Branding: Ferramenta de Marketing essencial para alavancar sua marca

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O termo Branding ou Brand Management pode ser entendido como Gestão da Marca de uma empresa e se desdobra em três termos também importantes dentro das áreas de Comunicação e Marketing que são: o Branding Identity (Identidade da Marca), o Brand Strategy (Estratégia da Marca) e o Brand Equity (valor monetário da marca).

Atualmente o Branding deixou de ser um compromisso e uma preocupação apenas para os designers e profissionais de Marketing, e passou a ser também um importante fator da tomada de decisão por parte de donos de negócio, administradores, empresários, gestores e empreendedores, pois consiste não apenas em ações de Marketing com o intuito de aumentar a visibilidade da marca no mercado, mas também em ações internas na empresa, para transmitir a imagem pretendida. Além disso, o Branding tem também a finalidade de incrementar o Brand Equity (valor monetário da marca), considerada como um ativo da empresa – e assim aumentar o valor da própria empresa. Um exemplo: Quanto vale a marca ‘Google’? Você já parou para pensar? Estimasse que nos dias de hoje esteja valendo próximo dos US$ 110 bilhões, ultrapassando marcas como a Apple, Microsoft, Coca-Cola e Mc Donald’s.

O trabalho de Branding geralmente é feito por consultores especialistas em marketing, propaganda, publicidade, comunicação social (jornalismo), design de comunicação ou por agências especializadas em relações públicas, etc. Estes profissionais visam desenvolver positivamente a reputação e a solidificação de marcas, produtos, serviços e organizações, alinhando aos objetivos organizacionais e público-alvo. Não é uma tarefa fácil construir e desenvolver uma marca de sucesso, e muitas marcas novas falham, antes mesmo de nascer, (ou prematuramente). Grande parte delas devido ao amadorismo ou falta de interesse neste importante assunto. Assim o Branding como ferramenta de Marketing é essencial para a Gestão de Marca. É vista como uma criação e uma manutenção de confiança, responsabilidade e compromisso. Pode acreditar que as melhores marcas são gerenciadas de forma completamente profissional, se atentando a cada aspecto e detalhe do que são (imagem) e de como se relacionam com o público. A consistência das melhores marcas no mercado é gerida e mantida por pessoas no interior da sua organização, que são totalmente absorvidas por aquilo que a marca representa e transmitida para outras pessoas que depois de ter uma experiência positiva e benéfica, se tornam defensoras da marca (ou melhor, advogadas da marca). Se você ainda não se convenceu, saiba que o Marketing é, antes de tudo, uma percepção. É uma conversa. O valor do Branding mora aí: é a melhor ferramenta para que uma marca se perpetue e reflita no mercado.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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Transformando seus clientes em ‘Advogados da marca’

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Ainda muito pouco conhecido, o termo ‘Advogados da marca’ diz respeito aos clientes que possuem uma relação tão forte com uma marca que passam a ser “promotores” dela, ou seja, o ‘Cliente Advogado’ não só consome o produto ou o serviço de uma marca, mas os recomendam, de livre e espontânea vontade. Geralmente eles surgem quando a empresa é bem sucedida na atração, conquista e fidelização de seus consumidores. Ao exercer um plano estratégico profissional de Marketing e Comunicação a favor da empresa, essa mesma tem sua imagem corporativa em evidência fazendo com que consumidores estejam mais próximos, propensos e consequentemente, se tornem advogados da marca ao conhecerem os serviços ou produtos, gostarem da experiência e indicarem aos seus amigos, colegas e familiares, promovendo o bom Marketing boca-a-boca.

Utilizando-se desta mentalidade, Steve Jobs conseguiu criar uma legião de clientes apaixonados e extremamente engajados com a Apple, antes mesmo das redes sociais e soube conduzir uma estratégia de Marketing com foco nesses influenciadores e advogados da marca. A influência em grupos de pessoas, que na grande maioria estavam propensas a adquirir os produtos da Apple foi a grande sacada para que a marca alcançasse o patamar que hoje ocupa, como sendo uma das marcas mais valiosas do mundo.

