O Poder de Recompensar os seus Clientes Fiéis

Uma das formas mais simples de deixar o seu cliente inteiramente satisfeito com o seu serviço ou produto é recompensando-o de uma maneira que ele ou ela jamais irá esquecer. Essa “recompensa” pode ser entendida de várias formas. Mas antes de entrar neste assunto, primeiro temos que entender o que é Marketing de Relacionamento e a sua influência no público consumidor. Atualmente está ocorrendo uma verdadeira discussão a respeito deste tema, ainda mais por conta da pandemia, mas a verdade é que só existirá o Marketing de Relacionamento quando uma relação de confiança já estiver estabelecida entre as duas partes (cliente x empresa). O Marketing de Relacionamento é aquele que aproxima a empresa do cliente, fazendo com que o mesmo seja um “fã” da marca. Esse é o foco. E me diga qual empresa, negócio local ou profissional está se dando ao luxo de perder clientes neste momento tão difícil que estamos enfrentando? A maior dificuldade nos dias de hoje está sendo a conquista, a retenção e a fidelização dos clientes, fazendo o que eles continuem consumindo cada vez mais. E se sintam felizes e satisfeitos nesta relação.

Já percebeu como grande parte das empresas estão investindo rios de dinheiro em Marketing de Relacionamento? Estas novas estratégias, cada vez mais mirabolantes, estão voltadas a construir relações fortes e duradouras de uma marca com o seu público. Pegamos como exemplo os Postos Petrobrás (BR). O Programa de Fidelidade ‘BR Premmia’ é um sucesso em todo o país há vários anos. O programa visa dar descontos especiais através de pontos cadastrados nas contas dos clientes. Além de trocar pontos por produtos exclusivos dos postos BR, o cliente também participa de eventos, adquire milhas de companhias aéreas, assiste a filmes em diversos cinemas e peças de teatro.

Recompensar os seus clientes é uma ótima maneira de interagir com eles. Ao implementar corretamente um Programa de Fidelidade em sua empresa, esse tipo de ação terá um impacto significativo em seus resultados. Pode acreditar. Segundos estudos feitos pela Harvard Business School, ao aumentar a taxa de retenção de clientes em 5%, a empresa pode experimentar um aumento nos lucros de 25 a 95%. Já é certo que os Programas de fidelização influenciam diretamente o cliente e ajudam a mantê-lo envolvido com o seu negócio, com uma perspectiva muito clara de quanto tempo ele vai permanecer fiel a sua marca e gastar com seu produto e/ou serviço.

Existem vários métodos e estratégias eficazes de Programas de Fidelidade, desde o simples Cartão de Fidelidade, em que cada compra o cliente ganha um selo ou carimbo e depois troca por descontos, até os Programas Personalizados, baseado nos programas de milhas das companhias aéreas. Mas um dos métodos que vem ganhando muita popularidade é o famoso ‘Cashback’ (dinheiro de volta), que é um modelo de recompensa por reembolso e funciona como um programa de incentivo operado por empresas de cartão de débito e crédito, em que uma porcentagem do valor gasto é devolvida ao titular do cartão. Essa tendência começou nos Estados Unidos e ganhou espaço no competitivo mercado brasileiro.

Com a ajuda de profissionais das áreas de Marketing e Comunicação e organizando a sua nova estratégia de recompensa, você pode criar o seu próprio programa de fidelização e oferecer diversas vantagens aos seus clientes. Depois de todo o processo de implementação, capriche na divulgação. Programas de Fidelidade bem feitos garantem uma relação muito próxima e duradoura com o público, pois a melhor coisa que podemos fazer é recompensar nossos clientes com o que eles querem.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Novo Normal ou Novo Convencional?

Oito meses se passaram desde o início da pandemia do novo Coronavírus. Muitas empresas sofrendo com a crise. Os números de infectados ainda estão longe de diminuir e as pessoas continuam sendo obrigadas a manter o distanciamento social. Também são obrigadas a utilizarem máscaras em público e evitar aglomerações. Realmente não está fácil. Um pouco antes de toda a situação se agravar a ponto deste termo esquisito e incomum “Novo Normal” ficar popularmente conhecido, eu tinha uma ideia diferente do que viria a ser este novo comportamento humano para os próximos anos. E essa ideia estava bastante calcada no termo: Convencionalismo.

O convencionalismo, segundo o Wikipedia, é a atitude filosófica de que princípios fundamentais de um certo tipo se baseiam em acordos na sociedade, e não na realidade externa. O comportamento convencional é aquele que obedece a padrões ou regras já estabelecidas. Podemos entender como indivíduos que se comportam segundo regras sociais. Tendo isso como base, é certo afirmar que atualmente não vivemos um “Novo Normal” e sim um “Novo Convencional”.

É notável entender que ao sairmos de nossas casas, seja para trabalhar, para passear, estudar ou fazer compras, um sentimento coletivo de preocupação já se encontra instaurado na mente da grande maioria. O medo, a preocupação e a ansiedade que a pandemia gerou é real e aumenta a cada dia. À medida que os casos ainda estão freqüentes e não existe ainda uma vacina capaz de extinguir este vírus, entendemos que as pessoas, em sua grande maioria já estão se acostumando com estas normas exigidas pelas autoridades. Algumas nem se importam mais em ter que utilizar máscaras e manter a distância das outras pessoas quando saem de suas casas. Já virou um habito. É ou não é verdade? Mas será que tudo isso será realmente benéfico para nós no longo prazo?

