WiFi Marketing e a importância desta Tecnologia para melhorar o atendimento

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Você já ouviu falar em WiFi Marketing? Esta tendência vem ganhando cada vez mais espaço e importância para empresas que precisam entender e melhorar o relacionamento com seus públicos. Hoje em dia é muito comum a maioria das pessoas visitarem estabelecimentos e dar preferência àqueles que ofereçam uma conexão de Internet gratuita. Para algumas delas chega até ser uma exigência, em vista que atualmente grande parte da sociedade vive conectada a todo o momento. Em vista disso, o WiFi Marketing, vem para suprir essa necessidade das empresas em disponibilizar um serviço de conexão eficiente, e de quebra entender melhor os hábitos deste público visitador do estabelecimento.

Para que possamos assimilar da melhora maneira o conceito de WiFi Marketing, é preciso saber que essa tecnologia só se torna possível com o auxílio de um ‘Hotspot’. O Hotspot pode ser entendido como um ponto onde existe uma rede de conexão WiFi disponível, aberta e gratuita. Este ponto pode ser feito com contas de redes sociais, tais como Facebook, Instagram, Google, ou até mesmo um número de celular. Este ponto de conexão será o caminho para que possa ser oferecido o WiFi ao público de forma segura, rápida e com qualidade. Existem hoje no mercado, centenas de modelos Hotspot que podem ser adquiridos de acordo com a necessidade da empresa, em termos de custo, conexão e qualidade de sinal. Após a aquisição, a empresa precisará também adquirir um serviço exclusivo de WiFi Marketing, pois que será necessário ter um sistema autônomo para coletar as informações do público e guardá-las em um banco de dados, todas as vezes que o mesmo se conectar na rede. Esse serviço geralmente é feito por agências ou consultorias especializadas que desenvolvem uma estratégia de marketing e divulgação direcionada para esta tecnologia, baseando-se nas características do negócio e que utilizará como base a conexão através do Hotspot.
Todo esse processo visa gerar engajamento do público do estabelecimento nas redes sociais, pois possibilita o cliente a fazer check-in, tirar fotos e escrever uma avaliação. Também é possível criar um cadastro de dados sobre os clientes, através destas informações, elaborar campanhas e ações personalizadas a fim de atrair mais e mais estes clientes e fidelizá-los.

Tudo isso será permitido porque assim que o cliente faz a conexão com o WiFi do estabelecimento utilizando um login e uma senha, o estabelecimento passa a ter acesso a uma série de dados valiosos sobre este cliente, facilitando assim a forma de abordagem. É por isso que quando digo da importância de se investir em novas tecnologias a fim de melhorar o atendimento, é no intuito de conhecer melhor o público, pois que tendo uma precisão melhor, o resultado de qualquer ação de marketing terá muito mais chances de dar certo. E as soluções advindas de ferramentas tais como o WiFi Marketing trazem informações valiosas nesse sentido. Oferecendo esse tipo de serviço com conexão gratuita ao público seu tipo de negócio só tem a ganhar. E aí, sua empresa está preparada para apostar nesta tendência?

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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Engajamento com Criatividade: Os desafios de manter o seu negócio relevante nas redes sociais

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A cada dia que passa o desafio aumenta. Empresas, celebridades, influenciadores, marcas famosas e as nem tanto se deparam com um campo de batalha cheio de ansiedades, incertezas e dúvidas. A disputa por ‘likes’, comentários, compartilhamentos e ‘reposts’ começa nas principais redes sociais. Um post que poderia ser um sucesso, logo é esquecido e vai parar lá atrás, junto com outros tantos posts, gerando apenas algumas curtidas e às vezes nenhum comentário. Enquanto outros posts são destaques, e garantem 500, 700 e até 1.000 curtidas ou ‘likes’, com um grande engajamento. Mais por que isso está acontecendo? Primeiro precisamos compreender muito bem este cenário: público x redes sociais.

 

A quantidade de informação atualmente gerada pelas redes sociais é uma coisa absurda. Tanto que ocasionalmente as principais redes sociais ficam desestabilizadas por algumas horas, até conseguirem retomar a estabilidade e permitir novamente o acesso de seus usuários. Os investimentos em anúncios e links impulsionados também estão em seu maior ápice. Tanto que muitas empresas de grande porte dividiram as verbas e destinam boa parte de seus recursos para ‘aparecerem mais nas redes sociais’ do que na televisão ou no rádio. Elas sabem que o seu público-alvo está ali. E uma coisa é certa, a percepção das pessoas em relação às redes sociais está em constante mudança e o pior, está afetando literalmente a forma de engajamento e interação das mesmas. Sabemos que as pessoas estão em constante bombardeio de anúncios, desde o momento que elas acordam, até o momento que vão dormir, e isso acaba cansando a percepção delas, principalmente no território on-line.

