppings, restaurantes, supermercados, centros comerciais, feiras e eventos, a geração Millenials também está fortemente presente nas redes sociais, e principalmente no Facebook. Por isso, faço uma ressalva antes de concluir este artigo. Devemos utilizar as redes sociais, principalmente o Facebook com bom senso e da melhor forma. Ao compartilhar conteúdos interessantes e inteligentes, estamos ajudando não só nós mesmos, como os demais. Deixe os vídeos de gatinhos engraçados e ‘gifs’ animados para o Whatsapp, nos grupos da família, etc. Acho válido separar uma coisa da outra. Lembrando que tudo em excesso é prejudicial. O Facebook nasceu com uma missão e visão de ser uma rede social importante para as pessoas e a comunidade. Nasceu com um propósito de ser uma ferramenta de uso social, com recursos impressionantes, e dando voz à liberdade de expressão. Não podemos deixar essa rede social cair em desuso por falta de criatividade e ignorância dos usuários. Vamos utilizá-la com inteligência.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Sucesso Financeiro x Sucesso Comercial

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“Um terço das empresas brasileiras estão com problemas financeiros, diz um recente estudo do Serasa”. Esse título foi extraído da matéria que saiu no site da Folha de S. Paulo, em outubro do ano passado. E é um problema sério que está sendo enfrentado por 1 a cada 3 empresários no país. Este alto percentual de empresas, com problemas, se deve em grande parte, à situação econômica ruim da economia brasileira, somada à má administração dos donos dos negócios, que geralmente são das classes A e B e que possuem rentabilidade baixa. Mantém-se no mercado, pois utilizam as economias de seus proprietários, e acarreta em uma estabilidade financeira, pois ao se misturar o dinheiro do dono com o do negócio, o empresário sente que sua empresa está fragilizada.

A grande diferença entre Sucesso Financeiro x Sucesso Comercial já parte desse ponto, em que temos como exemplo, empresas que existiram há muito tempo, tais como Mesbla, Arapuã, Compaq, etc, e que foram “gigantes do mercado”, mais por uma péssima administração, todas foram à falência. Tiveram sucesso comercial por um período, e não sucesso financeiro. O sucesso financeiro depende de alguns detalhes. O primeiro deles, sem dúvida, é o planejamento. Planejar é essencial para o sucesso de qualquer empresa. Você não conseguirá aumentar suas vendas sem a utilização de técnicas importantes para identificar devidamente o perfil de seu cliente. É preciso preparar-se para enfrentar a concorrência, que em muitas das vezes se faz desleal. Outro passo necessário é a otimização de recursos e investimentos. Pense nisso: adiantará ter um lucro satisfatório se os gastos e aplicações não forem bem administrados? Sei que é um desafio muito grande controlar dia após dia, tudo o que acontece em uma empresa, mais o dono do negócio que possui boa gestão financeira e visão estratégica de negócios, irá garantir a sobrevivência da mesma. O sucesso comercial também é de extrema importância, já que é medido através do grau de satisfação do público. O atendimento exemplar e o foco ao consumidor, hoje mais do que tudo está sendo levado muito a sério. O consumidor evoluiu e hoje tem voz ativa. As empresas precisam estar atentas à percepção de seus clientes. O futuro de todas as empresas depende desse alinhamento entre todas as áreas, principalmente a da qualidade do atendimento.

Para concluir o raciocínio, uma frase do Ayrton Senna diz tudo: “Na adversidade, uns desistem, enquanto outros batem recordes”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Bem-vindo as Cidades Inteligentes

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Imagine estar em uma cidade em que não exista trânsito, poluição, violência e lixo nas ruas. Este é o objetivo das cidades inteligentes. O termo Cidade Inteligente (em inglês – Smart City) é um conceito que já existe em Dubai, Malta e Kochi. Neste paradigma podemos enxergar serviços e infra estrutura interligados e eficientes, tornando a cidade mais inteligente pela utilização de tecnologia de ponta para melhorar a convivência urbana entre a população e se tornar uma cidade melhor de se viver. A cada momento surgem ideias realistas e inovadoras na intenção de transmitir uma espécie de movimento entre as pessoas, em prol de um novo ideal que irá ajudar cada indivíduo separadamente e ao mesmo tempo, o todo. Temos por exemplo à utilização de aplicativos (apps) para smartphones que promovem serviços importantes e necessários no dia a dia, tais como para uma melhor mobilidade urbana, que vem se moldando em vários formatos distintos, mais unicamente benéficos. Aplicativos de táxi, carona, ônibus e até de bicicletas existem aos montes e já se tornaram um hábito do brasileiro como alternativa do transporte público caótico. Como disse, na cidade inteligente não existe trânsito. A falta de controle de veículos, os projetos feitos por prefeituras, em muito dos casos, incompetentes e desnecessários são algumas das maiores causas desse problema. Não iremos conseguir resolver isto com altos investimentos de verba pública, mas sim com imaginação e idéias inteligentes.

