VOCÊ ESTÁ PREPARADO(A) PARA A TRANSFORMAÇÃO TECNOLÓGICA?

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Ao passo que as industrias vão sentindo o impacto do desenvolvimento tecnológico, a sociedade como um todo também percebe os reflexos no dia a dia, seja na redução da jornada de trabalho, na diminuição das ofertas de empregos, das dificuldades de manter um negócio ativo, na obtenção de lucratividade, e uma série de outros fatores que estão mudando drasticamente todos os setores do mercado. A crise econômica também é um reflexo negativo das transformações tecnológicas, pois que diariamente muitas e muitas pessoas, no mundo todo, estão perdendo suas funções para sistemas automatizados. Em outras palavras, para os robôs.

Estudos estão sendo feitos e já estão comprovando que inúmeras ofertas de emprego vão deixar de existir. Até 2025 funções tais como Operador de telemarketing, Subscritor de seguros, Agentes de crédito, Operador de caixa, Digitalizador de documentos, etc, podem deixar de existir por conta da tendência de automação e da simplificação dos processos nos meios digitais. E acredite se quiser, até a função de Árbitro de partidas desportivas está com seus dias contados. Com a introdução da tecnologia nos esportes para fins de apuração de resultados, tais como o VAR (Árbitro de vídeo), não haverá a necessidade de existir um Árbitro de carne e osso.

A verdade é que muitas transformações tecnológicas já estão ocorrendo. A mudança de paradigma está afetando diversos setores. O que vimos até agora é só o início de todo um processo complexo, pois que não é somente o problema da falta de profissões, mas também desmaterialização de produtos e serviços que passarão a existir no universo digital. E o próximo passo depois disso tudo será a unificação das inteligências artificiais que se basearão em volumes gigantescos de dados (Big Data), que inclusive irão alimentar estas inteligências. O setor financeiro já saiu na frente e está utilizando alguma destas tecnologias a favor de seus interesses. Não é de se espantar a cada dia surgir um aplicativo com todas as funções de um banco convencional, só que na palma da mão do usuário. Isso já está acontecendo e o mais assustador disso tudo é que estamos ficando cada vez mais confinados e obrigados a utilizar nossos smartphones, a todo o momento para resolver todos os tipos de tarefas. Com o advento da Internet das Coisas, tudo será controlado a partir dos dispositivos móveis e programados de acordo com a necessidade dos usuários. É bem provável que teremos microondas, geladeiras e fogões tão inteligentes que ao apresentarem falhas de funcionamento, os próprios sistemas internos destes aparelhos farão reparos, afim de consertá-los e reutilizá-los.

Para que possamos enfrentar as transformações tecnológicas da melhor maneira possível, uma das melhores soluções de lidar com tudo isso é investindo em formação especializada, que entenda essa nova dinâmica. Infelizmente no Brasil formamos muitos menos profissionais de áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática do que precisamos. Estima-se que até 2022, a indústria vai criar algo em torno de 450 mil vagas na área de tecnologia da informação. Mas somente 250 mil profissionais estarão formados até lá. A diferença de 200 mil profissionais é muito grande, e provavelmente não vamos conseguir suprir isso. Se fizermos um comparativo com a China, de oito milhões de pessoas formadas, em torno de cinco milhões estão nessa área. É uma baita diferença. O nosso país está muito defasado. É um problema que precisa ser resolvido o quanto antes.

Sendo assim, as transformações tecnológicas devem prover a cada dia, novas resoluções de problemas para um mercado em constante evolução, de maneira sucinta e pragmática, criando novas possibilidades ao negócio, sempre orientada pela visão do cliente, que está no centro de tudo. Com isso, a transformação tecnológica deve utilizar não só a área de tecnologia, engenharia e matemática, mas também toda a cadeia de valores para criar a cada momento serviços e produtos a fim de suprir uma necessidade que virá com as novas gerações. Já dizia o visionário Steve Jobs: “A tecnologia move o mundo”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

‘DEEPFAKE’ E OS RISCOS DA MANIPULAÇÃO DA FACE HUMANA ATRAVÉS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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Andam circulando pela Internet vários vídeos e registros em filme, de uma tecnologia denominada ‘Deep Fake’. Em português pode ser traduzido para algo do tipo profundo falso ou profundamente falso. Para você que ainda não está a par desta onda tecnológica, o Deep Fake é uma ferramenta que permite a edição e manipulação da face humana utilizando-se de recursos de Inteligência Artificial e outras técnicas avançadas de programação para produzir rostos de qualquer pessoa, inclusive celebridades em vídeos, com movimentos labiais, expressões faciais sincronizadas e outro detalhes, sendo bem impressionantes aos olhos dos expectadores.