 

Estudos e pesquisas já demonstram que grande parte da população ao assistir a televisão ou escutar o rádio, estão acessando simultaneamente um dispositivo móvel (seja um tablet ou celular). Os meios de comunicação tradicionais já não tem mais o destaque que tinham antigamente, onde a atenção das pessoas era totalmente voltada para eles. É nítido notarmos como os programas de TV estão integrando, em quase todo momento, a participação de telespectadores que estão interagindo a partir de seus celulares. E isso vai de encontro ao tema deste artigo.

 

Primeiramente vamos entender o que é Engajamento. Essa palavra está na moda porque é um dos fatores que mais pesa na hora de cativar e conquistar um determinado público. Segundo o Wikipedia, o Engajamento é envolvimento, interação, relacionamento com a marca, que vai além do número de seguidores ou likes em uma postagem. Em outras palavras, é o engajar que fará com que o seu público nunca se canse de suas postagens e conteúdos. É nesse ponto que começa o grande desafio para as empresas, pois que não basta apenas entregar um conteúdo interessante e de qualidade. É preciso criar estímulos capazes de fazer com que aquele potencial seguidor(a), enxergue você, a sua empresa ou sua marca como uma forte aliada aos pensamentos, estilo de vida e crenças dele ou dela. E como podemos criar estes estímulos? Logicamente existem várias técnicas, mais uma delas é o Engajamento com criatividade.

 

Para engajar com criatividade é preciso antes de tudo estar a par do que o seu público espera e almeja com o conteúdo, informação ou dados que você quer compartilhar. A todo o momento são gerados milhões de informações nas redes sociais e se você não tem uma estratégia centrada junto a um plano direcionado com foco e objetivo, tudo será perdido nessa imensidão de dados. Para cativar é preciso ousar e trabalhar formatos que vão surpreender de forma positiva a todos que seguem sua empresa ou sua marca nas redes sociais. Cada qual com sua peculiaridade, mais se tornar relevante é a principal meta para engajar o público.

 

Ao atravessar essa barreira imposta pelo próprio usuário que já possui essa percepção de muita informação nas redes sociais e se sente apático(a) com tantos anúncios e ofertas, a sua marca ou empresa não será ‘mais uma’, muito pelo contrário, ela agora passa a estar em um nível de engajamento fiel, interessante e relevante para este usuário.  Cada vez mais as organizações vão buscar formas inovadoras de atrair seus públicos e retê-los em suas redes sociais. Isso será uma constante. Por isso pense sempre no engajamento com criatividade, utilizando-se de formatos autênticos que vão de encontro ao que o seu público quer consumir. Como disse Alison Zigulich: “Prometa o que o cliente deseja e entregue o que ele precisa para que consiga o que deseja.” 

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Copywriting e a Arte de escrever Textos que Vendem

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Já ouviu falar em Copywriting? É uma palavra que veio da língua inglesa e sem uma tradução correspondente ainda para o português, que pode ser definida como a arte de escrever de forma persuasiva, tendo como objetivo o de convencer o leitor a praticar uma determinada ação esperada. Para isso o copywriter (pessoa ou profissional que possui o dom da escrita), precisa aplicar em todo o conteúdo que criar, um conjunto de técnicas, afim de que seus textos despertem desejos e vontades para este público consumidor, de maneira que não seja enganadora ou duvidosa, fazendo com que o leitor perceba se aquilo que está lendo atende suas necessidades. Todo este esforço é realizado no intuito de guiá-lo para uma tomada de decisão. E esta tomada de decisão pode ser desde clicar em um link de um post nas redes sociais até realizar uma compra em um determinado site.

 

Mas para levar o seu público a realizar a ação que você definiu como mais importante para o seu negócio, não é uma tarefa simples. A função de Copywriting se torna mais complexa e dificultosa a medida que vamos entendendo o real objetivo, pois que o foco está na conversão e não apenas na visualização deste conteúdo escrito por parte do público. O produto, chamado ‘copy’, deve ser entendido como um conteúdo capaz de aumentar o reconhecimento da marca ou do estabelecimento. Por isso, para que o copywriting seja bem sucedido na otimização de conversões, é preciso saber escrever posts e e-mails que são lidos até o final, comunicar-se melhor, de uma forma geral com a audiência e até realizar as vendas on-line de forma inteligente e mais efetiva.

