Nunca é tarde para aprender algo novo

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Você já deve ter ouvido ou lido o título deste artigo em algum lugar, certo? Digo isso porque eu já li e ouvi, muitas e muitas vezes. A necessidade que cada ser humano tem de aprender coisas novas é incrível. Algumas pessoas confundem esse sentimento com a ansiedade. Mas me diga, não é bom sentir ansiedade quando se está prestes a aprender algo novo? Seja dirigir um veículo, um novo idioma, aprender um instrumento musical e etc. Nossa vontade de aprender está ligada ao nosso gene e isso fez toda a diferença, inclusive nos tempos das cavernas, quando os primeiros seres humanos que habitavam a terra ainda estavam em fase de adaptação e lutando (literalmente) para sobreviverem. Para que eles tivessem sucesso em suas caças e também na fuga contra animais perigosos, nossos antepassados aprenderam a comunicação, desenvolveram estratégias de ataque juntamente com o trabalho em equipe. E é por isso que aprender também faz parte de nosso convívio social. Quando crianças somos colocados na escola com o simples intuito de aprender e fazer amizades. Já nos primeiros anos de ensino começamos a entender que o aprendizado sempre estará conosco, em todos os momentos de nossa vida. Tanto que, as crianças que mais se destacam, são aquelas que sentem prazer em aprender. Várias pesquisas já confirmaram que crianças desinteressadas, quando se tornam adultas ganham menos dinheiro. O interesse em aprender, não cabe apenas ao professor, e nem aos pais, cabe muito mais ao indivíduo, que ao reconhecer essa poderosa forma de “crescer na vida”, irá tirar proveito do jeito que achar melhor.

Por isso digo que aprender algo novo nunca será tarde, para ninguém, seja criança ou mesmo uma pessoa na terceira idade. Muitas inclusive, dizem a mesma frase: “Não posso… Agora estou com outros problemas… Estou muito velho(a) para isso…” e por aí vai. Algumas das pessoas mais influentes do mundo, só fizeram sucesso depois da meia-idade e idade avançada. Vicent Van Gogh, um dos pintores mais aclamados no mundo, até os 27 anos só desenhava. Samuel L. Jackson, um dos atores mais bem pagos de Holywood começou a ganhar dinheiro com filmes após os 40 anos. O inventor do macarrão instantâneo, Momofuku Ando, considerado uma das maiores invenções japonesas, fez sucesso com seu produto depois dos 60 anos. Todos eles tiveram que aprender e re-aprender, muitas e muitas vezes até atingirem o objetivo estabelecido. É preciso ter ânimo para aprender mais e mais.

Digo por experiência própria que sou um eterno aprendiz. Todos os dias eu aprendo coisas novas. Seja na leitura de bons livros, assistindo bons filmes, conversando e interagindo com as pessoas de minha cidade, com a minha família e etc. Aprender é tudo de bom e traz verdadeiros milagres em nossas vidas. Pode acreditar. Convido você a aprender algo novo a cada dia. Busque assuntos que você mais gosta. Busque a inspiração na natureza e em coisas simples. Nesse mundo em que vivemos com tanta tecnologia e caos, o melhor é poder encontrar novas perspectivas para nossos afazeres, sem que se torne uma rotina monótona e exaustiva. Como disse o célebre Bob Guns: “A performance de hoje é o produto do aprendizado do passado. A performance de amanhã é um produto do aprendizado de hoje.”

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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O QUE VALE MAIS, A RIQUEZA OU A PROSPERIDADE?

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Assim que pensei no título deste artigo me veio uma lembrança, dos meus tempos de criança. Sempre que eu ouvia a palavra riqueza, automaticamente pensava no desenho animado do Tio Patinhas (Duck Tales – título original inglês). O grande ápice era quando o Tio Patinhas e seus sobrinhos mergulhavam na “piscina” de moedas de ouro e faziam o possível e o impossível para proteger todo aquele patrimônio. Era uma imensa alegria para mim, naquela época assistir o desenho, mesmo sem me dar conta da real importância do dinheiro na vida das pessoas. Chega até ser engraçado, se for pensar bem, o valor que todos nós damos ao dinheiro na infância. Diferente do valor que damos à prosperidade. Lembro-me muito bem de ter sido instruído pelos meus pais a sempre ajudar os mais humildes, seja com alimentos, roupas, ou até mesmo um ‘dinheirinho’. Ao passar dos anos e manifestando a prosperidade em meu dia a dia, eu sentia que uma força estava agindo dentro e fora de mim. E também percebi que algo estava girando em minha vida. É impressionante a ligação que existe entre a riqueza e a prosperidade. Infelizmente não são todos que adquirem tal noção no tempo de infância, às vezes pela falta de instrução dos pais, família, parentes ou até mesmo pela falta de interesse. No mundo em que vivemos, você pode ter certeza que existem pessoas ricas que se comportam como pobres. E pessoas pobres que se comportam como ricas. Uma pessoa rica que não possui prosperidade, no dia que ela ficar pobre, dificilmente será rica novamente. Um exemplo contrário disso são os imigrantes. Se fosse tão difícil ser próspero sem dinheiro, como é que eles saem de seus países devastados pela guerra, onde geralmente perderam todos os seus bens, chegam somente com a roupa do corpo e novamente se tornam milionários? O segredo está aí. É a prosperidade que traz dinheiro na vida das pessoas.