A tecnologia é capaz de gerar identidades falsas criadas com o deep learning (aprendizagem profunda, por meio de grande quantidade de dados), combinada a uma técnica de síntese de imagem humana baseada em rostos e expressões. Todas essas junções transformam imagens e fotos pré-digitalizadas em vídeos de uma forma bem convincente. Quando me deparei com um destes vídeos, me lembrei daquele filme famoso de ação / ficção ‘A Outra Face – Face Off’ (1998). Nele os protagonistas trocam de rostos, literalmente, por meio de um processo cirúrgico avançado da época que faz com que o agente do FBl, interpretado pelo ator John Travolta, troque de rosto com o ator Nicholas Cage, que interpreta um criminoso terrorista, a fim de se infiltrar na gangue e obter informações valiosas a respeito de uma bomba que está programada para explodir em determinado local onde a historia acontece. Se pudéssemos voltar no tempo e apresentar a ferramenta Deep Fake para os produtores do filme, eles sem duvida alguma, ficariam de boca aberta, pois que os vídeos disponíveis na Internet com algumas brincadeiras de usuários, realmente chegam a assustar, pelo tamanho poder da ferramenta. Inclusive, em uma destas brincadeiras selecionaram uma cena do filme ‘O Exterminador do Futuro 2 – Terminator II’ onde o ator principal Arnold Schwarzenneger entra em um bar para conseguir roupas, e trocaram o rosto dele pelo do ator Sylvester Stalonne. A edição final ficou surpreendente, por não transparecer falhas. Quer dizer, existe apenas uma falha aparente em quase todos os vídeos Deep Fake que circulam na rede e que pude assistir: os protagonistas quase não piscam os olhos.

A grande problemática desta tecnologia é a respeito de utilizá-la para o mal. Infelizmente após o lançamento de apps capazes de automatizar o processo de manipulação e edição, surgiram dezenas de vídeos adultos “estrelados” por atrizes e artistas como Gal Gadot, Taylor Swift, Selena Gomez, etc. Artistas, atrizes, e nomes que, obviamente, não fazem filmes deste gênero. É importante salientar que a Internet e a indústria do entretenimento declararam guerra contra o Deep Fake, inclusive taxando os usuários que criam os vídeos falsos e os que os compartilham como criminosos, e o ato em si já é tratado em muitos lugares como crime digital, inclusive no Brasil. Outra questão que está sendo levada muito em consideração é a respeito de partidos políticos que, propensos ou não a apelar para o Deep Fake, podem prejudicar adversários em campanhas eleitorais, além de gente maldosa que queira utilizar a ferramenta para denegrir a imagem e caráter de outros cidadãos comuns. Pode ser inclusive, inevitável no futuro.

Para concluir, acredito que toda tecnologia hoje disponível para os seres humanos deve ser utilizada para o bem. Para ajudar o planeta, para ajudar os mais necessitados, e logicamente para ajudar a evolução da nossa espécie. Porém, a melhor atitude a fazer perante as ferramentas que estão surgindo, como é o caso do Deep Fake, é evitar o compartilhamento massivo de vídeos pessoais com gente que você não interage, ou não conhece. É bom também se precaver e não hospedar vídeos pessoais em redes sociais de forma pública. Tudo o que você puder fazer para dificultar o trabalho de algum especialista em manipulação e edição de vídeos será para sua total segurança. Lembre-se que a Internet é um terreno onde as leis ainda não estão 100% regulamentadas, e se caso você for vítima de algum hacker, colete todas as informações necessárias e procure as autoridades imediatamente.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

WiFi Marketing e a importância desta Tecnologia para melhorar o atendimento

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Você já ouviu falar em WiFi Marketing? Esta tendência vem ganhando cada vez mais espaço e importância para empresas que precisam entender e melhorar o relacionamento com seus públicos. Hoje em dia é muito comum a maioria das pessoas visitarem estabelecimentos e dar preferência àqueles que ofereçam uma conexão de Internet gratuita. Para algumas delas chega até ser uma exigência, em vista que atualmente grande parte da sociedade vive conectada a todo o momento. Em vista disso, o WiFi Marketing, vem para suprir essa necessidade das empresas em disponibilizar um serviço de conexão eficiente, e de quebra entender melhor os hábitos deste público visitador do estabelecimento.