Quando eu penso no futuro, eu me lembro do filme: ‘De Volta para o Futuro II’ (1989) e como foi o impacto do personagem Martin Mcfly ao chegar no futuro fictício (2015) e enxergar uma realidade totalmente diferente que ele vivia em 1985. No futuro que é apresentado no filme vemos carros voadores na cidade fictícia de Hill Valley, com pequena ou quase nula emissão de poluentes. A poluição é uma das maiores causas de morte por conta de problemas respiratórios. Na China, a poluição já atinge mais de 700 milhões de pessoas. Precisamos criar recursos para combater essa questão no Brasil, por meio de apps indicadores e sensores de níveis, com métricas e análise de amostras da emissão de poluentes, não só dos veículos, mas também de indústrias e fábricas. No filme, as pessoas não vão até a lata de lixo. É a lata de lixo que vai até as pessoas. Praticamente tudo é reciclado, o que gera uma enorme economia para a extração de recursos naturais e menor impacto ambiental. O Marketing Verde no filme é levado bem a sério. Os animais de estimação passeiam nas ruas por meio de uma coleira autônoma robotizada, entre outros exemplos de tecnologia. Isso é a Internet das Coisas, que promete causar uma revolução em todos os setores do mercado. A cidade do futuro também apresenta um quadro diferente para a questão da violência. No filme os criminosos são julgados em poucos minutos por uma corte marcial, e inclusive, na cena nós vemos uma espécie de ‘drone’ registrando o momento da prisão. O sistema prisional de nosso país já é um dos maiores do mundo, apresentando altos índices de superlotação. Muitos detentos vão para a cadeia sem um julgamento coerente. E isso também deve ser reformulado.

Para concluir, nas cidades inteligentes, os relacionamentos das pessoas são mais consistentes no sentido de ajuda mútua e não competitividade. Hoje em dia, vivemos uma concorrência feroz em tudo o que realizamos. No trabalho, com a família e com os amigos. Precisamos priorizar a prosperidade, a qualidade de vida e a segurança. Ao sermos mais solícitos uns com os outros, sem dúvida iremos alcançar mais rapidamente essa realidade tão sonhada das cidades inteligentes.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A Arte de Empreender em Tempos de Crise

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O que você pensa quando ouve a palavra ‘empreendedorismo’? Talvez você pense em desafios, incertezas, responsabilidades, compromissos, trabalho árduo, e por aí vai, certo? O termo empreender vem do francês ‘entrepreneur’ e quer dizer aquele ou aquela pessoa que assume um risco e começa algo novo. Os primeiros indícios de que alguém começou a assumir riscos e investir em algo novo foi no século XVII, onde os empreendedores tinham acordo contratual com o governo para realizar a produção de seus produtos e serviços. No Brasil, somente em 1981, o desenvolvimento da atividade de empreendedorismo surgiu na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas e passou a ser direcionado para o estudo da Formação Empreendedora dentro do Curso de Graduação em Administração.

