A IMPORTÂNCIA DA TAXA DE CONVERSÃO NOS NEGÓCIOS

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Qual o maior desafio, nos dias de hoje, para as empresas que investem no Marketing Digital para aumentar seus resultados? Talvez seja o número total de vendas no fim do mês. Talvez seja a tão preocupante ‘Taxa de conversão’. Ou quem sabe, talvez seja o número total de visualizações que determina publicação / post alcançou. Enfim, mas do que todas estas questões, o que faz com que esta vertente do Marketing seja tão necessária e almejada atualmente?

Começamos pela forma como os produtos e serviços estão sendo disponibilizados para a sociedade. Digitalmente falando, o mundo está mudando e o nosso dia a dia também está mudando radicalmente. É só observarmos o jeito como pedimos uma pizza, o jeito como pedimos um táxi, o jeito como nos hospedamos, o jeito como nos comunicamos com nossas famílias e amigos, etc. Em conseqüência disso tudo, o jeito como as empresas estão lidando, ou na medida do possível, tentando lidar com as mudanças constantes da ferramenta de Marketing Digital também se torna relevante, pois que a abordagem ao potencial cliente / consumidor já mudou. É fato de que todos nós estamos mais cuidadosos na hora de comprar um produto e/ou contratar um determinado serviço. Aquele impulso que antigamente, muitos tinham, está dando lugar para a cautela, somado a pesquisa de dados e informações na Internet e nas redes sociais.

Mas o que as empresas esperam ao contratar serviços direcionados ao Marketing Digital delas? Aumentar a taxa de conversão e suas vendas? Sim. Essas duas questões são as mais necessárias. Se a taxa de conversão da empresa A, é maior que a taxa de conversão da empresa B, a empresa B está levando prejuízo. Isso independente do tipo de serviço, o atendimento inicial e o pós-atendimento. Os esforços para se vender mais e mais, estão chegando em um ápice nunca antes visto. É verdade, nós somos “bombardeados” por anúncios o dia todo. O que antes era direcionada a uma realidade física, passou a progredir para uma segunda realidade, a ‘virtual’. Na maioria dos comerciais, seja de TV ou nos primeiros segundos do vídeo que você selecionou para assistir, o mesmo reforça a compra também através do app e site e-commerce. Pois que a venda acontece em duas realidades. E é nesse ponto que eu quero chegar, que é a taxa de conversão gerada pela quantidade de pessoas que viram o anúncio, acessaram a plataforma ou foram até a loja física e efetuaram a compra do produto ou aquisição do serviço. Esse caminho, mais conhecido como a “trajetória”, que o consumidor percorre, é cheio de questões relevantes. Em poucos segundos ele pode desistir da venda e o que poderia retornar a favor da taxa de conversão, não se concretiza. Estes poucos segundos, na maioria dos casos, também são muito específicos. Se ele ou ela não foi bem atendido, a venda não se concretiza. Se ele ou ela encontrou alguma dificuldade em obter mais informações do produto ou serviço, este potencial comprador muda para outra empresa e/ou fornecedor. Se ele ou ela encontrou muita burocracia no site e-commerce que deseja comprar, pode ter certeza que esse potencial comprador já está acessando o site da concorrência, e por aí vai.

São vários exemplos de como a venda é perdida em um estalar de dedos e a taxa de conversão da empresa sofre. Por isso, muito mais do que ter uma estratégia de Marketing Digital profissional e que esteja alinhada a cultura da empresa, é preciso também investir no departamento de vendas e atendimento ao cliente / consumidor. Todos estes departamentos precisam estar bem uns com os outros a todo instante, afim de que as empresas sejam bem sucedidas em suas ações e campanhas direcionadas aos seus públicos. Estar a par das mudanças é um talento nato de todo empresário e empreendedor bem sucedido. A mudança é constante e sempre será. Parafraseando Peter Drucker: “A melhor forma de gerenciar a mudança é criá-la”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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O ‘boom’ dos aplicativos de entregas de comida