Para que possamos assimilar da melhora maneira o conceito de WiFi Marketing, é preciso saber que essa tecnologia só se torna possível com o auxílio de um ‘Hotspot’. O Hotspot pode ser entendido como um ponto onde existe uma rede de conexão WiFi disponível, aberta e gratuita. Este ponto pode ser feito com contas de redes sociais, tais como Facebook, Instagram, Google, ou até mesmo um número de celular. Este ponto de conexão será o caminho para que possa ser oferecido o WiFi ao público de forma segura, rápida e com qualidade. Existem hoje no mercado, centenas de modelos Hotspot que podem ser adquiridos de acordo com a necessidade da empresa, em termos de custo, conexão e qualidade de sinal. Após a aquisição, a empresa precisará também adquirir um serviço exclusivo de WiFi Marketing, pois que será necessário ter um sistema autônomo para coletar as informações do público e guardá-las em um banco de dados, todas as vezes que o mesmo se conectar na rede. Esse serviço geralmente é feito por agências ou consultorias especializadas que desenvolvem uma estratégia de marketing e divulgação direcionada para esta tecnologia, baseando-se nas características do negócio e que utilizará como base a conexão através do Hotspot.

Todo esse processo visa gerar engajamento do público do estabelecimento nas redes sociais, pois possibilita o cliente a fazer check-in, tirar fotos e escrever uma avaliação. Também é possível criar um cadastro de dados sobre os clientes, através destas informações, elaborar campanhas e ações personalizadas a fim de atrair mais e mais estes clientes e fidelizá-los.

Tudo isso será permitido porque assim que o cliente faz a conexão com o WiFi do estabelecimento utilizando um login e uma senha, o estabelecimento passa a ter acesso a uma série de dados valiosos sobre este cliente, facilitando assim a forma de abordagem. É por isso que quando digo da importância de se investir em novas tecnologias a fim de melhorar o atendimento, é no intuito de conhecer melhor o público, pois que tendo uma precisão melhor, o resultado de qualquer ação de marketing terá muito mais chances de dar certo. E as soluções advindas de ferramentas tais como o WiFi Marketing trazem informações valiosas nesse sentido. Oferecendo esse tipo de serviço com conexão gratuita ao público seu tipo de negócio só tem a ganhar. E aí, sua empresa está preparada para apostar nesta tendência?

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Engajamento com Criatividade: Os desafios de manter o seu negócio relevante nas redes sociais

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A cada dia que passa o desafio aumenta. Empresas, celebridades, influenciadores, marcas famosas e as nem tanto se deparam com um campo de batalha cheio de ansiedades, incertezas e dúvidas. A disputa por ‘likes’, comentários, compartilhamentos e ‘reposts’ começa nas principais redes sociais. Um post que poderia ser um sucesso, logo é esquecido e vai parar lá atrás, junto com outros tantos posts, gerando apenas algumas curtidas e às vezes nenhum comentário. Enquanto outros posts são destaques, e garantem 500, 700 e até 1.000 curtidas ou ‘likes’, com um grande engajamento. Mais por que isso está acontecendo? Primeiro precisamos compreender muito bem este cenário: público x redes sociais.

 

A quantidade de informação atualmente gerada pelas redes sociais é uma coisa absurda. Tanto que ocasionalmente as principais redes sociais ficam desestabilizadas por algumas horas, até conseguirem retomar a estabilidade e permitir novamente o acesso de seus usuários. Os investimentos em anúncios e links impulsionados também estão em seu maior ápice. Tanto que muitas empresas de grande porte dividiram as verbas e destinam boa parte de seus recursos para ‘aparecerem mais nas redes sociais’ do que na televisão ou no rádio. Elas sabem que o seu público-alvo está ali. E uma coisa é certa, a percepção das pessoas em relação às redes sociais está em constante mudança e o pior, está afetando literalmente a forma de engajamento e interação das mesmas. Sabemos que as pessoas estão em constante bombardeio de anúncios, desde o momento que elas acordam, até o momento que vão dormir, e isso acaba cansando a percepção delas, principalmente no território on-line.

 

Estudos e pesquisas já demonstram que grande parte da população ao assistir a televisão ou escutar o rádio, estão acessando simultaneamente um dispositivo móvel (seja um tablet ou celular). Os meios de comunicação tradicionais já não tem mais o destaque que tinham antigamente, onde a atenção das pessoas era totalmente voltada para eles. É nítido notarmos como os programas de TV estão integrando, em quase todo momento, a participação de telespectadores que estão interagindo a partir de seus celulares. E isso vai de encontro ao tema deste artigo.

 

Primeiramente vamos entender o que é Engajamento. Essa palavra está na moda porque é um dos fatores que mais pesa na hora de cativar e conquistar um determinado público. Segundo o Wikipedia, o Engajamento é envolvimento, interação, relacionamento com a marca, que vai além do número de seguidores ou likes em uma postagem. Em outras palavras, é o engajar que fará com que o seu público nunca se canse de suas postagens e conteúdos. É nesse ponto que começa o grande desafio para as empresas, pois que não basta apenas entregar um conteúdo interessante e de qualidade. É preciso criar estímulos capazes de fazer com que aquele potencial seguidor(a), enxergue você, a sua empresa ou sua marca como uma forte aliada aos pensamentos, estilo de vida e crenças dele ou dela. E como podemos criar estes estímulos? Logicamente existem várias técnicas, mais uma delas é o Engajamento com criatividade.