Então, quando se deparar com uma pergunta dessas, é de extrema importância uma auto-avaliação. Você quer ser rico? Todos querem. Mas, você está sendo próspero? Nem todos conseguem. A roda da abundância que existe na vida de todos nós, só vai girar corretamente quando aprendermos que no Universo de nossa realidade (um lugar abundante), têm oportunidade para todos. Mas sem entender a importância da prosperidade e a ligação que existe com a riqueza, um desequilíbrio em nosso Universo irá se formar. Ganhar mais dinheiro é uma condição que todos nós temos direito, mas somente acumulá-lo não adianta, pois dinheiro sozinho não resolve nada. É preciso ter saúde, amizades, bem-estar e energia para aproveitá-lo. E logicamente mais energia para produzir mais riqueza e mais prosperidade. Pense nessa relação e o que a prosperidade trará em sua vida. Parafraseando o saudoso Tim Maia: “Vale mais, quem sabe mais. Todos vão saber também”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

ORDEM E PROGRESSO X DESORDEM E RETROCESSO

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Metade do ano já se foi. O mês de julho finalmente chegou, e como era de se esperar, a massa gelada também veio dar as boas vindas à todos nós brasileiros. Economistas mais otimistas diziam, há cerca de um ano atrás que a economia daria sinais de recuperação justamente nesse período. Talvez eles estivessem com o otimismo elevado, pois ainda não é o que estamos vendo. Podemos sim, considerar que em alguns setores (muito poucos) tiveram uma alta. Só que não podemos nos esquecer, que esses mesmos setores receberam uma “injeção de ânimo”, como é o caso da agricultura e os agronegócios.  De fato, o tempo ajudou, com um volume de chuvas fora do normal, o que para investidores corajosos, é um sinal positivo, juntamente com o governo, que sabe mais do que ninguém da importância da exportação de nossos produtos.  Parece que o Brasil dá dois passos, e volta dois. De um lado, vemos um pouco de progresso. Mas do outro, é uma vergonha o retrocesso que no Brasil se faz evidente. Infelizmente, cada caso de corrupção descoberto é uma bomba para o povo brasileiro. Temos um presidente que prefere se esconder atrás daquela música do Chitãozinho e Xororó – “Vou negando as aparências, disfarçando as evidências” e um Supremo Tribunal Federal que não sabe tomar decisões que precisam ser tomadas, e em curto prazo de tempo. Estamos vivenciando um retrocesso jamais visto e que, se vai fixando em todos os âmbitos da nação. Será que ainda existe uma luz no fim do túnel? Será que é mais fácil desistir do Brasil e ir morar no exterior? Grande parte fica em dúvida. É verdade, até eu que o diga. Somos uma piada pra quem vem de fora. Nosso país tem até o apelido de “Churrascaria” nos outros países.

O que fazer para mudar esse quadro? Pessoas que vão morar fora, sentem saudades de nosso país. O Brasil tem características que não se comparam com nenhum outro lugar. Por isso, temos que dar o merecido valor onde moramos. É preciso dar o exemplo e ser exemplo no dia a dia. Foi assim que os outros países se tornaram “primeiro mundo”. O que o Brasil tem de bonito, tem também de feio. Nossa cultura é uma das piores que já existiu. Uma “cultura de ignorância” se é o que se pode chamar. São tantos absurdos que vemos, e hoje é até mais difundido, inclusive através das redes sociais. Mais da metade do que você visualiza no seu ‘feed de notícia’ é descartável. Temos uma ferramenta poderosa que pode ser usada a favor do interesse de tornar esse país, um Brasil de primeiro mundo, mais o que assistimos dia após dia é a desordem e o retrocesso. Ainda vai demorar muitos anos, até que isso mude de figura. A manutenção do analfabetismo também é a grande vilã. E com ela, essa crise fabricada por políticos gananciosos se agarra e não quer soltar. É nosso dever, mais do que nunca, acabar com essa manutenção de retrocesso e colocar nosso querido Brasil de volta aos trilhos.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Onde está a qualidade de vida no trabalho?