 

Você que quer aprender a aumentar as suas vendas através do Copywriting precisa se preocupar primeiramente em criar conteúdos de alta qualidade, sempre com novidades, tendências e informações atualizadas para seus leitores e além de tudo isso, deve seguir as melhores práticas das técnicas de SEO (otimização de mecanismos de busca e palavras-chave), afim de conseguir rankear o conteúdo nas melhores posições. Em artigos anteriores eu abordei esse tema e a importância destas técnicas para que o site ou página das redes sociais tenha melhor relevância nas pesquisas orgânicas feitas pelos usuários.

 

Todo este direcionamento será necessário para que o público leitor tenha uma motivação e continue lendo ou assistindo o seu conteúdo. É muito importante em toda esta trajetória fazer com que ele tome uma ‘ação’ ao finalizar a leitura ou a visualização do vídeo em questão. Se você não solicitar para este leitor ou visitante de sua página compartilhar, deixar um comentário ou cadastrar-se em seu site, dificilmente eles tomarão essa ação por conta própria. Note como cada detalhe é importante nessa trajetória do potencial consumidor em adquirir o produto ou contratar o serviço. Cada detalhe conta muito. Que tal repensar suas estratégias de Marketing Digital com a possibilidade de integrar as técnicas de Copywriting em suas ações? Pode ter certeza que fará uma baita diferença.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Criptomoedas e o futuro da economia internacional

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Primeiramente é muito importante entender o que na verdade são as tais ‘criptomoedas’. Segundo o site Wikipedia, uma criptomoeda é um meio de troca descentralizado que utiliza tecnologia de blockchain e da criptografia para assegurar a validade das transações e a criação de novas unidades da moeda. O Bitcoin, a primeira criptomoeda descentralizada, foi criado em 2009 por um usuário que usou o pseudônimo Satoshi Nakamoto. Mas o que mudou de lá pra cá? A moeda digital vem evoluindo de uma forma constante e até o Facebook anunciou oficialmente nesta semana a Libra, sua própria criptomoeda.

 

Para alguns céticos, a moeda digital é ainda um ponto de interrogação, pois que a mesma não é como a moeda real. Para outros, tais como o bilionário Warren Buffet, o mercado de bitcoins não passa de uma “bolha real”. Considerado um dos melhores investidores do mundo, ele declarou que “é bem provável que a bolha bitcoin não termine bem”. Mas por que ele disse essa afirmação? Será que os investidores em criptomoedas estão mesmo correndo risco? Temos que entender melhor o que está acontecendo com a economia global.

 

Dados retirados do site Empiricus, no começo do ano passado afirmam que hoje a dívida global ultrapassa os 233 trilhões de dólares, o que corresponde a mais de 300% do PIB mundial, sendo que aproximadamente 11 trilhões de dólares estão rodando a juros negativos – ou seja, desconsideradas situações especiais, o investidor que aposta neste mercado, está aceitando a princípio ter um retorno negativo, certo? Repare o nível que estamos. Isso não pode estar relacionado a um sistema financeiro saudável, não é verdade? O que foge a regra para algumas pessoas é que, em alguma medida, o sentimento de descrença perante as criptomoedas resulta justamente da desconfiança do sistema financeiro tradicional que atualmente está endividado e que foi assumido por parte da maioria dos países do mundo. Realmente, na minha humilde opinião, não acredito que a moeda digital possa ser a salvação da economia global. Por mais que ela tenha toda a sofisticação da tecnologia blockchain e criptografia avançada, nós sabemos que no âmbito da Internet, tudo pode ser invadido por hackers, através de recursos ainda mais avançados, e que estes especialistas em computação cibernética sabem muito bem, até onde podem chegar. Aplicativos mensageiros tais como WhatsApp e Telegram juram de pés juntos que são imunes a ataques e que tudo o que é relatado em conversas de seus usuários dentro dos apps são criptografados e armazenados com total segurança. Mas não é isso que está acontecendo. Juízes e autoridades brasileiras tiveram suas conversas expostas por hackers, o que denegriu e manchou de forma negativa a credibilidade deles, e mostrou que esses apps de mensagens não são tão seguros quanto parecem. Redes sociais constantemente são alvos, celebridades, artistas e até instituições financeiras tem sofrido com ataques. Com tudo isso em voga, eu te pergunto, será mesmo que a moeda digital é segura? Imagine você investindo o seu patrimônio em bitcoins e da noite para o dia, sua conta some, sem nenhuma explicação? Sinceramente, eu não “pago para ver”.