 

Para engajar com criatividade é preciso antes de tudo estar a par do que o seu público espera e almeja com o conteúdo, informação ou dados que você quer compartilhar. A todo o momento são gerados milhões de informações nas redes sociais e se você não tem uma estratégia centrada junto a um plano direcionado com foco e objetivo, tudo será perdido nessa imensidão de dados. Para cativar é preciso ousar e trabalhar formatos que vão surpreender de forma positiva a todos que seguem sua empresa ou sua marca nas redes sociais. Cada qual com sua peculiaridade, mais se tornar relevante é a principal meta para engajar o público.

 

Ao atravessar essa barreira imposta pelo próprio usuário que já possui essa percepção de muita informação nas redes sociais e se sente apático(a) com tantos anúncios e ofertas, a sua marca ou empresa não será ‘mais uma’, muito pelo contrário, ela agora passa a estar em um nível de engajamento fiel, interessante e relevante para este usuário.  Cada vez mais as organizações vão buscar formas inovadoras de atrair seus públicos e retê-los em suas redes sociais. Isso será uma constante. Por isso pense sempre no engajamento com criatividade, utilizando-se de formatos autênticos que vão de encontro ao que o seu público quer consumir. Como disse Alison Zigulich: “Prometa o que o cliente deseja e entregue o que ele precisa para que consiga o que deseja.” 

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Copywriting e a Arte de escrever Textos que Vendem

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Já ouviu falar em Copywriting? É uma palavra que veio da língua inglesa e sem uma tradução correspondente ainda para o português, que pode ser definida como a arte de escrever de forma persuasiva, tendo como objetivo o de convencer o leitor a praticar uma determinada ação esperada. Para isso o copywriter (pessoa ou profissional que possui o dom da escrita), precisa aplicar em todo o conteúdo que criar, um conjunto de técnicas, afim de que seus textos despertem desejos e vontades para este público consumidor, de maneira que não seja enganadora ou duvidosa, fazendo com que o leitor perceba se aquilo que está lendo atende suas necessidades. Todo este esforço é realizado no intuito de guiá-lo para uma tomada de decisão. E esta tomada de decisão pode ser desde clicar em um link de um post nas redes sociais até realizar uma compra em um determinado site.

 

Mas para levar o seu público a realizar a ação que você definiu como mais importante para o seu negócio, não é uma tarefa simples. A função de Copywriting se torna mais complexa e dificultosa a medida que vamos entendendo o real objetivo, pois que o foco está na conversão e não apenas na visualização deste conteúdo escrito por parte do público. O produto, chamado ‘copy’, deve ser entendido como um conteúdo capaz de aumentar o reconhecimento da marca ou do estabelecimento. Por isso, para que o copywriting seja bem sucedido na otimização de conversões, é preciso saber escrever posts e e-mails que são lidos até o final, comunicar-se melhor, de uma forma geral com a audiência e até realizar as vendas on-line de forma inteligente e mais efetiva.

 

Você que quer aprender a aumentar as suas vendas através do Copywriting precisa se preocupar primeiramente em criar conteúdos de alta qualidade, sempre com novidades, tendências e informações atualizadas para seus leitores e além de tudo isso, deve seguir as melhores práticas das técnicas de SEO (otimização de mecanismos de busca e palavras-chave), afim de conseguir rankear o conteúdo nas melhores posições. Em artigos anteriores eu abordei esse tema e a importância destas técnicas para que o site ou página das redes sociais tenha melhor relevância nas pesquisas orgânicas feitas pelos usuários.

 

Todo este direcionamento será necessário para que o público leitor tenha uma motivação e continue lendo ou assistindo o seu conteúdo. É muito importante em toda esta trajetória fazer com que ele tome uma ‘ação’ ao finalizar a leitura ou a visualização do vídeo em questão. Se você não solicitar para este leitor ou visitante de sua página compartilhar, deixar um comentário ou cadastrar-se em seu site, dificilmente eles tomarão essa ação por conta própria. Note como cada detalhe é importante nessa trajetória do potencial consumidor em adquirir o produto ou contratar o serviço. Cada detalhe conta muito. Que tal repensar suas estratégias de Marketing Digital com a possibilidade de integrar as técnicas de Copywriting em suas ações? Pode ter certeza que fará uma baita diferença.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Criptomoedas e o futuro da economia internacional

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Primeiramente é muito importante entender o que na verdade são as tais ‘criptomoedas’. Segundo o site Wikipedia, uma criptomoeda é um meio de troca descentralizado que utiliza tecnologia de blockchain e da criptografia para assegurar a validade das transações e a criação de novas unidades da moeda. O Bitcoin, a primeira criptomoeda descentralizada, foi criado em 2009 por um usuário que usou o pseudônimo Satoshi Nakamoto. Mas o que mudou de lá pra cá? A moeda digital vem evoluindo de uma forma constante e até o Facebook anunciou oficialmente nesta semana a Libra, sua própria criptomoeda.