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‘iFood’, ‘Rappi’, ‘UberEats’, etc. Alguém aqui já pediu comida através destes aplicativos de entregas? Tenho certeza que sim. Esta tendência veio para ficar e já estamos nos familiarizando com estas empresas que trouxeram este novo conceito, de que é mais fácil e rápido pedir comida através dos aplicativos do que cozinhar. Vamos começar com o exemplo do app iFood. Segundo dados da Internet, o aplicativo está presente em 483 cidades no Brasil e faz 14,1 milhões de entregas por mês — ou cerca de 470 mil pedidos diários. É o maior aplicativo de entregas da América Latina e recentemente mudou de endereço. Agora o novo escritório, inaugurado em meados de 2018, fica em um espaço de 12 mil metros quadrados em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Com toda esta estrutura, o iFood tem deixado para trás a concorrência. A empresa é 16 vezes maior que a segunda colocada no Brasil, o Uber Eats, e afirma que já vale mais de 1 bilhão de dólares. Mesmo com o mercado aquecido, o maior concorrente do iFood continua sendo, acredite se quiser, o fogão. O intuito de todos estes apps de entregas de comida é de que as pessoas parem de cozinhar. Ao solicitar o serviço de delivery cada vez mais, as pessoas terão mais tempo para realizar outras atividades, talvez mais importantes, no ponto de vista dos aplicativos. Sabemos que cozinhar toma um tempo muito grande, mas por um lado, também devemos pensar no consumo exagerado que a população está confinada. Uma pesquisa realizada em 2016 pelo iFood junto ao IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) entrevistou mais de 1.800 pessoas de diversas cidades e constatou que 56% dos entrevistados consomem comida de delivery toda semana. Destes, 14% realizam pedidos mais de duas vezes e 18% pedem em média duas vezes na semana. Os horários de maior pedido são o jantar no final de semana, que compõe 67% dos pedidos, seguido de jantar durante a semana e o almoço aos sábados e domingos.

Outra polêmica envolvendo estes apps de entregas de comidas é a respeito dos motociclistas que prestam serviços para essas companhias. No ano passado, o Grupo de iFood foi multado em R$ 1 milhão por desrespeito as leis trabalhistas. Foi feita uma análise pelos fiscais do Ministério do Trabalho a situação de 675 trabalhadores. Entre as irregularidades estão a falta de registro na carteira dos motociclistas e o não recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o auditor fiscal Sérgio Aoki, que coordenou a investigação, um elemento que configura o vínculo empregatício é a subordinação, evidenciada pelo sistema de avaliação de motoristas. A Rappido (Grupo de iFood), afirmou que tomou conhecimento da multa e que “exerce suas atividades de acordo com a legislação brasileira aplicável e que opera conectando prestadores de serviço de entrega a usuários, sendo um complemento a renda de motociclistas autônomos”. Realmente, no meu ponto de vista, esta discussão ainda vai dar muito o que falar.

Uma coisa é certa. Estamos vivendo um ápice de tecnologia e mudanças bastante profundas de paradigmas. Nestes tempos de revolução tecnológica, a sociedade, a cada dia que passa, se vê mais e mais ‘escrava’ das tendências tecnológicas, onde buscam rapidez, conforto, segurança, praticidade, etc. Mas até que ponto a sociedade está disposta a pagar o ‘preço’ de todos estes benefícios? Albert Einstein disse uma vez: “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O fenômeno Netflix e o futuro do Streaming

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Segundo a Wikipedia, a empresa Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming, atualmente com mais de 100 milhões de assinantes. A mesma fundada em 1997 nos Estados Unidos conquistou uma legião de clientes graças à expansão do serviço de streaming (no ano de 2007) e hoje, mais de 190 países têm acesso à plataforma. Sua primeira websérie original de sucesso foi House of Cards, lançada em 2013. De lá para cá, a Netflix vem produzindo centenas de horas de programação original, tendo inclusive anunciado em 2016 que planeja ter 50% de seu catálogo composto de produções originais com um investimento na casa dos 5 bilhões de dólares (19 bilhões de reais). É ou não é um fenômeno do entretenimento?