Para que um indivíduo comece a empreender, é de extrema importância que ele tenha disposição e a capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos e serviços com iniciativa e comprometimento. Temos que levar em consideração também à questão do estudo, pois é o estudo que fornece a base teórica para que este indivíduo saiba conduzir sua empreitada de forma consistente. E tudo isso ainda não é o suficiente para que tenha sucesso. Empreender vai muito além de uma simples função diária de realizar o trabalho com vontade e paixão pela área de atuação. Empreender se tornou uma Arte e o empreendedor se tornou um artista. Ainda mais nos dias de hoje, com uma crise econômica instalada em nosso país e que está causando uma ruptura nunca antes vista nas relações entre empregado e patrão. Com a alta taxa de desemprego, a população em geral vive um dilema. Batalhar um novo emprego ou se tornar empreendendor(a)? Esta dúvida que paira na cabeça dos brasileiros, gerando incertezas e receio, é até uma coisa normal. Todos queremos estabilidade, seja no trabalho, na família, nas relações interpessoais, com os amigos, etc. Só que atualmente, esta estabilidade é uma ilusão, e uma realidade difícil de encarar. Infelizmente tudo o que realizamos em prol da empresa que estamos empregados chega ao fim no desligamento da função e despensa da mesma. Por isso afirmo, por experiência própria que ao se tornar empreendedor, mesmo com uma dificuldade de iniciar, você prova para você mesmo que é capaz de realizar muito mais. É um desafio que te move para almejar e conquistar seus objetivos e metas, sem ter que se reportar a um superior ou chefe. Você irá se reportar unicamente para si. Acredite, todo o esforço valerá a pena se for feito com determinação e em prol da sua consistência no mercado. Independente da área que você goste, faça um bom trabalho. Exceda todas as expectativas com esforço, garra e seja um exemplo de profissional. Como disse Walt Disney: “Se você pode sonhar, você pode realizar”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A Batalha das Empresas nas Redes Sociais

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Sabe-se que hoje a comunicação é fundamental para que uma empresa tenha sucesso; pois a importância e a eficácia de se comunicar de forma correta e consistente com o público-alvo é determinada por uma série de fatores que incluem o marketing e a estratégia adotada para que a mesma tenha resultados nas ações que irá tomar no ambiente digital. E as redes sociais, se resumem, nos dias de hoje nesta frase: uma batalha feroz entre as empresas por atenção a todo o momento. É ou não é, verdade? Se a sua empresa está disposta a entrar nessa batalha para ganhar, precisa das ‘Ferramentas’ e das ‘Armas’ necessárias para obter sucesso em meio a tanta informação, o tempo todo que até parece não ter fim. Toda empresa precisa saber que as redes sociais significam um canal direto com o público, com direito ao contato através de mensagens, comentários, curtidas, compartilhamentos e também avaliações e depoimentos. Para que uma empresa atenda de forma eficaz esse público, sem dúvida nenhuma, precisa contar com um profissional, ou uma consultoria que entenda muito bem de atendimento ao público, que conheça e saiba a arte de vender, tenha curadoria em conteúdo relevante, tato e faro para identificar o tipo de público que estará sujeito a curtir e seguir a página de fãs do tipo de negócio.

A verdade é que as redes sociais estão causando uma verdadeira revolução, não só tecnológica nas pessoas mais com uma ideologia totalmente fundamentada no fato de ser um ambiente virtual de fácil acesso, em que os usuários ganham a liberdade de dizer o que pensam, pois nas redes sociais temos que levar em conta a facilidade com que as pessoas trocam informações umas com as outras através de publicações, mensagens, vídeos ao vivo, imagens e outros recursos. As empresas também precisam acompanhar essa troca de informações e estarem antenadas com o que o seu público-alvo está dizendo. Foram feitos estudos impressionantes que apontam 88% das empresas brasileiras estão nas redes sociais, e isso lá no ano de 2013. Alguns mais recentes dizem que as redes sociais diminuem em até 25% a produtividade no trabalho. O fato é que algumas empresas ainda têm medo de estarem presentes no ambiente virtual. Seja por conta do que vão falar, classificações positivas ou negativas, exposição, etc, as redes sociais resumem a revolução da tecnologia e comunicação nos dias atuais e são inevitáveis, nós sabemos disso. Para concluir, faço das palavras de Zoccarato, minhas palavras: “A evolução é para todos, porém poucos fortes alcançam”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Nunca é tarde para aprender algo novo