 

Para alguns céticos, a moeda digital é ainda um ponto de interrogação, pois que a mesma não é como a moeda real. Para outros, tais como o bilionário Warren Buffet, o mercado de bitcoins não passa de uma “bolha real”. Considerado um dos melhores investidores do mundo, ele declarou que “é bem provável que a bolha bitcoin não termine bem”. Mas por que ele disse essa afirmação? Será que os investidores em criptomoedas estão mesmo correndo risco? Temos que entender melhor o que está acontecendo com a economia global.

 

Dados retirados do site Empiricus, no começo do ano passado afirmam que hoje a dívida global ultrapassa os 233 trilhões de dólares, o que corresponde a mais de 300% do PIB mundial, sendo que aproximadamente 11 trilhões de dólares estão rodando a juros negativos – ou seja, desconsideradas situações especiais, o investidor que aposta neste mercado, está aceitando a princípio ter um retorno negativo, certo? Repare o nível que estamos. Isso não pode estar relacionado a um sistema financeiro saudável, não é verdade? O que foge a regra para algumas pessoas é que, em alguma medida, o sentimento de descrença perante as criptomoedas resulta justamente da desconfiança do sistema financeiro tradicional que atualmente está endividado e que foi assumido por parte da maioria dos países do mundo. Realmente, na minha humilde opinião, não acredito que a moeda digital possa ser a salvação da economia global. Por mais que ela tenha toda a sofisticação da tecnologia blockchain e criptografia avançada, nós sabemos que no âmbito da Internet, tudo pode ser invadido por hackers, através de recursos ainda mais avançados, e que estes especialistas em computação cibernética sabem muito bem, até onde podem chegar. Aplicativos mensageiros tais como WhatsApp e Telegram juram de pés juntos que são imunes a ataques e que tudo o que é relatado em conversas de seus usuários dentro dos apps são criptografados e armazenados com total segurança. Mas não é isso que está acontecendo. Juízes e autoridades brasileiras tiveram suas conversas expostas por hackers, o que denegriu e manchou de forma negativa a credibilidade deles, e mostrou que esses apps de mensagens não são tão seguros quanto parecem. Redes sociais constantemente são alvos, celebridades, artistas e até instituições financeiras tem sofrido com ataques. Com tudo isso em voga, eu te pergunto, será mesmo que a moeda digital é segura? Imagine você investindo o seu patrimônio em bitcoins e da noite para o dia, sua conta some, sem nenhuma explicação? Sinceramente, eu não “pago para ver”.

 

Acredito que esse assunto ainda vai dar muito “pano para manga”, principalmente agora com a entrada do Facebook nesse mercado e a criação de sua moeda digital ‘Libra’. A ideia inicial de Mark Zuckerberg é de transformar o WhatsApp, Instagram e o próprio Facebook em dispositivos que aceitam pagamentos digitais através de leitores do tipo QR Code e promete popularizar as transações com criptomoedas. Para alguns foi uma jogada um tanto ousada do CEO, mas ele não está sozinho nessa. Outras gigantes da tecnologia como Visa, Mastercard, Uber e PayPal também se uniram para criar a Libra Association, organização sem fins lucrativos que será responsável pela administração e implementação da moeda. Bom, será preciso acompanhar o desenrolar deste projeto e também no decorrer deste mercado ‘revolucionário’ para realmente termos certeza se valerá à pena ou não apostar nas criptomoedas.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

 