 

Acredito que esse assunto ainda vai dar muito “pano para manga”, principalmente agora com a entrada do Facebook nesse mercado e a criação de sua moeda digital ‘Libra’. A ideia inicial de Mark Zuckerberg é de transformar o WhatsApp, Instagram e o próprio Facebook em dispositivos que aceitam pagamentos digitais através de leitores do tipo QR Code e promete popularizar as transações com criptomoedas. Para alguns foi uma jogada um tanto ousada do CEO, mas ele não está sozinho nessa. Outras gigantes da tecnologia como Visa, Mastercard, Uber e PayPal também se uniram para criar a Libra Association, organização sem fins lucrativos que será responsável pela administração e implementação da moeda. Bom, será preciso acompanhar o desenrolar deste projeto e também no decorrer deste mercado ‘revolucionário’ para realmente termos certeza se valerá à pena ou não apostar nas criptomoedas.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

 

Educação: A chave para um mundo melhor

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Ao ler o título deste artigo tenho até um certo orgulho em afirmar que a educação é, sem sombra de dúvida, a única chave para destravar um mundo com diversos problemas. Para o nosso país sair dessa crise institucionalizada e voltar a crescer somente com investimento maciço em educação. A educação é a porta de entrada que todos nós, privilegiados ou não, temos quando crianças para poder começar a entender e enxergar o mundo em que vivemos. Sem a educação, somos como animais irracionais que não pensam e não conseguem distinguir parâmetros intelectuais de uma sociedade que vive em conjunto, entre outras realizações que somente o estudo nos proporciona. Por exemplo, ao estudar todos os dias, todos nós desenvolvemos habilidades, aptidões, conhecimentos e senso crítico de uma série de questões, que vão além da nossa percepção individual. No caso da própria realidade em que estamos confinados. É uma realidade difícil, cruel e muito complexa. Nos países mais pobres do mundo, não vemos escolas, não vemos professores, não vemos alunos e não vemos progresso. Tudo isso somado à má distribuição de recursos vitais para a sobrevivência humana, que é a saúde e o saneamento básico, se torna um problema social gigantesco que leva milhares de pessoas, todos os anos, a situações de doenças e mortes. Infelizmente com todos os recursos que temos hoje e a tecnologia cada vez mais avançada, ainda temos que encarar problemas básicos da falta de educação em diversos locais do mundo. No Brasil mesmo, quantas e quantas vezes você viu nos telejornais e na mídia em geral reportando o descaso por parte dos governantes com a educação? Da falta de consideração com os professores que recebem míseros reais para poderem a cada dia enfrentar uma batalha e levar um pouco de conhecimento para os jovens de todo o país? Da corrupção suja que envolve esse setor, com milhares e milhares de reais em verbas sendo desviadas todos os meses? É uma realidade apavorante e que vai ficando mais evidente à medida que entendemos a educação, pelo menos em nosso país, é negligenciada. E por que de ser assim?

A educação é poder nas nossas mãos. É poder na mão da sociedade, que hoje vive um marasmo, uma apatia e uma obediência perante os poderosos. Que tem preguiça de ler um livro, de capa a capa. É triste constatar que 40% da população brasileira é constituída de analfabetos. E poderia ser diferente se houvesse compromisso com a educação. Pois a maioria deveria saber que com um papel e caneta na mão, somos nós que fazemos a revolução e mudamos os paradigmas de nossas vidas. Revolução primeiramente em nossa casa, com nossa família e com os amigos. Ao se dedicar aos estudos, todos nós temos oportunidades de melhorar. Oportunidade de mudar de vida, de ganhar mais e mais conhecimento, de conseguir um emprego melhor, de evoluir como ser humano e como profissional; e principalmente, de fazer com que as futuras gerações possam usufruir também do que nós estamos usufruindo.

Enquanto a educação não for levada a sério por todos nós, ela nunca poderá ser utilizada para mudar a realidade que vivemos. Investir em educação é sempre o melhor investimento, pois tudo que aprendemos ninguém poderá tomar de nós. O ladrão pode roubar seu celular, seu carro, sua casa e até seu cachorro, mas ele nunca irá roubar a educação que você adquiriu. Ela perpetua em nós para todo o sempre e a cada ensinamento, um aprendizado que nos faz querer ensinar também um amigo, um irmão, pai e mãe. Temos que levar muito a sério tudo isso e colocar a educação sempre em evidência. Como disse Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Que tal ser o protagonista do filme da sua vida?