Recentemente a Netflix lançou uma produção original, intitulada ‘Bird Box’ que me chamou a atenção e me fez refletir muito sobre toda essa cultura que a marca está gerando nas pessoas ao redor do globo. Comecei a reparar a propaganda do filme, antes do lançamento, não só nas redes sociais (Facebook e Instagram), mas em banners de sites variados (inclusive de cinemas) que visitei, em outdoors espalhados pela cidade e por incrível que pareça, até nos ônibus que circulam nas ruas e avenidas. O marketing direcionado de divulgação deste filme em especial foi tão monstruoso que me fez querer assistir ao filme. E realmente, o enredo é bem intrigante e as personagens da história são bem peculiares. Adaptado de um livro de mesmo nome, o filme é um thriller de terror psicológico tenso, dramático e aterrorizante, que explora a essência do medo. Essa estratégia de se diferenciar da concorrência com investimentos em conteúdos originais e um marketing de conquista está posicionando a Netflix como principal provedora de serviços de streaming do mundo. Esta tecnologia já virou queridinha, inclusive dos brasileiros que não desgrudam de vídeos postados nas redes sociais e também na famosa plataforma Youtube, hoje o segundo site mais acessado no mundo inteiro. O que tudo isso tem a nos mostrar? O futuro já está escrito, ou melhor, assistido. O formato de streaming veio para ficar e será ainda mais difundido nos próximos anos. Quem perde com isso? A televisão aberta sem dúvida, e os canais pagos. Os cinemas também, que dia após dia perdem espaço para a Netflix e outros serviços de filmes e séries. Inclusive, na minha opinião, os cinemas tradicionais que estamos acostumados a ir, não existirão no futuro. Está acontecendo uma verdadeira mudança nas salas de cinema, com o intuito de selecionar um público, talvez os mais amantes e fiéis, para que não deixem de assistir aos filmes na telona, com recursos cada vez mais avançados de áudio e multimídia. Mas será que todo esse esforço será benéfico? O hábito das pessoas de consumirem entretenimento está mudando a cada dia. O maior desafio das empresas que estão neste mercado é de justamente atender todas as expectativas de seu público-alvo. Em meu entendimento, a Netflix tem tirado nota 10, pois que consegue atender a diferentes gostos e públicos com sua programação de filmes e séries. Oferecer um mês grátis de degustação também é uma forma de cativar os novos clientes, tanto que ela vem utilizando esta estratégia desde o início. É a força do streaming cada vez mais se fixando no dia a dia das pessoas. Tenho certeza que você também é um assinante Netflix. Se não é ainda, vale a pena a experiência.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Praticando o altruísmo para um mundo melhor

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Com a chegada do fim de ano, todos estão se preparando para celebrar a data mais importante do ano. Em todo mês de dezembro as casas ficam cheias de luzes, enfeitadas com árvores natalinas e decorações chamativas. É neste período também que muitas empresas se esforçam em arrecadar alimentos e brinquedos para poderem doar aos mais necessitados como forma de perpetuar uma ação solidária. E se vivêssemos em um mundo no qual as pessoas praticassem essa solidariedade não só na época do Natal e fim de ano, mas durante todo o ano? Você sabe o que é altruísmo?

O Altruísmo, segundo a Wikipedia, é um tipo de comportamento encontrado em seres humanos e outros seres vivos, em que as ações voluntárias de um indivíduo beneficiam outros. É sinônimo de filantropia e também sinônimo de solidariedade. Ser altruísta é carregar a bandeira do amor ao próximo. Em um mundo em que cada vez mais a sociedade se torna individualista, as pessoas estão se fechando literalmente em seus ‘mundinhos’ e cada vez mais pensando apenas em si mesmas. O próprio smartphone, que é um dispositivo utilizado por muitas pessoas, acabou virando um vilão para a interação humana, espontânea e natural, pois que a cada dia, as pessoas estão mais acomodadas ao relacionamento virtual, do que o real, gerando um ruído enorme e muito complexo na comunicação de indivíduos. É quando começamos a entender que a falta de altruísmo também parte deste problema, entre outros, vivenciado por boa parte das pessoas no mundo inteiro. Uma pessoa altruísta conhece e pratica todo dia valores essenciais que são básicos da natureza humana, tais como a atenção, a humanidade, a solidariedade, o respeito ao próximo, entre muitos outros. Ser solidário é um de nossos propósitos aqui na Terra. A evolução do ser humano parte do princípio que se um ato de cooperação para com outro indivíduo gera estímulos positivos na mente, trazendo uma satisfação positiva para ambos, ao realizar hábitos solidários constantemente, o nosso pensamento se volta para esse propósito. Jesus Cristo, o maior homem que viveu neste mundo, ensinou o modelo verdadeiro do altruísmo, junto a tantas outras lições, e que deve ser praticado por todos nós, diariamente. Não é a toa que celebramos o nascimento de Cristo em dezembro, uma época especial para que seja lembrada de seus ensinamentos e como o poder do altruísmo gera uma revolução em qualquer ambiente que esteja, seja no trabalho, na faculdade, em locais públicos, etc.