Educação: A chave para um mundo melhor

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Ao ler o título deste artigo tenho até um certo orgulho em afirmar que a educação é, sem sombra de dúvida, a única chave para destravar um mundo com diversos problemas. Para o nosso país sair dessa crise institucionalizada e voltar a crescer somente com investimento maciço em educação. A educação é a porta de entrada que todos nós, privilegiados ou não, temos quando crianças para poder começar a entender e enxergar o mundo em que vivemos. Sem a educação, somos como animais irracionais que não pensam e não conseguem distinguir parâmetros intelectuais de uma sociedade que vive em conjunto, entre outras realizações que somente o estudo nos proporciona. Por exemplo, ao estudar todos os dias, todos nós desenvolvemos habilidades, aptidões, conhecimentos e senso crítico de uma série de questões, que vão além da nossa percepção individual. No caso da própria realidade em que estamos confinados. É uma realidade difícil, cruel e muito complexa. Nos países mais pobres do mundo, não vemos escolas, não vemos professores, não vemos alunos e não vemos progresso. Tudo isso somado à má distribuição de recursos vitais para a sobrevivência humana, que é a saúde e o saneamento básico, se torna um problema social gigantesco que leva milhares de pessoas, todos os anos, a situações de doenças e mortes. Infelizmente com todos os recursos que temos hoje e a tecnologia cada vez mais avançada, ainda temos que encarar problemas básicos da falta de educação em diversos locais do mundo. No Brasil mesmo, quantas e quantas vezes você viu nos telejornais e na mídia em geral reportando o descaso por parte dos governantes com a educação? Da falta de consideração com os professores que recebem míseros reais para poderem a cada dia enfrentar uma batalha e levar um pouco de conhecimento para os jovens de todo o país? Da corrupção suja que envolve esse setor, com milhares e milhares de reais em verbas sendo desviadas todos os meses? É uma realidade apavorante e que vai ficando mais evidente à medida que entendemos a educação, pelo menos em nosso país, é negligenciada. E por que de ser assim?

A educação é poder nas nossas mãos. É poder na mão da sociedade, que hoje vive um marasmo, uma apatia e uma obediência perante os poderosos. Que tem preguiça de ler um livro, de capa a capa. É triste constatar que 40% da população brasileira é constituída de analfabetos. E poderia ser diferente se houvesse compromisso com a educação. Pois a maioria deveria saber que com um papel e caneta na mão, somos nós que fazemos a revolução e mudamos os paradigmas de nossas vidas. Revolução primeiramente em nossa casa, com nossa família e com os amigos. Ao se dedicar aos estudos, todos nós temos oportunidades de melhorar. Oportunidade de mudar de vida, de ganhar mais e mais conhecimento, de conseguir um emprego melhor, de evoluir como ser humano e como profissional; e principalmente, de fazer com que as futuras gerações possam usufruir também do que nós estamos usufruindo.

Enquanto a educação não for levada a sério por todos nós, ela nunca poderá ser utilizada para mudar a realidade que vivemos. Investir em educação é sempre o melhor investimento, pois tudo que aprendemos ninguém poderá tomar de nós. O ladrão pode roubar seu celular, seu carro, sua casa e até seu cachorro, mas ele nunca irá roubar a educação que você adquiriu. Ela perpetua em nós para todo o sempre e a cada ensinamento, um aprendizado que nos faz querer ensinar também um amigo, um irmão, pai e mãe. Temos que levar muito a sério tudo isso e colocar a educação sempre em evidência. Como disse Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Que tal ser o protagonista do filme da sua vida?

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Imagine-se vivendo todos os dias um enredo de filme. Você acorda bem cedo, prepara o seu desjejum matinal, faz a sua higiene pessoal e parte para o seu serviço. Ao chegar lá, você organiza a sua mesa e inicia as suas atividades. Dez minutos depois, chega o seu chefe com vários papéis, arquivos e documentos; e caminhando até a sua direção, “despeja” tudo aquilo em sua mesa. Sem nem sequer dar um ‘bom dia’ para você, já vai falando sobre os “pepinos” que você precisa resolver. Pronto! O que poderia ser um maravilhoso dia de trabalho se transforma em um pesadelo, pois que você tem prazo de um dia para cumprir todas as tarefas que foram solicitadas. Você, que até o momento estava sorrindo, já franze a testa, muda o seu semblante e começa a executar as tarefas com aquele peso nas costas. Estressado(a), não consegue se concentrar e o pior, não vê a hora de chegar meio dia para poder sair daquele ambiente.

Esse enredo de filme é semelhante ao que muitos profissionais se deparam quase que todos os dias em seus locais de trabalho. Tem um pouco de tudo: comédia, ação, drama, terror e até mesmo aventura. Quando você se dispõe a exercer o seu cargo com total compromisso, responsabilidade e iniciativa, pode se preparar que todos os dias serão testes, mais testes e desafios para ver até que ponto chega o seu ‘limite’. Ainda mais em tempos de ‘crise’, no qual as empresas estão literalmente se adequando de tudo quanto é jeito para se manterem firmes e atuantes no mercado, pressionando seus colaboradores e cortando ‘gordura’ a cada mês.