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Recentemente fiz um curso intitulado “Qualidade de Vida no Trabalho”. Um curso muito bom por sinal, me fez entender melhor o quão importante é esse assunto e sem dúvida, como deve ser levado a sério em todas as empresas e até mesmo pelos colaboradores. Mas eu faço uma pergunta: Onde está a qualidade de vida no trabalho? Se a resposta desta pergunta for fácil de ser respondida, por que é que a cada dia vemos mais e mais desempregos, pessoas se ausentando de suas atividades, uma enorme rotatividade do trabalho (turnover), acidentes, etc? A qualidade de vida no trabalho está inserida em uma série de questões, tais como na ergonomia, na higiene, na organização, na segurança, no layout, e por aí vai. A empresa que investe em qualidade de vida no trabalho sabe que todo o esforço é válido e surtirá efeitos imediatos, não somente nos resultados financeiros da mesma, mas ao colaborador que se sente valorizado em ambiente organizacional.

É válido afirmar que, o trabalho foi e sempre será, uma atividade central na vida das pessoas de diferentes comunidades. Nos centros urbanos e até mesmo no interior, o trabalho serve como atividade para que a sociedade se estabeleça e produza uma economia sustentável. E a qualidade de vida não pode ser deixada de lado. Manter um relacionamento honesto e ético dentro e fora da atividade de trabalho, agir com transparência e se comportar de forma correta, são modelos que toda organização espera de seus colaboradores. O colaborador precisa também seguir uma lista de regras básicas, a fim de realizar a sua função da melhor maneira, pois cabe a ele ou ela, o sucesso ou fracasso da oportunidade que foi lhe concedida. E isso também está relacionado à qualidade de vida, pois a questão não é somente da empresa prover um ambiente amigável e transparecer informações necessárias ao empregado e programas de qualidade, se o mesmo não está respeitando ou até mesmo, realizando as atividades dentro das normas da companhia. O termo ‘qualidade’ resume em uma só palavra, uma gama de processos, aos quais, a maioria das empresas está preocupada. Ainda mais nos dias de hoje. Sem a qualidade, a empresa começa a ter sérios problemas, não só em resultados, mas também em suas equipes, com gestores, diretores, etc. E é por isso que venho novamente refletir sobre a pergunta feita anteriormente e vejo que quanto mais as empresas investirem na qualidade de vida no trabalho, fica mais fácil delas se saíram de crises e momentos difíceis. Pois a chave para resolver grandes problemas, não está escondida. Muita das vezes está à vista de todos, mas não enxergam, por conta dos ‘maiores problemas’ em evidência. A medida que todos vão começando a pensar ‘fora da caixa’, soluções começam a pipocar e novos modelos e processos começam a serem inventados. A qualidade de vida no trabalho surgiu assim e, é por isso deve ser levada em consideração sempre.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Treinamento para Colaboradores, vale a pena?

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Na medida que um empresário vai expandindo os seus negócios, ele se depara com uma questão muito importante nos dias de hoje: O treinamento para seus colaboradores. Muitos donos de empresas não sabem o quanto investir em um treinamento pode ser crucial para que o colaborador produza mais dentro da empresa e se sinta mais motivado no dia a dia. Eu digo ‘crucial’ porque na maioria dos casos, um colaborador, apenas um, pode acabar com a reputação e credibilidade de uma empresa, apenas oferecendo um atendimento insatisfatório aos clientes e público-alvo. A primeira atitude a ser feita por parte do dono é sem dúvida, ter consideração por este colaborador. Ele não pode ser tratado como ‘mais um’ e sim deve ter o seu cargo, ou função levada muito a sério. É preciso que o dono conceda ao colaborador todas as informações necessárias para que o mesmo possa realizar o seu trabalho da melhor forma, inclusive com o auxilio de ferramentas úteis para a execução das tarefas, e isto vale para qualquer área e, ou setor da empresa.