Nos dias de hoje, de certo com a utilização devidamente correta e profissional de ações e ferramentas do Marketing Tradicional e Digital é possível também conquistar uma legião de clientes que irão defender com unhas e dentes, sempre com muito entusiasmo e naturalidade a sua empresa. Você já se deu conta de quais são os advogados da sua marca? Você sabe qual a diferença entre influenciador e advogado de marca? O influenciador se difere do advogado da marca devido à maneira como promove a mesma. Ele, ou ela vai além, com as mais famosas ‘promoções em vídeos’, textos, artigos, notas e anúncios em prol da marca, com uma força de influência muito maior. Uma das melhores estratégias para as empresas nos dias de hoje é ter um influenciador como parte de seu Marketing, pois ao criar uma maneira de aumentar o envolvimento sem investir muito dinheiro em investimentos de posts e anúncios, a empresa também terá resultados expressivos neste posicionamento. Estudos apontam que grande parte das pessoas, ao assistirem anúncios e propagandas tradicionais de produtos e serviços (seja na TV ou na Internet), não são mais influenciadas como antigamente, diferente de quando esses produtos e serviços são promovidos por um influenciador, na maioria digital, com vídeos no Youtube e posts no Instagram ou Facebook. Aposte nestas tendências, conquiste muitos advogados da marca e saiba trabalhar com influenciadores. O futuro do seu negócio e/ou empresa também depende muito disso.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Cliente Oculto e a importância do bom atendimento

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Você já ouviu falar em ‘cliente oculto’? O cliente oculto é um crítico à paisana, geralmente contratado pelo dono do estabelecimento que deseja avaliar o seu atendimento e a qualidade de seus serviços ou produtos. Esse crítico precisa estar atento a todos os detalhes e reportar a sua avaliação do local com o máximo de objetividade e precisão. Por isso o perfil do cliente oculto também deve ser muito bem selecionado, até para não levantar suspeitas por parte dos colaboradores do estabelecimento.

Para ser um cliente oculto, as pessoas que estão interessadas nesse tipo de trabalho devem se cadastrar em sites e aplicativos que ofereçam essa modalidade. Alguns restaurantes, por exemplo, sabem que possuem clientes exigentes e por isso é de grande valia esse modelo para que o proprietário tenha um panorama maior de como está sendo realizado todo o seu atendimento. O cliente foi bem tratado? O garçom soube explicar bem os pratos? A comida estava apresentável? Foi oferecida alguma bebida?

O ideal é que o cliente oculto se assemelhe em muito aos consumidores do estabelecimento que será avaliado. Algumas empresas que oferecem o trabalho de cliente oculto, tais como a empresa carioca Orange, somente aceitam pessoas maiores de 18 anos e que tenham no mínimo cursado o ensino médio. Geralmente essas pessoas faturam entre R$15 e R$150 para realizar o serviço. Logicamente, dependendo do local, o valor tem essa variação porque estão associados ao grau de complexidade da tarefa. Por exemplo, em uma sorveteria as questões para responder são poucas, o perfil do cliente oculto não necessita de uma exigência específica, diferente de uma concessionária de veículos onde há muita conversa entre o vendedor e o cliente oculto, e as informações são bem mais detalhadas, exigindo até um maior conhecimento e experiência deste cliente oculto.

Atualmente tem se discutido e analisado muito esta alta relevância e poder dos consumidores em realçar ou denegrir estabelecimentos, negócios e empresas com avaliações e depoimentos nas redes sociais. De fato, nos dias de hoje os clientes falam ‘mais alto’ e as empresas em geral precisam estar atentas à real necessidade de seus públicos. Investir em um cliente oculto é uma forma de aumentar essa relação e fidelidade com o consumidor, melhorar o atendimento e a qualidade dos produtos, serviços ofertados e de quebra reforçar o laço na relação levando os clientes a se tornaram “advogados da marca”, que é um termo muito em voga e que estarei explicando melhor no próximo artigo.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Como podemos minimizar o problema das ‘Fake News’?