Mas onde entra o principal protagonista neste roteiro ou história? Como nos filmes, todos os atores e atrizes desempenham seus papeis de forma a cativar a audiência e fazendo o possível e o impossível para que aquela película seja um sucesso. Quantos e quantos filmes foram um sucesso estrondoso e quantos outros fracassaram? Não sei o número exato, mas tenho certeza que os filmes que fracassaram superam os que fizeram sucesso. No mundo dos negócios também é assim. Muitas empresas em seus primeiros anos não conseguem se manter ativas e afundam. A culpa nem sempre é do tipo de negócio, mas sim do protagonista, que não conseguiu ‘atuar’ de maneira correta na administração da empresa e colocando tudo a perder, leva um baita prejuízo. E como fazemos para reverter essa situação? Ao invés de um final triste e lamentável, chegarmos em um final feliz? Uma das respostas para essa pergunta pode ser encontrada nessa frase: Seja você o protagonista do filme da sua vida! Ninguém melhor que você mesmo para tomar as rédeas do seu roteiro. E o roteiro às vezes nem sempre é o que queremos. Se você está desempregado e não consegue encontrar uma luz no fim do túnel, tenha calma! Se todos os dias você acorda se perguntando o que fazer para mudar de vida e conquistar um lugar ao sol, eu sei bem como é, pois já passei por tudo isso. Sei que todos nós buscamos conquistar o nosso espaço, isso faz parte da natureza humana. Ser aceito(a), e ter prestigio em nossas atividades diárias é a maior recompensa que ganhamos. Mas para tudo isso se concretizar é preciso ter um dom que não se adquire na escola, na faculdade e no barzinho com os amigos. É preciso fazer o que precisa ser feito, na hora e no momento certo. É entregar mais do que o combinado. É vivenciar aquela cena que eu descrevi no começo deste artigo, e ao invés de mudar o semblante e ficar estressado com a solicitação do chefe, agradecer a oportunidade e dar o seu melhor. O ser humano evolui muito, inclusive nessas horas, em que é perturbado, é humilhado e até mesmo desmerecido, seja no ambiente de trabalho, na escola, faculdade, e etc.

Por que estou dizendo tudo isso? Porque para ser protagonista do enredo do filme da sua vida, você precisará passar por muito estágios, ciclos e situações difíceis. Mas vai enxergar sempre a luz no final do túnel, pois que tomou as rédeas do seu filme e isso ninguém vai tirar de você. Para encerrar, deixo essa frase como inspiração, retirada do filme – O Curioso Caso de Benjamin Button: “A vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas só pode ser vivida olhando para frente”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A IMPORTÂNCIA DA TAXA DE CONVERSÃO NOS NEGÓCIOS

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Qual o maior desafio, nos dias de hoje, para as empresas que investem no Marketing Digital para aumentar seus resultados? Talvez seja o número total de vendas no fim do mês. Talvez seja a tão preocupante ‘Taxa de conversão’. Ou quem sabe, talvez seja o número total de visualizações que determina publicação / post alcançou. Enfim, mas do que todas estas questões, o que faz com que esta vertente do Marketing seja tão necessária e almejada atualmente?

Começamos pela forma como os produtos e serviços estão sendo disponibilizados para a sociedade. Digitalmente falando, o mundo está mudando e o nosso dia a dia também está mudando radicalmente. É só observarmos o jeito como pedimos uma pizza, o jeito como pedimos um táxi, o jeito como nos hospedamos, o jeito como nos comunicamos com nossas famílias e amigos, etc. Em conseqüência disso tudo, o jeito como as empresas estão lidando, ou na medida do possível, tentando lidar com as mudanças constantes da ferramenta de Marketing Digital também se torna relevante, pois que a abordagem ao potencial cliente / consumidor já mudou. É fato de que todos nós estamos mais cuidadosos na hora de comprar um produto e/ou contratar um determinado serviço. Aquele impulso que antigamente, muitos tinham, está dando lugar para a cautela, somado a pesquisa de dados e informações na Internet e nas redes sociais.

Mas o que as empresas esperam ao contratar serviços direcionados ao Marketing Digital delas? Aumentar a taxa de conversão e suas vendas? Sim. Essas duas questões são as mais necessárias. Se a taxa de conversão da empresa A, é maior que a taxa de conversão da empresa B, a empresa B está levando prejuízo. Isso independente do tipo de serviço, o atendimento inicial e o pós-atendimento. Os esforços para se vender mais e mais, estão chegando em um ápice nunca antes visto. É verdade, nós somos “bombardeados” por anúncios o dia todo. O que antes era direcionada a uma realidade física, passou a progredir para uma segunda realidade, a ‘virtual’. Na maioria dos comerciais, seja de TV ou nos primeiros segundos do vídeo que você selecionou para assistir, o mesmo reforça a compra também através do app e site e-commerce. Pois que a venda acontece em duas realidades. E é nesse ponto que eu quero chegar, que é a taxa de conversão gerada pela quantidade de pessoas que viram o anúncio, acessaram a plataforma ou foram até a loja física e efetuaram a compra do produto ou aquisição do serviço. Esse caminho, mais conhecido como a “trajetória”, que o consumidor percorre, é cheio de questões relevantes. Em poucos segundos ele pode desistir da venda e o que poderia retornar a favor da taxa de conversão, não se concretiza. Estes poucos segundos, na maioria dos casos, também são muito específicos. Se ele ou ela não foi bem atendido, a venda não se concretiza. Se ele ou ela encontrou alguma dificuldade em obter mais informações do produto ou serviço, este potencial comprador muda para outra empresa e/ou fornecedor. Se ele ou ela encontrou muita burocracia no site e-commerce que deseja comprar, pode ter certeza que esse potencial comprador já está acessando o site da concorrência, e por aí vai.