Muito se tem discutido a respeito da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente, o que é de extrema importância, mas também é preciso discutir sobre o impacto positivo que o altruísmo causa para um mundo melhor. Seja solidário em todas as suas ações. Pense quantas vezes você deixou de ajudar alguma pessoa que te solicitou um favor, seja por falta de tempo ou preguiça e depois alguém deixou de te ajudar, alegando também as mesmas desculpas. Pense em quantas vezes você deixou de se ajudar, de promover o bem estar e a qualidade de vida para si próprio. Que o dia 25 de dezembro possa trazer a todos nós uma reflexão profunda do que Cristo representa para cada um de nós, e que no ano vindouro possamos ser mais altruístas, do que egoístas, mais expansivos, do que fechados, mais solidários, do que egocêntricos. Para concluir deixo aqui um versículo da Bíblia: “16 Nisto conhecemos todo o significado do amor: Cristo deu a sua vida por nós e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos”. (João 3:16)

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Mudando os paradigmas da sua vida

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Vamos começar esse artigo definindo o conceito do ‘Paradigma’. Esse termo tem origem no grego paradeigma que significa modelo ou padrão, correspondendo a algo que vai servir de modelo ou exemplo a ser seguido em determinada situação. Existem diversos conceitos para uma infinidade de paradigmas, mas a minha real intenção neste artigo é de fazer um comparativo em paradigmas generalizados da sociedade e na vida das pessoas. Na altura do campeonato, todos nós sabemos que o que conta realmente não é a nossa experiência e sim a nossa atitude. A chave está na forma como enxergamos a realidade em que vivemos. Todos nós enxergamos o mundo de um jeito único e especial. Independente se você seja uma pessoa com o pensamento mais racional ou mais emotivo, é a sua percepção do mundo que define os paradigmas no qual você vive. Por exemplo: se um indivíduo do sexo masculino sai na rua sem camisa, e mostra os seus mamilos, não é nada anormal para a sociedade que vive. Mas se um indivíduo do sexo feminino sai na rua sem camisa, e mostra os seus mamilos, já gera uma confusão, não é verdade? Diferente dos índios que nascem em um paradigma totalmente diferente do nosso. Não tem problema nenhum o índio andar sem roupas, pois faz parte do habitat natural deles. Então, podemos entender que o paradigma é o modo como todos nós percebemos o mundo. O paradigma está para nós como o ar está para os pássaros. O pássaro não sabe o que é o ar até que o mesmo seja retirado do ambiente que tenha ar. Mesma coisa os peixes. Note que não é um raciocínio difícil de compreender. Na medida que um paradigma vai se tornando obsoleto, o mundo vai mudando e as nossas vidas vão mudando. Na época das carruagens, ganhava dinheiro quem fazia rodas. Isso se perpetuou por alguns anos até que o momento que o modelo ‘T’ de Henry Ford foi implementado e lançado no mercado. Os produtores de rodas já não tinham mais mercado. O mesmo ocorreu de maneira similar com a empresa Kodak. Após o lançamento das máquinas digitais, o modelo de filmes em papel da Kodak ficou obsoleto. A Kodak quando decidiu entrar no mercado de máquinas fotográficas digitais, já era tarde. Eles tiveram que aprender com as empresas líderes deste mercado. Todo aquele know-how de implementação de filmes e fotografia de papel, etc, já não servia para mais nada. O paradigma mudou, o mercado mudou. As pessoas queriam entender o novo mecanismo para fazerem fotografias digitais. E isso está acontecendo em diversos outros segmentos. Os paradigmas estão sempre sofrendo mudanças e novas descobertas a todo instante. Por isso é muito importante nós termos uma atitude positiva em relação às mudanças e estarmos sempre com a mente aberta para novas possibilidades. A única vantagem competitiva que todos nós temos atualmente é a capacidade de aprender mais rápido e melhor. Enquanto os paradigmas mudam em grande velocidade, nossos conhecimentos vão ficando atrasados. O que você poderia fazer a respeito de seus paradigmas? Qual a mudança que você espera obter ao enxergar novos paradigmas em sua vida? O ano de 2018 está chegando ao fim e 2019 vem com um sentimento de que muitos paradigmas ultrapassados sofrerão mudanças. Parafraseando Alessandro Manzoni: “A vida é o paradigma das palavras”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O poder e a influência do Neuromarketing