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Imagine-se vivendo todos os dias um enredo de filme. Você acorda bem cedo, prepara o seu desjejum matinal, faz a sua higiene pessoal e parte para o seu serviço. Ao chegar lá, você organiza a sua mesa e inicia as suas atividades. Dez minutos depois, chega o seu chefe com vários papéis, arquivos e documentos; e caminhando até a sua direção, “despeja” tudo aquilo em sua mesa. Sem nem sequer dar um ‘bom dia’ para você, já vai falando sobre os “pepinos” que você precisa resolver. Pronto! O que poderia ser um maravilhoso dia de trabalho se transforma em um pesadelo, pois que você tem prazo de um dia para cumprir todas as tarefas que foram solicitadas. Você, que até o momento estava sorrindo, já franze a testa, muda o seu semblante e começa a executar as tarefas com aquele peso nas costas. Estressado(a), não consegue se concentrar e o pior, não vê a hora de chegar meio dia para poder sair daquele ambiente.

Esse enredo de filme é semelhante ao que muitos profissionais se deparam quase que todos os dias em seus locais de trabalho. Tem um pouco de tudo: comédia, ação, drama, terror e até mesmo aventura. Quando você se dispõe a exercer o seu cargo com total compromisso, responsabilidade e iniciativa, pode se preparar que todos os dias serão testes, mais testes e desafios para ver até que ponto chega o seu ‘limite’. Ainda mais em tempos de ‘crise’, no qual as empresas estão literalmente se adequando de tudo quanto é jeito para se manterem firmes e atuantes no mercado, pressionando seus colaboradores e cortando ‘gordura’ a cada mês.

Mas onde entra o principal protagonista neste roteiro ou história? Como nos filmes, todos os atores e atrizes desempenham seus papeis de forma a cativar a audiência e fazendo o possível e o impossível para que aquela película seja um sucesso. Quantos e quantos filmes foram um sucesso estrondoso e quantos outros fracassaram? Não sei o número exato, mas tenho certeza que os filmes que fracassaram superam os que fizeram sucesso. No mundo dos negócios também é assim. Muitas empresas em seus primeiros anos não conseguem se manter ativas e afundam. A culpa nem sempre é do tipo de negócio, mas sim do protagonista, que não conseguiu ‘atuar’ de maneira correta na administração da empresa e colocando tudo a perder, leva um baita prejuízo. E como fazemos para reverter essa situação? Ao invés de um final triste e lamentável, chegarmos em um final feliz? Uma das respostas para essa pergunta pode ser encontrada nessa frase: Seja você o protagonista do filme da sua vida! Ninguém melhor que você mesmo para tomar as rédeas do seu roteiro. E o roteiro às vezes nem sempre é o que queremos. Se você está desempregado e não consegue encontrar uma luz no fim do túnel, tenha calma! Se todos os dias você acorda se perguntando o que fazer para mudar de vida e conquistar um lugar ao sol, eu sei bem como é, pois já passei por tudo isso. Sei que todos nós buscamos conquistar o nosso espaço, isso faz parte da natureza humana. Ser aceito(a), e ter prestigio em nossas atividades diárias é a maior recompensa que ganhamos. Mas para tudo isso se concretizar é preciso ter um dom que não se adquire na escola, na faculdade e no barzinho com os amigos. É preciso fazer o que precisa ser feito, na hora e no momento certo. É entregar mais do que o combinado. É vivenciar aquela cena que eu descrevi no começo deste artigo, e ao invés de mudar o semblante e ficar estressado com a solicitação do chefe, agradecer a oportunidade e dar o seu melhor. O ser humano evolui muito, inclusive nessas horas, em que é perturbado, é humilhado e até mesmo desmerecido, seja no ambiente de trabalho, na escola, faculdade, e etc.

Por que estou dizendo tudo isso? Porque para ser protagonista do enredo do filme da sua vida, você precisará passar por muito estágios, ciclos e situações difíceis. Mas vai enxergar sempre a luz no final do túnel, pois que tomou as rédeas do seu filme e isso ninguém vai tirar de você. Para encerrar, deixo essa frase como inspiração, retirada do filme – O Curioso Caso de Benjamin Button: “A vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas só pode ser vivida olhando para frente”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A IMPORTÂNCIA DA TAXA DE CONVERSÃO NOS NEGÓCIOS

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Qual o maior desafio, nos dias de hoje, para as empresas que investem no Marketing Digital para aumentar seus resultados? Talvez seja o número total de vendas no fim do mês. Talvez seja a tão preocupante ‘Taxa de conversão’. Ou quem sabe, talvez seja o número total de visualizações que determina publicação / post alcançou. Enfim, mas do que todas estas questões, o que faz com que esta vertente do Marketing seja tão necessária e almejada atualmente?