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Sem dúvida, um dos maiores problemas que a sociedade moderna está atualmente enfrentando na utilização das novas tecnologias aliadas à Internet, são as ‘Fake News’. É bem provável que você já deva ter sido vítima. Por mais cético(a) ou incrédulo(a) que possa ser, para algum determinado assunto, você pode ter caído ‘feito um patinho’ em alguma notícia falsa ou boato. Seja nas principais redes sociais (Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter) ou em aplicativos mensageiros (Whatsapp, Messenger, Hangouts, etc), estamos sempre em contato com esse tipo de informação inválida, que muita das vezes é deturpada e nociva. Desde de casos de acidentes, falecimentos de artistas, celebridades ou personalidades que na verdade não se acidentaram ou morreram, até mesmo notícias envolvendo escândalos na política, no governo, esporte, entretenimento, e etc. E o maior problema disso tudo é compartilhar tais notícias falsas com os seus amigos, familiares, colegas de trabalho, sem ao menos identificar a fonte e se realmente é uma noticia verdadeira. As ‘Fake News’ estão causando uma série de problemas e confusões em diversos países, tendo inclusive afetado e muito, uma das maiores redes sociais do mundo, o Facebook. Com o escândalo do vazamento de informações e dados pessoais de usuários, também se identificou a utilização de ‘Fake News’ para favorecer candidatos ao posto de presidência em países de primeiro mundo, entre outros favorecimentos inválidos, no meu ponto de vista. E como podemos fazer para minimizar essa problemática?

Antigamente, antes mesmo do advento da Internet, a grande maioria das pessoas consumia notícias pelos jornais, revistas, rádios e a televisão. Quem aqui não ficava ansioso(a) ao ouvir o famoso ‘jingle’ do Jornal Nacional? Naquele momento, era, talvez o maior referencial que tínhamos para formar uma opinião a respeito das notícias que estavam sendo reportadas. Mas será que mesmo naquela época já não existiam as ‘Fake News’? Sabemos que o modelo tradicional de jornalismo também é falho. Alguém se lembra do Caso da ‘Escola Base’? A imprensa destruiu a vida dos envolvidos em um dos maiores erros da sua história. Foi no ano de 1994, quando os donos de uma escola infantil foram acusados de abuso sexual de crianças, virando a atração principal nos programas de TV, capas de revistas e jornais. Meses depois ficou provado que eles eram inocentes. O processo foi arquivado, mas o estrago estava feito. Para não repetir casos como o da Escola Base, e minimizar o problema das ‘Fake News’, a imprensa precisa reforçar as fontes de informação com uma apuração competente. É importante também desconfiar das versões oficiais e ter máxima isenção possível. O repórter deve ter em mente que o seu trabalho não é o de julgar ou condenar alguém, por mais que em algumas situações possa ser tentador. O jornalista com um microfone ou uma caneta na mão tem uma arma que pode servir tanto para construir como para destruir vidas. E as empresas de notícias precisam continuar esclarecendo e divulgando seus propósitos de maneira ética e transparente. Os consumidores de notícias também devem fazer a sua parte, para que não seja propagada a divulgação de notícias falsas prejudicando pessoas e empresas. O próprio Facebook desenvolveu um recurso para atuar contra as ‘Fake News’, permitindo que os usuários identifiquem tais notícias e denunciem imediatamente. Todo esforço é válido para combater esse mau que assola o nosso dia a dia. Para concluir, uma frase de Gabriel Garcia Márquez: “A ética deve acompanhar sempre o jornalismo, como o zumbido acompanha o besouro”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Black Mirror e o Retrato da Sociedade Moderna

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Se você atua nas áreas de engenharia, tecnologia, design, vendas, comunicação, marketing, recursos humanos, administração, saúde, direito e negócios, já deve ter ouvido falar, ou até mesmo assistido a um dos episódios desta polêmica e perturbadora série. Transmitida pela primeira vez na emissora Channel 4, no Reino Unido, em dezembro de 2011, rapidamente recebeu aclamação da crítica e aumento de interesse internacionalmente, sendo comprada pela Netflix em 2015. A série é uma antologia de episódios e temas obscuros que satirizam e examinam a sociedade moderna, sempre com histórias e atores diferentes, abordando aspectos possíveis e influências negativas da tecnologia na vida de cada um.