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Primeiramente vamos começar pelo conceito do termo Neuromarketing. Ao pesquisar sobre o tema descobrimos que é a mistura entre neurociência e marketing que tem como principal objetivo entender o que faz um consumidor preferir uma marca, comprar ou não um produto e até mesmo se tornar um cliente fiel. É uma nova forma de entender a mente dos consumidores e obter um maior potencial de suas vendas. Na teoria parece simples, mas como podemos utilizar as técnicas de Neuromarketing aliadas ao Marketing de Conteúdo e alcançar resultados impressionantes?

Samsung ou Motorola? Itaipava ou Skol? Nike ou Adidas? Por que somos mais suscetíveis para uma marca e não outra? No ano de 2003, o neurologista americano Read Montague realizou um experimento um tanto curioso e lançou o conceito de Neuromarketing. Ele provou que nossas decisões quando relacionadas com marcas não são racionais, e sim emotivas. Convocou um grupo de voluntários e serviu Pepsi e Coca-Cola para eles enquanto monitorava seus cérebros. A bebida vinha em copinhos brancos, sem identificação, e por incrível que pareça, deu empate. Metade das pessoas preferiu a Coca, e a outra metade Pepsi. O comportamento cerebral do grupo foi o mesmo, com uma atividade concentrada na área ligada à percepção de sabores (putame ventral). Quando os voluntários foram informados das marcas que estavam ingerindo, a história mudou. 75% do grupo, a grande a maioria preferiu ingerir a Coca-Cola. A atividade concentrada passou a ser o córtex media (relacionado às emoções). Resumindo: o grupo passou a ignorar o sabor da bebida, que seria o critério mais lógico, e escolheram o refrigerante de forma irracional. As marcas literalmente afetam a escolha das pessoas e as fazem tomar decisões que normalmente não tomariam. A explicação para tudo isso viria depois, com uma série de estudos mais detalhados que comprovariam o poder e a influência que o Neuromarketing exerce na mente dos consumidores. Em uma emissora de TV da Inglaterra foi constatado que, por alguma razão, as propagandas veiculadas de manhã possuem mais impacto sobre o cérebro, do que as veiculadas após o meio dia. A Mercedes Benz descobriu que a maioria das pessoas gosta de carros com cara de gente – pois quando olhamos para parte frontal de um automóvel, as percepções cerebrais são as mesmas que processam faces humanas. E por aí vai. A verdade é que muitas empresas já estão investindo em pesquisas sobre a decisão de compra dos consumidores e com isso fez surgir centenas de consultorias especializadas em Neuromarketing que unem cientistas e publicitários para prestarem serviços á estas empresas. É fato que mais de 30% das multinacionais estejam fazendo estudos nesse campo. As propagandas subliminares também foram descobertas como sendo altamente influenciadoras nas decisões de compra do consumidor. Em uma experiência polêmica, uma rede de lojas de departamentos dos EUA inseriu uma música de fundo que continha uma mensagem subliminar: “Eu sou honesto, e não vou roubar”. A frase era repetida muito depressa, 150 vezes por minuto, e num tom muito baixo. Mas deu resultado: a quantidade de furtos caiu 37%. Tudo isso indica que o Neuromarketing é uma técnica altamente capaz de influenciar as pessoas. Já dizia George Orwell: “A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O Ciclo do Desenvolvimento Sustentável