São vários exemplos de como a venda é perdida em um estalar de dedos e a taxa de conversão da empresa sofre. Por isso, muito mais do que ter uma estratégia de Marketing Digital profissional e que esteja alinhada a cultura da empresa, é preciso também investir no departamento de vendas e atendimento ao cliente / consumidor. Todos estes departamentos precisam estar bem uns com os outros a todo instante, afim de que as empresas sejam bem sucedidas em suas ações e campanhas direcionadas aos seus públicos. Estar a par das mudanças é um talento nato de todo empresário e empreendedor bem sucedido. A mudança é constante e sempre será. Parafraseando Peter Drucker: “A melhor forma de gerenciar a mudança é criá-la”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O ‘boom’ dos aplicativos de entregas de comida

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‘iFood’, ‘Rappi’, ‘UberEats’, etc. Alguém aqui já pediu comida através destes aplicativos de entregas? Tenho certeza que sim. Esta tendência veio para ficar e já estamos nos familiarizando com estas empresas que trouxeram este novo conceito, de que é mais fácil e rápido pedir comida através dos aplicativos do que cozinhar. Vamos começar com o exemplo do app iFood. Segundo dados da Internet, o aplicativo está presente em 483 cidades no Brasil e faz 14,1 milhões de entregas por mês — ou cerca de 470 mil pedidos diários. É o maior aplicativo de entregas da América Latina e recentemente mudou de endereço. Agora o novo escritório, inaugurado em meados de 2018, fica em um espaço de 12 mil metros quadrados em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Com toda esta estrutura, o iFood tem deixado para trás a concorrência. A empresa é 16 vezes maior que a segunda colocada no Brasil, o Uber Eats, e afirma que já vale mais de 1 bilhão de dólares. Mesmo com o mercado aquecido, o maior concorrente do iFood continua sendo, acredite se quiser, o fogão. O intuito de todos estes apps de entregas de comida é de que as pessoas parem de cozinhar. Ao solicitar o serviço de delivery cada vez mais, as pessoas terão mais tempo para realizar outras atividades, talvez mais importantes, no ponto de vista dos aplicativos. Sabemos que cozinhar toma um tempo muito grande, mas por um lado, também devemos pensar no consumo exagerado que a população está confinada. Uma pesquisa realizada em 2016 pelo iFood junto ao IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) entrevistou mais de 1.800 pessoas de diversas cidades e constatou que 56% dos entrevistados consomem comida de delivery toda semana. Destes, 14% realizam pedidos mais de duas vezes e 18% pedem em média duas vezes na semana. Os horários de maior pedido são o jantar no final de semana, que compõe 67% dos pedidos, seguido de jantar durante a semana e o almoço aos sábados e domingos.

Outra polêmica envolvendo estes apps de entregas de comidas é a respeito dos motociclistas que prestam serviços para essas companhias. No ano passado, o Grupo de iFood foi multado em R$ 1 milhão por desrespeito as leis trabalhistas. Foi feita uma análise pelos fiscais do Ministério do Trabalho a situação de 675 trabalhadores. Entre as irregularidades estão a falta de registro na carteira dos motociclistas e o não recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o auditor fiscal Sérgio Aoki, que coordenou a investigação, um elemento que configura o vínculo empregatício é a subordinação, evidenciada pelo sistema de avaliação de motoristas. A Rappido (Grupo de iFood), afirmou que tomou conhecimento da multa e que “exerce suas atividades de acordo com a legislação brasileira aplicável e que opera conectando prestadores de serviço de entrega a usuários, sendo um complemento a renda de motociclistas autônomos”. Realmente, no meu ponto de vista, esta discussão ainda vai dar muito o que falar.

Uma coisa é certa. Estamos vivendo um ápice de tecnologia e mudanças bastante profundas de paradigmas. Nestes tempos de revolução tecnológica, a sociedade, a cada dia que passa, se vê mais e mais ‘escrava’ das tendências tecnológicas, onde buscam rapidez, conforto, segurança, praticidade, etc. Mas até que ponto a sociedade está disposta a pagar o ‘preço’ de todos estes benefícios? Albert Einstein disse uma vez: “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)