Desenvolvida por Charlie Brooker, que disse que se tratando do conteúdo e da estrutura da série, “cada episódio tem um elenco diferente, um cenário diferente, até mesmo uma realidade diferente”. Ao assistirmos alguns episódios, temos uma visão inacreditável de como as novas tecnologias podem ser um desastre para as pessoas, se não forem utilizadas de uma maneira correta, com muito bom senso e discernimento. E o que mais chama atenção na série, é que algumas das tecnologias já estão em uso nos dias atuais, e conseguimos fazer um paralelo de como as mesmas estão nos afetando. Temos como exemplo o episódio “Nosedive” (Queda Livre), em que a personagem Lacie, uma jovem bonita e de bom nível social, cultiva relações falsas, onde pessoas classificam suas interações realizadas de forma pessoalmente e online, em uma escala de cinco estrelas. A obsessão dela em obter uma escala maior do que já possui a leva ao fundo do poço literalmente. Outro episódio que causou grande controvérsia foi o de “Crocodile”, onde o passado cruel de uma arquiteta famosa volta para assombrá-la, enquanto uma funcionária de uma empresa de seguros interroga pessoas sobre um acidente com uma máquina de memória. Em “Arkangel”, uma mulher investe em um dispositivo móvel que lhe dá permissão de acompanhar sua filha, desde os primeiros anos de vida e em todos os momentos, inclusive gravando e registrando todos os seus passos.

O que todos estes episódios da série Black Mirror tem para nos ensinar? Muitas lições, reflexões, lembranças, ideias e novos pensamentos. Até incluiria, novos julgamentos. Sabemos que são histórias e nada daquilo é verdade. Mas é um “faz de conta” muito bem produzido, diga-se de passagem, e que “vende” a ideia de que dia após dia, as tecnologias estão mais próximas e mudando drasticamente a maneira como nos relacionamos e vivemos. Saber distinguir o que é bom do que é prejudicial sempre será uma grande atitude por parte das pessoas ao utilizarem a tecnologia a favor delas próprias e também dos outros. O indivíduo sabe que mesmo com todas as mudanças que estão ocorrendo, é preciso se manter atento, ao que realmente traz benefícios a todos. O progresso é inevitável e as tecnologias estão provando isso. Mas nem todos estão dispostos a relacionar a tecnologia ao bem da população. Por isso, para concluir, faço das palavras de George Bernard Shaw, minhas palavras: “É impossível progredir sem mudança, e aqueles que não mudam suas mentes não podem mudar nada”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Facebook: Herói ou Vilão

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Ultimamente tenho lido diversas pesquisas e estudos indicando que o Facebook está com a popularidade em declínio. Será? Dizem que seus usuários estão perdendo o interesse na rede social, principalmente por causa de questões ligadas à privacidade e publicidade. No entanto, a verdade é que esses mesmos usuários, em um momento de desgaste ou apatia, acabam migrando para outras redes sociais, tais como Instagram, Twitter, etc, afim de por um período se ausentarem de toda aquela quantidade de informações. Mas será que realmente é vantajoso? Todas as redes sociais são compostas de informações maciças, a todo instante. Será que o problema é só o Facebook? Tenho acompanhado, nestes últimos meses, comentários de usuários reclamando e denegrindo a rede. Alguns dizem que saturou, que a dinâmica do ‘feed’ já não é mais a mesma, que é preciso mais engajamento em anúncios patrocinados, e por aí vai. No meu ponto de vista, o Facebook passou a ser uma rede “poluída” de informações. E ninguém gosta de poluição, certo? Errado. Existem pessoas que gostam desse tipo de “poluição”. É uma rede social pública e gratuita. Não existe nenhum controle do que as pessoas e as empresas compartilham. Você pode até não gostar do Facebook, por um motivo ou outro, mas em nome da boa convivência e da harmonia do ambiente digital, é possível ignorar posts alheios, para nos sentirmos melhores. Talvez você não saiba, mas o chato na história também pode ser você. Afinal, ninguém está livre de defeitos e ‘posts’ de gatinhos engraçados ou ratinhos tomando banho. A rede social mas acessada no mundo veio com uma proposta inovadora para que as pessoas possam compartilhar gostos, interesses e ideias. Alguns utilizam se bom senso, e outros não. A ferramenta é útil, funcional e prende a nossa atenção, isso ninguém pode negar. Dizer que o fim do Facebook está próximo, eu acredito que ainda vai demorar muitos anos até a plataforma “sumir”, como foi com o Orkut em tempos atrás. O que temos que levar em consideração é o público que acessa essa plataforma, que passou a ser pessoas com mais de 30, 40 anos. A chegada da geração Millennials (nascidos entre 1980 e 2000) é relevante nos dias de hoje e se tornou o foco principal das empresas, pois é a geração que mais consome. Seja nos shoppings, restaurantes, supermercados, centros comerciais, feiras e eventos, a geração Millenials também está fortemente presente nas redes sociais, e principalmente no Facebook. Por isso, faço uma ressalva antes de concluir este artigo. Devemos utilizar as redes sociais, principalmente o Facebook com bom senso e da melhor forma. Ao compartilhar conteúdos interessantes e inteligentes, estamos ajudando não só nós mesmos, como os demais. Deixe os vídeos de gatinhos engraçados e ‘gifs’ animados para o Whatsapp, nos grupos da família, etc. Acho válido separar uma coisa da outra. Lembrando que tudo em excesso é prejudicial. O Facebook nasceu com uma missão e visão de ser uma rede social importante para as pessoas e a comunidade. Nasceu com um propósito de ser uma ferramenta de uso social, com recursos impressionantes, e dando voz à liberdade de expressão. Não podemos deixar essa rede social cair em desuso por falta de criatividade e ignorância dos usuários. Vamos utilizá-la com inteligência.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Sucesso Financeiro x Sucesso Comercial