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Como ponto de partida para esse artigo, eu gostaria de ressaltar o conceito do desenvolvimento sustentável em um formato mais direto, pois são inúmeros conceitos que encontramos ao pesquisar sobre este importante tema nos dias de hoje. O Desenvolvimento Sustentável é uma necessidade, e não uma escolha. A geração atual precisa entender que quanto mais elas consomem, mas comprometida fica a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Vivemos em um sistema de consumismo em massa, no qual se peca na preservação da natureza, de onde se extraí a matéria-prima sem consciência na maioria dos casos, causando enormes prejuízos para a flora e a fauna. Só para você ter uma ideia, a cada minuto estima-se que sejam cortadas 800 árvores na floresta Amazônica. Projeções feitas no ano passado mostram que, nas próximas décadas, as secas na Amazônia serão cada vez mais frequentes. A extração de madeira valiosa de nossas florestas é a principal causa das mudanças climáticas que estamos presenciando. A falta de água em diversas cidades no país também se mostra preocupante. Em bairros mais pobres, crianças, jovens e adultos estão sofrendo e passando por muitas dificuldades. E o impacto disso tudo nas gerações futuras será uma condição de racionalização ou até mesmo a falta de recursos básicos para todas as atividades exercidas por homens e mulheres no dia a dia. A distribuição de água é um dos serviços mais importantes para o desenvolvimento e o crescimento da sociedade. O saneamento básico também não pode ser negligenciado. Tudo isso diz respeito a sustentabilidade e a qualidade de vida. Em nosso país, empresas estão aderindo a campanhas para reduzir o lixo plástico. A proibição dos canudos plásticos em bares, restaurantes, lanchonetes, etc, está gerando um movimento em prol do meio ambiente, após muitas notícias e vídeos repercutirem nas redes sociais, mostrando a quantidade de lixo que é depositado nos oceanos e, que afeta drasticamente a vida marinha. Em países mais desenvolvidos algumas leis já estão em prática, assegurando o desenvolvimento sustentável como principal via de crescimento da economia. Convenhamos que as florestas são indispensáveis para o desenvolvimento econômico e a manutenção de todas as formas de vida. Sem floresta, não temos recursos para sobreviver. É por isso que precisamos desta consciência ambiental e o que cada um pode fazer no dia a dia para reduzir o impacto massivo do consumo desenfreado que vivemos atualmente. Antes de comprar algo, pense com calma. Faça três perguntas para si mesmo(a): “Eu preciso? Eu mereço? Eu posso?”. É fato que o sistema embuti diariamente na cabeça das pessoas a necessidade de gastar muito mais do que economizar, através de anúncios, comerciais, publicidade, celebridades, etc. As pessoas precisam mudar esse pensamento. Economizar é uma importante atitude que deve ser estar sempre na tomada de decisão. Temos que pensar sempre no dia de amanhã, no futuro e na redução de gastos excessivos e desnecessários. A natureza é a maior provedora de vida e temos que respeitá-la. O que você extrai hoje dela, amanhã você precisará devolver, pois é um ciclo. E para se manter em equilíbrio, este ciclo necessita deste compromisso. Fazendo sempre a nossa parte não faltará. O ciclo da sustentabilidade está ao alcance de todos. Pensar no meio ambiente e preservá-lo, é pensar na família, no próximo e em você mesmo(a).

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A diferença que o detalhe traz para a sua vida

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Neste mundo cheio de inovações e infinitas possibilidades, as pessoas em suas atividades diárias não conseguem em muita das vezes, enxergar detalhes que poderiam trazer diferenças significativas em suas vidas. A diferença que um mero detalhe pode trazer em sua vida é surpreendente, e isto vai de encontro à uma mudança de comportamento, tendo em vista uma melhoria em seus conhecimentos, habilidades e atitudes. Já dizia o Dr. Lair Ribeiro: “Uma pequena diferença em desempenho, traz uma tremenda diferença em resultado”.