O treinamento por sua vez, vai ser uma oportunidade de crescimento ao colaborador, que em um primeiro momento para ele ou ela, pode parecer um desafio, mais que aos poucos, irá criar uma espécie de compromisso a mais ao colaborador, mostrando a ele ou ela, a importância de se manter atualizado, motivado e empenhado na busca de resultados positivos para a empresa. Tudo depende também do tipo de treinamento aplicado a este colaborador e a pessoa e, ou profissional que estará realizando este treinamento. Não é válido iniciar um trabalho deste porte com uma pessoa que não está comprometida também com a melhora da empresa em um todo e os objetivos estabelecidos para se alcançar maiores resultados dentro da companhia. Geralmente, este profissional que irá ministrar o treinamento precisa ter uma grande experiência, conhecimento e destreza não só na área de atuação da empresa, mais também com a questão de se relacionar bem com as pessoas. Tudo isso irá gerar uma confiança por parte do colaborador com o treinador, e fortalecendo este vinculo, dificilmente ele sofrerá rupturas, ao longo do processo. Em tempos de crise, é preciso sim investir em treinamentos aos colaboradores, a fim de reter estes talentos para a empresa. Se você é empresário, dono de estabelecimento ou microempreendedor, não deixe de lado esta possibilidade e saiba que a consideração com seu colaborador pode trazer grandes melhorias para o seu negócio. Lembre-se da famosa frase do jogador de basquete, Michael Jordan: “Talento ganha jogos, mais trabalho em equipe e inteligência ganha campeonatos”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A ECONOMIA CRIATIVA PODE SALVAR O SEU NEGÓCIO

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Você, com certeza, já deve ter ouvido falar de “Economia Criativa” nestes últimos anos e como ela vem se expandindo em vários países, inclusive no Brasil. De acordo com a Wikipedia, a Economia criativa é o setor da economia formado pelas indústrias criativas (se relacionada à produção e distribuição de bens e serviços que utilizam a criatividade e as habilidades dos indivíduos ou grupos como insumos primários). São ações e atividades nas quais a criação e o capital intelectual resultam em matéria-prima para o insight, produção e distribuição de bens e serviços. Nesta nova tendência de mercado, o processo de criação é tão importante quanto o produto final, ou seja, uma cadeia de produção que foca no conhecimento, sendo capaz de gerar riqueza, empregos e renda.

E o que tudo isso tem em comum com o seu tipo de negócio? Como a Economia Criativa pode servir de instrumento para gerar melhores resultados em sua equipe e na sua empresa? Vamos pegar um exemplo de alguns anos atrás, quando a plataforma UBER foi lançada. A empresa simplesmente reinventou um mercado que estava em uma enorme zona de conforto. Com uma estrutura enxuta, a Uber já possui valor de marca maior que gigantes da indústria. Com nenhum carro em sua frota e pouco mais de 8 milhões de funcionários no mundo inteiro, ela vale mais que a GM. A Uber não veio para substituir o táxi, mas obrigou taxistas a reverem suas condutas e atendimento. Muitos taxistas perderam mercado. E com as mudanças que estão ocorrendo no mundo, quem não se adaptar irá perder espaço.

Apresentar um modelo de negócio mais criativo e alinhado com estas novas mudanças da sociedade é uma saída para que a sua empresa obtenha fôlego e ganhe mais clientes. Atualmente o mercado é muito dinâmico e dependendo do seu foco, você poderá moldá-lo dentro de um novo modelo. Hoje já sabemos que os novos modelos de negócio devem priorizar a interação digital, serem práticos, transparentes, seguros, colaborativos e sem burocracia. Com os avanços da tecnologia, é muito fácil aplicar conceitos inovadores à empresa e alinhá-los com a cultura organizacional da mesma. O que não pode é realmente ficar estacionado no tempo, de braços cruzados, sem realizar nenhuma ação que seja favorável e essencial à saúde da empresa. Comece hoje a usufruir da Economia Criativa e salve o seu negócio. Com criatividade, persistência, motivação e empenho, este novo modelo poderá contornar a tão temida crise e elevar os bons resultados.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Chatbots e a Revolução Digital

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Imagine um futuro não tão distante, em que robôs estarão ocupando várias vagas de empregos e realizando diversas funções em conjunto com os seres humanos. Você deve ter imaginado aqueles filmes de ficção-científica, tais como, Eu Robô (2004) e Blade Runner (1982). A evolução tecnológica já está permitindo robôs conversarem com humanos através de chats (mais conhecidos como bate-papo virtual). É sobre este assunto que estarei comentando neste artigo.