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“Um terço das empresas brasileiras estão com problemas financeiros, diz um recente estudo do Serasa”. Esse título foi extraído da matéria que saiu no site da Folha de S. Paulo, em outubro do ano passado. E é um problema sério que está sendo enfrentado por 1 a cada 3 empresários no país. Este alto percentual de empresas, com problemas, se deve em grande parte, à situação econômica ruim da economia brasileira, somada à má administração dos donos dos negócios, que geralmente são das classes A e B e que possuem rentabilidade baixa. Mantém-se no mercado, pois utilizam as economias de seus proprietários, e acarreta em uma estabilidade financeira, pois ao se misturar o dinheiro do dono com o do negócio, o empresário sente que sua empresa está fragilizada.

A grande diferença entre Sucesso Financeiro x Sucesso Comercial já parte desse ponto, em que temos como exemplo, empresas que existiram há muito tempo, tais como Mesbla, Arapuã, Compaq, etc, e que foram “gigantes do mercado”, mais por uma péssima administração, todas foram à falência. Tiveram sucesso comercial por um período, e não sucesso financeiro. O sucesso financeiro depende de alguns detalhes. O primeiro deles, sem dúvida, é o planejamento. Planejar é essencial para o sucesso de qualquer empresa. Você não conseguirá aumentar suas vendas sem a utilização de técnicas importantes para identificar devidamente o perfil de seu cliente. É preciso preparar-se para enfrentar a concorrência, que em muitas das vezes se faz desleal. Outro passo necessário é a otimização de recursos e investimentos. Pense nisso: adiantará ter um lucro satisfatório se os gastos e aplicações não forem bem administrados? Sei que é um desafio muito grande controlar dia após dia, tudo o que acontece em uma empresa, mais o dono do negócio que possui boa gestão financeira e visão estratégica de negócios, irá garantir a sobrevivência da mesma. O sucesso comercial também é de extrema importância, já que é medido através do grau de satisfação do público. O atendimento exemplar e o foco ao consumidor, hoje mais do que tudo está sendo levado muito a sério. O consumidor evoluiu e hoje tem voz ativa. As empresas precisam estar atentas à percepção de seus clientes. O futuro de todas as empresas depende desse alinhamento entre todas as áreas, principalmente a da qualidade do atendimento.