Na vida você é julgado por quatro coisas. Você é julgado pelo que você faz, pela sua aparência, pelo que você diz e como você diz o que você disse. Se alguém chega para você e pergunta o que você faz da vida e você não consegue descrever da melhor forma a sua ocupação ou profissão, você já está sendo desvalorizado(a). Lembre-se que é o detalhe que faz a diferença. A segunda coisa é a sua aparência. Se você quer ocupar uma posição de destaque dentro da empresa que trabalha ou na área que atua, é primordial se vestir de maneira adequada e que corresponda ao nível que você está. Já imaginou se as autoridades, políticos, entre outros não vestissem gravatas? Quantos ‘%’ uma gravata tem em uma vestimenta? Talvez 3%, mas faz uma diferença enorme. A sua percepção começa a mudar quando você começa a se atentar aos pequenos detalhes. O que estamos discutindo aqui é que pequenas mudanças em sua vida podem sim alterar de uma maneira positiva o seu valor no mundo. Para conseguir aumentar a sua auto estima, é preciso ter confiança em si próprio. Confiança no seu modo de dizer e em como você diz. A confiança sozinha não traz resultados, ela depende de um tripé. É preciso ter sinceridade e competência. Esses dois fatores somados a confiança trazem muita diferença. É importante também ressaltar que o bom vendedor é aquele que desperta a confiança em seus clientes. Em quem está comprando um determinado produto ou adquirindo um serviço. E todos nós somos vendedores, de uma maneira geral. Você precisa vender a sua imagem, o seu profissionalismo, a sua competência para a empresa que está te contratando, não é verdade? Então para concluir, pense e examine a sua profissão, a sua carreira, o que você almeja, quais são seus planos, seus sonhos.

A medida que a crise agrava em vários países e as coisas vão ficando mais complexas, ter uma estratégia definida e uma meta que você deseja alcançar, faz a diferença pois neste trajeto que você traçou, os detalhes vão surgir e se atentar a eles fará com que você seja mais valorizado(a). Qual é a diferença que faz a diferença? Qual é o detalhe que realmente, no futuro, terá um grande impacto para você? Olha que interessante, o seu vizinho levanta mais ou menos na mesma hora que você. Vai almoçar mais ou menos na mesma hora que você. Vai dormir mais ou menos na mesma hora que você. Se ele é mais ou menos bem sucedido que você, não é pelo geral, é pelo detalhe.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Branding: Ferramenta de Marketing essencial para alavancar sua marca

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O termo Branding ou Brand Management pode ser entendido como Gestão da Marca de uma empresa e se desdobra em três termos também importantes dentro das áreas de Comunicação e Marketing que são: o Branding Identity (Identidade da Marca), o Brand Strategy (Estratégia da Marca) e o Brand Equity (valor monetário da marca).

Atualmente o Branding deixou de ser um compromisso e uma preocupação apenas para os designers e profissionais de Marketing, e passou a ser também um importante fator da tomada de decisão por parte de donos de negócio, administradores, empresários, gestores e empreendedores, pois consiste não apenas em ações de Marketing com o intuito de aumentar a visibilidade da marca no mercado, mas também em ações internas na empresa, para transmitir a imagem pretendida. Além disso, o Branding tem também a finalidade de incrementar o Brand Equity (valor monetário da marca), considerada como um ativo da empresa – e assim aumentar o valor da própria empresa. Um exemplo: Quanto vale a marca ‘Google’? Você já parou para pensar? Estimasse que nos dias de hoje esteja valendo próximo dos US$ 110 bilhões, ultrapassando marcas como a Apple, Microsoft, Coca-Cola e Mc Donald’s.