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Você já deve ter ouvido ou lido o título deste artigo em algum lugar, certo? Digo isso porque eu já li e ouvi, muitas e muitas vezes. A necessidade que cada ser humano tem de aprender coisas novas é incrível. Algumas pessoas confundem esse sentimento com a ansiedade. Mas me diga, não é bom sentir ansiedade quando se está prestes a aprender algo novo? Seja dirigir um veículo, um novo idioma, aprender um instrumento musical e etc. Nossa vontade de aprender está ligada ao nosso gene e isso fez toda a diferença, inclusive nos tempos das cavernas, quando os primeiros seres humanos que habitavam a terra ainda estavam em fase de adaptação e lutando (literalmente) para sobreviverem. Para que eles tivessem sucesso em suas caças e também na fuga contra animais perigosos, nossos antepassados aprenderam a comunicação, desenvolveram estratégias de ataque juntamente com o trabalho em equipe. E é por isso que aprender também faz parte de nosso convívio social. Quando crianças somos colocados na escola com o simples intuito de aprender e fazer amizades. Já nos primeiros anos de ensino começamos a entender que o aprendizado sempre estará conosco, em todos os momentos de nossa vida. Tanto que, as crianças que mais se destacam, são aquelas que sentem prazer em aprender. Várias pesquisas já confirmaram que crianças desinteressadas, quando se tornam adultas ganham menos dinheiro. O interesse em aprender, não cabe apenas ao professor, e nem aos pais, cabe muito mais ao indivíduo, que ao reconhecer essa poderosa forma de “crescer na vida”, irá tirar proveito do jeito que achar melhor.

Por isso digo que aprender algo novo nunca será tarde, para ninguém, seja criança ou mesmo uma pessoa na terceira idade. Muitas inclusive, dizem a mesma frase: “Não posso… Agora estou com outros problemas… Estou muito velho(a) para isso…” e por aí vai. Algumas das pessoas mais influentes do mundo, só fizeram sucesso depois da meia-idade e idade avançada. Vicent Van Gogh, um dos pintores mais aclamados no mundo, até os 27 anos só desenhava. Samuel L. Jackson, um dos atores mais bem pagos de Holywood começou a ganhar dinheiro com filmes após os 40 anos. O inventor do macarrão instantâneo, Momofuku Ando, considerado uma das maiores invenções japonesas, fez sucesso com seu produto depois dos 60 anos. Todos eles tiveram que aprender e re-aprender, muitas e muitas vezes até atingirem o objetivo estabelecido. É preciso ter ânimo para aprender mais e mais.

Digo por experiência própria que sou um eterno aprendiz. Todos os dias eu aprendo coisas novas. Seja na leitura de bons livros, assistindo bons filmes, conversando e interagindo com as pessoas de minha cidade, com a minha família e etc. Aprender é tudo de bom e traz verdadeiros milagres em nossas vidas. Pode acreditar. Convido você a aprender algo novo a cada dia. Busque assuntos que você mais gosta. Busque a inspiração na natureza e em coisas simples. Nesse mundo em que vivemos com tanta tecnologia e caos, o melhor é poder encontrar novas perspectivas para nossos afazeres, sem que se torne uma rotina monótona e exaustiva. Como disse o célebre Bob Guns: “A performance de hoje é o produto do aprendizado do passado. A performance de amanhã é um produto do aprendizado de hoje.”

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O QUE VALE MAIS, A RIQUEZA OU A PROSPERIDADE?

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Assim que pensei no título deste artigo me veio uma lembrança, dos meus tempos de criança. Sempre que eu ouvia a palavra riqueza, automaticamente pensava no desenho animado do Tio Patinhas (Duck Tales – título original inglês). O grande ápice era quando o Tio Patinhas e seus sobrinhos mergulhavam na “piscina” de moedas de ouro e faziam o possível e o impossível para proteger todo aquele patrimônio. Era uma imensa alegria para mim, naquela época assistir o desenho, mesmo sem me dar conta da real importância do dinheiro na vida das pessoas. Chega até ser engraçado, se for pensar bem, o valor que todos nós damos ao dinheiro na infância. Diferente do valor que damos à prosperidade. Lembro-me muito bem de ter sido instruído pelos meus pais a sempre ajudar os mais humildes, seja com alimentos, roupas, ou até mesmo um ‘dinheirinho’. Ao passar dos anos e manifestando a prosperidade em meu dia a dia, eu sentia que uma força estava agindo dentro e fora de mim. E também percebi que algo estava girando em minha vida. É impressionante a ligação que existe entre a riqueza e a prosperidade. Infelizmente não são todos que adquirem tal noção no tempo de infância, às vezes pela falta de instrução dos pais, família, parentes ou até mesmo pela falta de interesse. No mundo em que vivemos, você pode ter certeza que existem pessoas ricas que se comportam como pobres. E pessoas pobres que se comportam como ricas. Uma pessoa rica que não possui prosperidade, no dia que ela ficar pobre, dificilmente será rica novamente. Um exemplo contrário disso são os imigrantes. Se fosse tão difícil ser próspero sem dinheiro, como é que eles saem de seus países devastados pela guerra, onde geralmente perderam todos os seus bens, chegam somente com a roupa do corpo e novamente se tornam milionários? O segredo está aí. É a prosperidade que traz dinheiro na vida das pessoas.