Começamos pela forma como os produtos e serviços estão sendo disponibilizados para a sociedade. Digitalmente falando, o mundo está mudando e o nosso dia a dia também está mudando radicalmente. É só observarmos o jeito como pedimos uma pizza, o jeito como pedimos um táxi, o jeito como nos hospedamos, o jeito como nos comunicamos com nossas famílias e amigos, etc. Em conseqüência disso tudo, o jeito como as empresas estão lidando, ou na medida do possível, tentando lidar com as mudanças constantes da ferramenta de Marketing Digital também se torna relevante, pois que a abordagem ao potencial cliente / consumidor já mudou. É fato de que todos nós estamos mais cuidadosos na hora de comprar um produto e/ou contratar um determinado serviço. Aquele impulso que antigamente, muitos tinham, está dando lugar para a cautela, somado a pesquisa de dados e informações na Internet e nas redes sociais.

Mas o que as empresas esperam ao contratar serviços direcionados ao Marketing Digital delas? Aumentar a taxa de conversão e suas vendas? Sim. Essas duas questões são as mais necessárias. Se a taxa de conversão da empresa A, é maior que a taxa de conversão da empresa B, a empresa B está levando prejuízo. Isso independente do tipo de serviço, o atendimento inicial e o pós-atendimento. Os esforços para se vender mais e mais, estão chegando em um ápice nunca antes visto. É verdade, nós somos “bombardeados” por anúncios o dia todo. O que antes era direcionada a uma realidade física, passou a progredir para uma segunda realidade, a ‘virtual’. Na maioria dos comerciais, seja de TV ou nos primeiros segundos do vídeo que você selecionou para assistir, o mesmo reforça a compra também através do app e site e-commerce. Pois que a venda acontece em duas realidades. E é nesse ponto que eu quero chegar, que é a taxa de conversão gerada pela quantidade de pessoas que viram o anúncio, acessaram a plataforma ou foram até a loja física e efetuaram a compra do produto ou aquisição do serviço. Esse caminho, mais conhecido como a “trajetória”, que o consumidor percorre, é cheio de questões relevantes. Em poucos segundos ele pode desistir da venda e o que poderia retornar a favor da taxa de conversão, não se concretiza. Estes poucos segundos, na maioria dos casos, também são muito específicos. Se ele ou ela não foi bem atendido, a venda não se concretiza. Se ele ou ela encontrou alguma dificuldade em obter mais informações do produto ou serviço, este potencial comprador muda para outra empresa e/ou fornecedor. Se ele ou ela encontrou muita burocracia no site e-commerce que deseja comprar, pode ter certeza que esse potencial comprador já está acessando o site da concorrência, e por aí vai.

São vários exemplos de como a venda é perdida em um estalar de dedos e a taxa de conversão da empresa sofre. Por isso, muito mais do que ter uma estratégia de Marketing Digital profissional e que esteja alinhada a cultura da empresa, é preciso também investir no departamento de vendas e atendimento ao cliente / consumidor. Todos estes departamentos precisam estar bem uns com os outros a todo instante, afim de que as empresas sejam bem sucedidas em suas ações e campanhas direcionadas aos seus públicos. Estar a par das mudanças é um talento nato de todo empresário e empreendedor bem sucedido. A mudança é constante e sempre será. Parafraseando Peter Drucker: “A melhor forma de gerenciar a mudança é criá-la”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O ‘boom’ dos aplicativos de entregas de comida

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‘iFood’, ‘Rappi’, ‘UberEats’, etc. Alguém aqui já pediu comida através destes aplicativos de entregas? Tenho certeza que sim. Esta tendência veio para ficar e já estamos nos familiarizando com estas empresas que trouxeram este novo conceito, de que é mais fácil e rápido pedir comida através dos aplicativos do que cozinhar. Vamos começar com o exemplo do app iFood. Segundo dados da Internet, o aplicativo está presente em 483 cidades no Brasil e faz 14,1 milhões de entregas por mês — ou cerca de 470 mil pedidos diários. É o maior aplicativo de entregas da América Latina e recentemente mudou de endereço. Agora o novo escritório, inaugurado em meados de 2018, fica em um espaço de 12 mil metros quadrados em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Com toda esta estrutura, o iFood tem deixado para trás a concorrência. A empresa é 16 vezes maior que a segunda colocada no Brasil, o Uber Eats, e afirma que já vale mais de 1 bilhão de dólares. Mesmo com o mercado aquecido, o maior concorrente do iFood continua sendo, acredite se quiser, o fogão. O intuito de todos estes apps de entregas de comida é de que as pessoas parem de cozinhar. Ao solicitar o serviço de delivery cada vez mais, as pessoas terão mais tempo para realizar outras atividades, talvez mais importantes, no ponto de vista dos aplicativos. Sabemos que cozinhar toma um tempo muito grande, mas por um lado, também devemos pensar no consumo exagerado que a população está confinada. Uma pesquisa realizada em 2016 pelo iFood junto ao IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) entrevistou mais de 1.800 pessoas de diversas cidades e constatou que 56% dos entrevistados consomem comida de delivery toda semana. Destes, 14% realizam pedidos mais de duas vezes e 18% pedem em média duas vezes na semana. Os horários de maior pedido são o jantar no final de semana, que compõe 67% dos pedidos, seguido de jantar durante a semana e o almoço aos sábados e domingos.