O trabalho de Branding geralmente é feito por consultores especialistas em marketing, propaganda, publicidade, comunicação social (jornalismo), design de comunicação ou por agências especializadas em relações públicas, etc. Estes profissionais visam desenvolver positivamente a reputação e a solidificação de marcas, produtos, serviços e organizações, alinhando aos objetivos organizacionais e público-alvo. Não é uma tarefa fácil construir e desenvolver uma marca de sucesso, e muitas marcas novas falham, antes mesmo de nascer, (ou prematuramente). Grande parte delas devido ao amadorismo ou falta de interesse neste importante assunto. Assim o Branding como ferramenta de Marketing é essencial para a Gestão de Marca. É vista como uma criação e uma manutenção de confiança, responsabilidade e compromisso. Pode acreditar que as melhores marcas são gerenciadas de forma completamente profissional, se atentando a cada aspecto e detalhe do que são (imagem) e de como se relacionam com o público. A consistência das melhores marcas no mercado é gerida e mantida por pessoas no interior da sua organização, que são totalmente absorvidas por aquilo que a marca representa e transmitida para outras pessoas que depois de ter uma experiência positiva e benéfica, se tornam defensoras da marca (ou melhor, advogadas da marca). Se você ainda não se convenceu, saiba que o Marketing é, antes de tudo, uma percepção. É uma conversa. O valor do Branding mora aí: é a melhor ferramenta para que uma marca se perpetue e reflita no mercado.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Transformando seus clientes em ‘Advogados da marca’

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Ainda muito pouco conhecido, o termo ‘Advogados da marca’ diz respeito aos clientes que possuem uma relação tão forte com uma marca que passam a ser “promotores” dela, ou seja, o ‘Cliente Advogado’ não só consome o produto ou o serviço de uma marca, mas os recomendam, de livre e espontânea vontade. Geralmente eles surgem quando a empresa é bem sucedida na atração, conquista e fidelização de seus consumidores. Ao exercer um plano estratégico profissional de Marketing e Comunicação a favor da empresa, essa mesma tem sua imagem corporativa em evidência fazendo com que consumidores estejam mais próximos, propensos e consequentemente, se tornem advogados da marca ao conhecerem os serviços ou produtos, gostarem da experiência e indicarem aos seus amigos, colegas e familiares, promovendo o bom Marketing boca-a-boca.

Utilizando-se desta mentalidade, Steve Jobs conseguiu criar uma legião de clientes apaixonados e extremamente engajados com a Apple, antes mesmo das redes sociais e soube conduzir uma estratégia de Marketing com foco nesses influenciadores e advogados da marca. A influência em grupos de pessoas, que na grande maioria estavam propensas a adquirir os produtos da Apple foi a grande sacada para que a marca alcançasse o patamar que hoje ocupa, como sendo uma das marcas mais valiosas do mundo.

Nos dias de hoje, de certo com a utilização devidamente correta e profissional de ações e ferramentas do Marketing Tradicional e Digital é possível também conquistar uma legião de clientes que irão defender com unhas e dentes, sempre com muito entusiasmo e naturalidade a sua empresa. Você já se deu conta de quais são os advogados da sua marca? Você sabe qual a diferença entre influenciador e advogado de marca? O influenciador se difere do advogado da marca devido à maneira como promove a mesma. Ele, ou ela vai além, com as mais famosas ‘promoções em vídeos’, textos, artigos, notas e anúncios em prol da marca, com uma força de influência muito maior. Uma das melhores estratégias para as empresas nos dias de hoje é ter um influenciador como parte de seu Marketing, pois ao criar uma maneira de aumentar o envolvimento sem investir muito dinheiro em investimentos de posts e anúncios, a empresa também terá resultados expressivos neste posicionamento. Estudos apontam que grande parte das pessoas, ao assistirem anúncios e propagandas tradicionais de produtos e serviços (seja na TV ou na Internet), não são mais influenciadas como antigamente, diferente de quando esses produtos e serviços são promovidos por um influenciador, na maioria digital, com vídeos no Youtube e posts no Instagram ou Facebook. Aposte nestas tendências, conquiste muitos advogados da marca e saiba trabalhar com influenciadores. O futuro do seu negócio e/ou empresa também depende muito disso.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)