Então, quando se deparar com uma pergunta dessas, é de extrema importância uma auto-avaliação. Você quer ser rico? Todos querem. Mas, você está sendo próspero? Nem todos conseguem. A roda da abundância que existe na vida de todos nós, só vai girar corretamente quando aprendermos que no Universo de nossa realidade (um lugar abundante), têm oportunidade para todos. Mas sem entender a importância da prosperidade e a ligação que existe com a riqueza, um desequilíbrio em nosso Universo irá se formar. Ganhar mais dinheiro é uma condição que todos nós temos direito, mas somente acumulá-lo não adianta, pois dinheiro sozinho não resolve nada. É preciso ter saúde, amizades, bem-estar e energia para aproveitá-lo. E logicamente mais energia para produzir mais riqueza e mais prosperidade. Pense nessa relação e o que a prosperidade trará em sua vida. Parafraseando o saudoso Tim Maia: “Vale mais, quem sabe mais. Todos vão saber também”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

ORDEM E PROGRESSO X DESORDEM E RETROCESSO

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Metade do ano já se foi. O mês de julho finalmente chegou, e como era de se esperar, a massa gelada também veio dar as boas vindas à todos nós brasileiros. Economistas mais otimistas diziam, há cerca de um ano atrás que a economia daria sinais de recuperação justamente nesse período. Talvez eles estivessem com o otimismo elevado, pois ainda não é o que estamos vendo. Podemos sim, considerar que em alguns setores (muito poucos) tiveram uma alta. Só que não podemos nos esquecer, que esses mesmos setores receberam uma “injeção de ânimo”, como é o caso da agricultura e os agronegócios.  De fato, o tempo ajudou, com um volume de chuvas fora do normal, o que para investidores corajosos, é um sinal positivo, juntamente com o governo, que sabe mais do que ninguém da importância da exportação de nossos produtos.  Parece que o Brasil dá dois passos, e volta dois. De um lado, vemos um pouco de progresso. Mas do outro, é uma vergonha o retrocesso que no Brasil se faz evidente. Infelizmente, cada caso de corrupção descoberto é uma bomba para o povo brasileiro. Temos um presidente que prefere se esconder atrás daquela música do Chitãozinho e Xororó – “Vou negando as aparências, disfarçando as evidências” e um Supremo Tribunal Federal que não sabe tomar decisões que precisam ser tomadas, e em curto prazo de tempo. Estamos vivenciando um retrocesso jamais visto e que, se vai fixando em todos os âmbitos da nação. Será que ainda existe uma luz no fim do túnel? Será que é mais fácil desistir do Brasil e ir morar no exterior? Grande parte fica em dúvida. É verdade, até eu que o diga. Somos uma piada pra quem vem de fora. Nosso país tem até o apelido de “Churrascaria” nos outros países.

O que fazer para mudar esse quadro? Pessoas que vão morar fora, sentem saudades de nosso país. O Brasil tem características que não se comparam com nenhum outro lugar. Por isso, temos que dar o merecido valor onde moramos. É preciso dar o exemplo e ser exemplo no dia a dia. Foi assim que os outros países se tornaram “primeiro mundo”. O que o Brasil tem de bonito, tem também de feio. Nossa cultura é uma das piores que já existiu. Uma “cultura de ignorância” se é o que se pode chamar. São tantos absurdos que vemos, e hoje é até mais difundido, inclusive através das redes sociais. Mais da metade do que você visualiza no seu ‘feed de notícia’ é descartável. Temos uma ferramenta poderosa que pode ser usada a favor do interesse de tornar esse país, um Brasil de primeiro mundo, mais o que assistimos dia após dia é a desordem e o retrocesso. Ainda vai demorar muitos anos, até que isso mude de figura. A manutenção do analfabetismo também é a grande vilã. E com ela, essa crise fabricada por políticos gananciosos se agarra e não quer soltar. É nosso dever, mais do que nunca, acabar com essa manutenção de retrocesso e colocar nosso querido Brasil de volta aos trilhos.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)