Antigamente o hábito de falar ao telefone poderia parecer que nunca iria se extinguir, claro, precisamos conversar com pessoas que estão distantes. Hoje ao ver a grande parte da população utilizando seus smartphones para digitar, ao invés de falar, é realmente incompreensível para algumas outras pessoas. Este é o novo hábito mundial. E o que podemos tirar de lição disso tudo? As pessoas gostam de ‘teclar’ (digitar frases, palavras em um teclado virtual). As pessoas sentem prazer em inserir ‘emoticons’ em suas conversas. As emoções agora são, em boa parte, virtuais. Os sentimentos invadiram esses equipamentos eletrônicos avançados. E qual seria o próximo passo nesta equação?

A integração de robôs em chats, entre outros mecanismos de conversação on-line já estão sendo bastante utilizados. Os Chatbots prometem ser uma revolução (mais uma), em meio a comunicação das pessoas no dia a dia. Você provavelmente já deve ter conversado com um robô, ou ‘assistente virtual’ navegando na Internet. Notou alguma diferença? O Atendimento foi satisfatório? Se tivesse sido um ser humano, ao invés do robô, teria sido melhor? Certos questionamentos fazem nos refletir o quanto, ainda mais nos dias de hoje, o bom atendimento pode trazer. Se os robôs darão resultados melhores que os humanos? Essa é uma pergunta muito crua ainda para ser respondida. Só não podemos olhar com negativismo. Pois a maioria das invenções que o ser humano criou com o intuito de servir-lhe socialmente e trazer benefícios, deram certo. É preciso entender as gerações e a revolução que já está ocorrendo.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

WhatsApp como Ferramenta de Marketing

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A ascensão do WhatsApp não é novidade para mais ninguém nos dias de hoje. 97% dos brasileiros usam este aplicativo como principal meio de comunicação. Quando o WhatsApp chegou no Brasil, no ano de 2009, a proposta “grátis” chamou bastante a atenção e foi um grande atrativo para as pessoas já habituadas com a tecnologia avançada dos celulares e smartphones. Não demorou muito para se tornar o app com maior número de downloads no país. Realmente virou uma ferramenta indispensável para qualquer setor ou área de mercado.

O WhatsApp inicialmente foi lançado com uma única função: mensagens – e ainda é o principal recurso. Foram integradas outras possibilidades, tais como o envio de mensagens de áudio, a chamada por voz e, mais recente a chamada por vídeo.  O grande “barato” do app também são os emojis (figuras emotivas) que a maioria dos usuários utilizam nas mensagens para expressar seus sentimentos, emoções, desejos e aspirações. Sabemos que a grande maioria das pessoas utilizam o WhatsApp mais para falar com amigos e família, se tornando algo bem íntimo por se tratar de um meio de comunicação direto. E como podemos usar o WhatsApp como ferramenta de Marketing para aumentar o retorno com vendas, a visibilidade da empresa ou negócio local e manter um relacionamento mais próximo dos clientes e consumidores? Parece uma resposta simples mais não é.

As aplicações do app se tornaram infinitas, hoje é possível enviar de uma só vez (a partir de uma lista de transmissão) uma única mensagem para todos os seus contatos. E o melhor, o app tem um recurso que mostra se o seu contato viu ou não a mensagem. A assertividade pode parecer mais avançada que a ferramenta de E-mail Marketing, mais alguns cuidados são necessários. Evite enviar grande quantidade de mensagens de uma só vez. Uma boa propaganda ou anúncio deve ser pensado de uma forma inteligente e divulgado de maneira consciente. Uma simples mensagem de voz pode fazer a diferença para quem estiver ouvindo e por isso, é preciso sempre se atentar à clareza, objetividade do conteúdo e qualidade da informação. Utilizar o WhatsApp como ferramenta de Marketing é, e deve ser feito com bom senso, seja para se auto promover ou promover sua empresa, saiba que só surtirá efeito desejado se os contatos que receberem a sua mensagem conheçam você e a sua empresa. Ou pelo menos tenham ouvido falar. Uma coisa é certa, este app veio para revolucionar a comunicação e já está fazendo. Uma tendência promissora que dificilmente saíra de moda.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Consumação Digital

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Em uma sociedade imersa em tecnologia, não é difícil de enxergar o quão necessitado todos nós estamos na busca incessante por mais e mais conteúdo digital.  Todos os dias, já virou uma estigma, abrirmos o nosso Google Play Banca, as Redes Sociais, os Aplicativos mensageiros para consumir algo. E olha que já temos exemplos de pessoas que deixam o café da manhã de lado e partem para a escola, trabalho, reunião, etc de estômago vazio (sic). O que impressiona também é a quantidade de conteúdo que temos a disposição para consumir. São tantas notícias, artigos, fotos, vídeos, áudios que de primeiro momento traz uma euforia, mais muito instantânea e logo vem aquela apatia. O que estamos vivenciando nos dias de hoje é isso, em um termo simples e direto, a “consumação digital”.