Outra polêmica envolvendo estes apps de entregas de comidas é a respeito dos motociclistas que prestam serviços para essas companhias. No ano passado, o Grupo de iFood foi multado em R$ 1 milhão por desrespeito as leis trabalhistas. Foi feita uma análise pelos fiscais do Ministério do Trabalho a situação de 675 trabalhadores. Entre as irregularidades estão a falta de registro na carteira dos motociclistas e o não recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o auditor fiscal Sérgio Aoki, que coordenou a investigação, um elemento que configura o vínculo empregatício é a subordinação, evidenciada pelo sistema de avaliação de motoristas. A Rappido (Grupo de iFood), afirmou que tomou conhecimento da multa e que “exerce suas atividades de acordo com a legislação brasileira aplicável e que opera conectando prestadores de serviço de entrega a usuários, sendo um complemento a renda de motociclistas autônomos”. Realmente, no meu ponto de vista, esta discussão ainda vai dar muito o que falar.

Uma coisa é certa. Estamos vivendo um ápice de tecnologia e mudanças bastante profundas de paradigmas. Nestes tempos de revolução tecnológica, a sociedade, a cada dia que passa, se vê mais e mais ‘escrava’ das tendências tecnológicas, onde buscam rapidez, conforto, segurança, praticidade, etc. Mas até que ponto a sociedade está disposta a pagar o ‘preço’ de todos estes benefícios? Albert Einstein disse uma vez: “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O fenômeno Netflix e o futuro do Streaming

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Segundo a Wikipedia, a empresa Netflix é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming, atualmente com mais de 100 milhões de assinantes. A mesma fundada em 1997 nos Estados Unidos conquistou uma legião de clientes graças à expansão do serviço de streaming (no ano de 2007) e hoje, mais de 190 países têm acesso à plataforma. Sua primeira websérie original de sucesso foi House of Cards, lançada em 2013. De lá para cá, a Netflix vem produzindo centenas de horas de programação original, tendo inclusive anunciado em 2016 que planeja ter 50% de seu catálogo composto de produções originais com um investimento na casa dos 5 bilhões de dólares (19 bilhões de reais). É ou não é um fenômeno do entretenimento?

Recentemente a Netflix lançou uma produção original, intitulada ‘Bird Box’ que me chamou a atenção e me fez refletir muito sobre toda essa cultura que a marca está gerando nas pessoas ao redor do globo. Comecei a reparar a propaganda do filme, antes do lançamento, não só nas redes sociais (Facebook e Instagram), mas em banners de sites variados (inclusive de cinemas) que visitei, em outdoors espalhados pela cidade e por incrível que pareça, até nos ônibus que circulam nas ruas e avenidas. O marketing direcionado de divulgação deste filme em especial foi tão monstruoso que me fez querer assistir ao filme. E realmente, o enredo é bem intrigante e as personagens da história são bem peculiares. Adaptado de um livro de mesmo nome, o filme é um thriller de terror psicológico tenso, dramático e aterrorizante, que explora a essência do medo. Essa estratégia de se diferenciar da concorrência com investimentos em conteúdos originais e um marketing de conquista está posicionando a Netflix como principal provedora de serviços de streaming do mundo. Esta tecnologia já virou queridinha, inclusive dos brasileiros que não desgrudam de vídeos postados nas redes sociais e também na famosa plataforma Youtube, hoje o segundo site mais acessado no mundo inteiro. O que tudo isso tem a nos mostrar? O futuro já está escrito, ou melhor, assistido. O formato de streaming veio para ficar e será ainda mais difundido nos próximos anos. Quem perde com isso? A televisão aberta sem dúvida, e os canais pagos. Os cinemas também, que dia após dia perdem espaço para a Netflix e outros serviços de filmes e séries. Inclusive, na minha opinião, os cinemas tradicionais que estamos acostumados a ir, não existirão no futuro. Está acontecendo uma verdadeira mudança nas salas de cinema, com o intuito de selecionar um público, talvez os mais amantes e fiéis, para que não deixem de assistir aos filmes na telona, com recursos cada vez mais avançados de áudio e multimídia. Mas será que todo esse esforço será benéfico? O hábito das pessoas de consumirem entretenimento está mudando a cada dia. O maior desafio das empresas que estão neste mercado é de justamente atender todas as expectativas de seu público-alvo. Em meu entendimento, a Netflix tem tirado nota 10, pois que consegue atender a diferentes gostos e públicos com sua programação de filmes e séries. Oferecer um mês grátis de degustação também é uma forma de cativar os novos clientes, tanto que ela vem utilizando esta estratégia desde o início. É a força do streaming cada vez mais se fixando no dia a dia das pessoas. Tenho certeza que você também é um assinante Netflix. Se não é ainda, vale a pena a experiência.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Praticando o altruísmo para um mundo melhor