Para concluir o raciocínio, uma frase do Ayrton Senna diz tudo: “Na adversidade, uns desistem, enquanto outros batem recordes”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Bem-vindo as Cidades Inteligentes

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Imagine estar em uma cidade em que não exista trânsito, poluição, violência e lixo nas ruas. Este é o objetivo das cidades inteligentes. O termo Cidade Inteligente (em inglês – Smart City) é um conceito que já existe em Dubai, Malta e Kochi. Neste paradigma podemos enxergar serviços e infra estrutura interligados e eficientes, tornando a cidade mais inteligente pela utilização de tecnologia de ponta para melhorar a convivência urbana entre a população e se tornar uma cidade melhor de se viver. A cada momento surgem ideias realistas e inovadoras na intenção de transmitir uma espécie de movimento entre as pessoas, em prol de um novo ideal que irá ajudar cada indivíduo separadamente e ao mesmo tempo, o todo. Temos por exemplo à utilização de aplicativos (apps) para smartphones que promovem serviços importantes e necessários no dia a dia, tais como para uma melhor mobilidade urbana, que vem se moldando em vários formatos distintos, mais unicamente benéficos. Aplicativos de táxi, carona, ônibus e até de bicicletas existem aos montes e já se tornaram um hábito do brasileiro como alternativa do transporte público caótico. Como disse, na cidade inteligente não existe trânsito. A falta de controle de veículos, os projetos feitos por prefeituras, em muito dos casos, incompetentes e desnecessários são algumas das maiores causas desse problema. Não iremos conseguir resolver isto com altos investimentos de verba pública, mas sim com imaginação e idéias inteligentes.

Quando eu penso no futuro, eu me lembro do filme: ‘De Volta para o Futuro II’ (1989) e como foi o impacto do personagem Martin Mcfly ao chegar no futuro fictício (2015) e enxergar uma realidade totalmente diferente que ele vivia em 1985. No futuro que é apresentado no filme vemos carros voadores na cidade fictícia de Hill Valley, com pequena ou quase nula emissão de poluentes. A poluição é uma das maiores causas de morte por conta de problemas respiratórios. Na China, a poluição já atinge mais de 700 milhões de pessoas. Precisamos criar recursos para combater essa questão no Brasil, por meio de apps indicadores e sensores de níveis, com métricas e análise de amostras da emissão de poluentes, não só dos veículos, mas também de indústrias e fábricas. No filme, as pessoas não vão até a lata de lixo. É a lata de lixo que vai até as pessoas. Praticamente tudo é reciclado, o que gera uma enorme economia para a extração de recursos naturais e menor impacto ambiental. O Marketing Verde no filme é levado bem a sério. Os animais de estimação passeiam nas ruas por meio de uma coleira autônoma robotizada, entre outros exemplos de tecnologia. Isso é a Internet das Coisas, que promete causar uma revolução em todos os setores do mercado. A cidade do futuro também apresenta um quadro diferente para a questão da violência. No filme os criminosos são julgados em poucos minutos por uma corte marcial, e inclusive, na cena nós vemos uma espécie de ‘drone’ registrando o momento da prisão. O sistema prisional de nosso país já é um dos maiores do mundo, apresentando altos índices de superlotação. Muitos detentos vão para a cadeia sem um julgamento coerente. E isso também deve ser reformulado.

Para concluir, nas cidades inteligentes, os relacionamentos das pessoas são mais consistentes no sentido de ajuda mútua e não competitividade. Hoje em dia, vivemos uma concorrência feroz em tudo o que realizamos. No trabalho, com a família e com os amigos. Precisamos priorizar a prosperidade, a qualidade de vida e a segurança. Ao sermos mais solícitos uns com os outros, sem dúvida iremos alcançar mais rapidamente essa realidade tão sonhada das cidades inteligentes.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A Arte de Empreender em Tempos de Crise

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O que você pensa quando ouve a palavra ‘empreendedorismo’? Talvez você pense em desafios, incertezas, responsabilidades, compromissos, trabalho árduo, e por aí vai, certo? O termo empreender vem do francês ‘entrepreneur’ e quer dizer aquele ou aquela pessoa que assume um risco e começa algo novo. Os primeiros indícios de que alguém começou a assumir riscos e investir em algo novo foi no século XVII, onde os empreendedores tinham acordo contratual com o governo para realizar a produção de seus produtos e serviços. No Brasil, somente em 1981, o desenvolvimento da atividade de empreendedorismo surgiu na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas e passou a ser direcionado para o estudo da Formação Empreendedora dentro do Curso de Graduação em Administração.