Mas o que é Consumação? De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa, s.f.[Popular] É o que se paga pelo consumo num café, num restaurante, num bar, numa casa de espetáculos etc.: a consumação mínima foi de 25 reais. Então, é certo afirmar que pagamos por informação, seja ela qual for. E as vezes, convenhamos que o preço não vale muito a pena, certo? Você já percebeu que a grande maioria das notícias são relacionadas a tragédias, violência e por aí vai. Notícias sobre política também tem um grande peso. Uma outra parcela se destina a futebol e fofocas de celebridades (o que no país do tamborim é um prato cheio). Uma parte mínima fica relacionada à notícias realmente interessantes e relevantes para as pessoas no geral. Foi assim na época de ouro do rádio, depois na época da televisão e agora nas plataformas digitais.

E o que podemos fazer para desvencilhar desse conteúdo que não evolui e não agrega valor? Fazer a sua notícia! Criar o seu conteúdo! Nós também temos este poder (rs). Com o advento da Internet e das plataformas digitais, chegou a vez da sociedade. É fato afirmar que hoje temos voz ativa. E já está acontecendo uma revolução em termos digitalmente falando. O indivíduo é dono de sua própria consciência e por que não controlar também a sua consumação digital? Reflita nisso, comece aos poucos e você verá como é bom criar o próprio conteúdo de uma forma inteligente e compartilhar com pessoas ao redor do mundo. Isso muda o indivíduo. Traz autonomia, segurança e aumenta a auto estima. Pode acreditar!

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Um novo jeito de se comunicar

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O ano de 2016 está chegando ao fim. E para a maioria dos brasileiros foi um ano muito difícil. Agora é hora de mensurar os resultados positivos (e também os negativos); colocar na balança e projetar o que poderá ser feito para o novo ano que está para chegar. Sem nenhuma segurança por parte do governo e de nossos representantes, o Brasil vive um drama misturado com um gosto amargo e triste de desilusão e frustrações. Seja no esporte, na música, na cultura, nas artes e no mundo dos negócios, as pessoas estão mais atentas ao que pode gerar uma nova esperança e um novo sentimento de renovação para continuar a batalhar no dia a dia, buscando um lugar ao sol. E hoje o preço para isso está acima do que costumava ser alguns anos atrás. É preciso ter uma visão diferente e essa visão deve ser focada em um novo jeito de se comunicar.

Estudos mostram que as tendências para 2017 serão centradas em três temas (que alias já estão sendo discutidos por grandes empresas, tais como Google, Apple, Facebook, Twitter, Amazon, etc). São elas: Realidade Aumentada, Chatbots e Influenciadores. Sobre a Realidade Aumentada, já comentamos aqui em um outro artigo, o lado bom e o lado ruim desta tecnologia que promete no ano vindouro estar ainda mais presente na vida das pessoas. Os Chatbots por um outro lado vem com uma proposta interessante, como a “revolução da distribuição de conteúdo”, onde teremos robôs se comunicando com os consumidores. Pode parecer algo estranho em um primeiro momento, mais já está acontecendo. Sobre a questão dos influenciadores, não é preciso nem se prolongar neste assunto. É só abrir a página do Youtube para se deparar com milhares de vídeos de pessoas comuns influenciando usuários a comprarem algum produto, seguirem alguma tendência ou contratarem determinado serviço. No Brasil temos exemplos inclusive de “youtubers” que estão projetando seu estilo e suas idéias, não só nas redes sociais, mais em outras mídias, tais como TV, rádio, cinema, etc. Isso mostra a grande relevância e o peso que estes ‘astros da nova era’ têm como influenciadores.

Para concluir, não podemos esquecer que o mundo está mudando, as relações pessoais e profissionais estão mudando e é preciso estar atento ao novo jeito de se comunicar. Sem dúvida fará grande diferença em sua vida e se você não se adequar aos novos métodos tecnológicos, poderá se sentir obsoleto e ultrapassado. Vivemos em uma era digital, e por mais difícil que seja para aceitar essa condição, é preciso entendê-la. A  dura verdade é que, os seres humanos estão condicionados a evoluir da forma como o mercado dita as regras.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)