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Com a chegada do fim de ano, todos estão se preparando para celebrar a data mais importante do ano. Em todo mês de dezembro as casas ficam cheias de luzes, enfeitadas com árvores natalinas e decorações chamativas. É neste período também que muitas empresas se esforçam em arrecadar alimentos e brinquedos para poderem doar aos mais necessitados como forma de perpetuar uma ação solidária. E se vivêssemos em um mundo no qual as pessoas praticassem essa solidariedade não só na época do Natal e fim de ano, mas durante todo o ano? Você sabe o que é altruísmo?

O Altruísmo, segundo a Wikipedia, é um tipo de comportamento encontrado em seres humanos e outros seres vivos, em que as ações voluntárias de um indivíduo beneficiam outros. É sinônimo de filantropia e também sinônimo de solidariedade. Ser altruísta é carregar a bandeira do amor ao próximo. Em um mundo em que cada vez mais a sociedade se torna individualista, as pessoas estão se fechando literalmente em seus ‘mundinhos’ e cada vez mais pensando apenas em si mesmas. O próprio smartphone, que é um dispositivo utilizado por muitas pessoas, acabou virando um vilão para a interação humana, espontânea e natural, pois que a cada dia, as pessoas estão mais acomodadas ao relacionamento virtual, do que o real, gerando um ruído enorme e muito complexo na comunicação de indivíduos. É quando começamos a entender que a falta de altruísmo também parte deste problema, entre outros, vivenciado por boa parte das pessoas no mundo inteiro. Uma pessoa altruísta conhece e pratica todo dia valores essenciais que são básicos da natureza humana, tais como a atenção, a humanidade, a solidariedade, o respeito ao próximo, entre muitos outros. Ser solidário é um de nossos propósitos aqui na Terra. A evolução do ser humano parte do princípio que se um ato de cooperação para com outro indivíduo gera estímulos positivos na mente, trazendo uma satisfação positiva para ambos, ao realizar hábitos solidários constantemente, o nosso pensamento se volta para esse propósito. Jesus Cristo, o maior homem que viveu neste mundo, ensinou o modelo verdadeiro do altruísmo, junto a tantas outras lições, e que deve ser praticado por todos nós, diariamente. Não é a toa que celebramos o nascimento de Cristo em dezembro, uma época especial para que seja lembrada de seus ensinamentos e como o poder do altruísmo gera uma revolução em qualquer ambiente que esteja, seja no trabalho, na faculdade, em locais públicos, etc.

Muito se tem discutido a respeito da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente, o que é de extrema importância, mas também é preciso discutir sobre o impacto positivo que o altruísmo causa para um mundo melhor. Seja solidário em todas as suas ações. Pense quantas vezes você deixou de ajudar alguma pessoa que te solicitou um favor, seja por falta de tempo ou preguiça e depois alguém deixou de te ajudar, alegando também as mesmas desculpas. Pense em quantas vezes você deixou de se ajudar, de promover o bem estar e a qualidade de vida para si próprio. Que o dia 25 de dezembro possa trazer a todos nós uma reflexão profunda do que Cristo representa para cada um de nós, e que no ano vindouro possamos ser mais altruístas, do que egoístas, mais expansivos, do que fechados, mais solidários, do que egocêntricos. Para concluir deixo aqui um versículo da Bíblia: “16 Nisto conhecemos todo o significado do amor: Cristo deu a sua vida por nós e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos”. (João 3:16)

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)