Para que um indivíduo comece a empreender, é de extrema importância que ele tenha disposição e a capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos e serviços com iniciativa e comprometimento. Temos que levar em consideração também à questão do estudo, pois é o estudo que fornece a base teórica para que este indivíduo saiba conduzir sua empreitada de forma consistente. E tudo isso ainda não é o suficiente para que tenha sucesso. Empreender vai muito além de uma simples função diária de realizar o trabalho com vontade e paixão pela área de atuação. Empreender se tornou uma Arte e o empreendedor se tornou um artista. Ainda mais nos dias de hoje, com uma crise econômica instalada em nosso país e que está causando uma ruptura nunca antes vista nas relações entre empregado e patrão. Com a alta taxa de desemprego, a população em geral vive um dilema. Batalhar um novo emprego ou se tornar empreendendor(a)? Esta dúvida que paira na cabeça dos brasileiros, gerando incertezas e receio, é até uma coisa normal. Todos queremos estabilidade, seja no trabalho, na família, nas relações interpessoais, com os amigos, etc. Só que atualmente, esta estabilidade é uma ilusão, e uma realidade difícil de encarar. Infelizmente tudo o que realizamos em prol da empresa que estamos empregados chega ao fim no desligamento da função e despensa da mesma. Por isso afirmo, por experiência própria que ao se tornar empreendedor, mesmo com uma dificuldade de iniciar, você prova para você mesmo que é capaz de realizar muito mais. É um desafio que te move para almejar e conquistar seus objetivos e metas, sem ter que se reportar a um superior ou chefe. Você irá se reportar unicamente para si. Acredite, todo o esforço valerá a pena se for feito com determinação e em prol da sua consistência no mercado. Independente da área que você goste, faça um bom trabalho. Exceda todas as expectativas com esforço, garra e seja um exemplo de profissional. Como disse Walt Disney: “Se você pode sonhar, você pode realizar”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A Batalha das Empresas nas Redes Sociais

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Sabe-se que hoje a comunicação é fundamental para que uma empresa tenha sucesso; pois a importância e a eficácia de se comunicar de forma correta e consistente com o público-alvo é determinada por uma série de fatores que incluem o marketing e a estratégia adotada para que a mesma tenha resultados nas ações que irá tomar no ambiente digital. E as redes sociais, se resumem, nos dias de hoje nesta frase: uma batalha feroz entre as empresas por atenção a todo o momento. É ou não é, verdade? Se a sua empresa está disposta a entrar nessa batalha para ganhar, precisa das ‘Ferramentas’ e das ‘Armas’ necessárias para obter sucesso em meio a tanta informação, o tempo todo que até parece não ter fim. Toda empresa precisa saber que as redes sociais significam um canal direto com o público, com direito ao contato através de mensagens, comentários, curtidas, compartilhamentos e também avaliações e depoimentos. Para que uma empresa atenda de forma eficaz esse público, sem dúvida nenhuma, precisa contar com um profissional, ou uma consultoria que entenda muito bem de atendimento ao público, que conheça e saiba a arte de vender, tenha curadoria em conteúdo relevante, tato e faro para identificar o tipo de público que estará sujeito a curtir e seguir a página de fãs do tipo de negócio.

A verdade é que as redes sociais estão causando uma verdadeira revolução, não só tecnológica nas pessoas mais com uma ideologia totalmente fundamentada no fato de ser um ambiente virtual de fácil acesso, em que os usuários ganham a liberdade de dizer o que pensam, pois nas redes sociais temos que levar em conta a facilidade com que as pessoas trocam informações umas com as outras através de publicações, mensagens, vídeos ao vivo, imagens e outros recursos. As empresas também precisam acompanhar essa troca de informações e estarem antenadas com o que o seu público-alvo está dizendo. Foram feitos estudos impressionantes que apontam 88% das empresas brasileiras estão nas redes sociais, e isso lá no ano de 2013. Alguns mais recentes dizem que as redes sociais diminuem em até 25% a produtividade no trabalho. O fato é que algumas empresas ainda têm medo de estarem presentes no ambiente virtual. Seja por conta do que vão falar, classificações positivas ou negativas, exposição, etc, as redes sociais resumem a revolução da tecnologia e comunicação nos dias atuais e são inevitáveis, nós sabemos disso. Para concluir, faço das palavras de Zoccarato, minhas palavras: “A evolução é para todos, porém poucos fortes alcançam”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)