No meu ponto de vista o ser humano está perdendo a sua essência. A sua verdadeira identidade. Pensar que é uma situação passageira é errado. Mesmo com a produção em massa de vacinas, dificilmente ficaremos livres de todo o mal que a crise do novo Coronavírus está causando. O prejuízo é incalculável. Acredito que não podemos aceitar padrões impostos por questões políticas e achar que é “normal”, que é correto. O normal na verdade nunca foi normal. Era uma realidade diferente, porém, sem todo este medo e preocupação instaurada na mente das pessoas de que o nosso mundo está doente. Sabíamos sim que algumas coisas não estavam certas, mas seguíamos com nossas vidas, de maneira convicta, sempre pensando em um futuro melhor. Desde os primórdios nossos ancestrais convivem com doenças, infecções, pragas, pestes, etc. E ao longo da história, a superação venceu. A superação juntamente com a mente preparada e o modo de vida benéfico para todos. Mas infelizmente, na realidade que estamos, com todas estas restrições e obrigações impostas, tudo o que vira hábito, vira costume, fica enraizado nas crenças pessoais de que é o certo e que não há nada que possa mudar. Tudo isso terá um impacto enorme em todos nós, inclusive nas novas gerações, ou melhor, dizendo, já está tendo. Estamos sendo condicionados. Esse é o ‘Novo Convencional’. O que nos resta é mantermos a convicção de que somos nós que precisamos romper regras, leis e padrões. Não cair no Convencionalismo. Respeitar este convencionalismo sim, mas mantendo uma opinião, mantendo uma postura firme, um pensamento voltado para o bem comum e para o bem do nosso planeta. A união e a superação sempre serão vitoriosas.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Mapas Mentais e Associações Sistematizadas

Você sabe o que é Mapa Mental? Provavelmente você já deve ter ouvido falar em algum lugar ou lido até mesmo na Internet. Mapa mental ou Mapa da Mente é uma técnica de estudo que começou na década de 1960 por Tony Buzan, um consultor e psicólogo inglês. Geralmente é vista como um tipo de diagrama sistematizado, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual. Muito utilizado também para a compreensão e resolução de problemas específicos, na memorização, aprendizado, na criação de manuais, livros, apresentações e, em muitos outros processos. A técnica de Mapa Mental consiste literalmente em criar roteiros sistêmicos cheios de frases, cores, efeitos, símbolos, com o simples objetivo de facilitar associações e de organizar conteúdos e informações importantes. Esse tipo de técnica é muito indicada para as pessoas que têm maior assimilação em aprender de forma visual.

Para começar a construir os seus Mapas Mentais, primeiro é preciso definir um objetivo (ou ponto de chegada). A partir do objetivo definido você começará a fazer associações por meio de palavras-chave, ou palavras-guia. Por exemplo, digamos que você sonha em fazer uma viagem para a Austrália. Esse é o objetivo. O que você precisará fazer para chegar nessa meta? Através das associações, você vai traçar um diagrama com pelo menos dez palavras-chave que ajudarão no processo de qualificação deste objetivo. Neste exemplo, a primeira palavra-chave é dinheiro. Sem dinheiro não dá para viajar, não é verdade? Mas daí você lembra que para conquistar o dinheiro, é preciso trabalhar primeiro. Se você já está trabalhando, ótimo. Você vai associar o seu trabalho com uma promoção, hora-extra, bônus ou a tão desejada PLR? Sim, são associações que vem junto com o trabalho. Mas daí você se lembra que para viajar para um país que o idioma é o Inglês, você precisa falar um pouco da língua nativa, certo? Exatamente, você vai associar um Curso de Idiomas também em seu Mapa Mental. Será preciso comprar a passagem de avião, fazer a preparação da mala de viagem, escolher as suas melhores roupas, adereços, objetos pessoas, enfim, você vai inserir todas estas informações em seu Mapa Mental. Quanto mais específico você for, mas completo ficará o seu diagrama. Percebe que cada item que você insere, esse mesmo item trás consigo uma série de outros itens para a tão sonhada viagem para a Austrália. E quanto mais visual for o seu mapa mental, mas fácil será para você fixar este objetivo em sua mente. Utilize imagens expressivas para compor o diagrama e letras com leitura dinâmica. Vai fazer uma grande diferença!

Você poderá utilizar os Mapas Mentais para basicamente tudo o que quiser ou achar relevante. Em suma, a possibilidade de planejar e executar suas metas ficarão mais interessantes através desta técnica, permitindo ter uma visão ampla dos temas que quer explorar, te ajudando a fixar os pontos mais importantes do objetivo selecionado e permitirá que você faça todas as associações possíveis. Existem dezenas de sites gratuitos que disponibilizam este serviço para que seus usuários possam desenhar seus mapas mentais e editá-los, imprimi-los, compartilhá-los, enfim, as possibilidades são infinitas. Aproveite para estimular o seu cérebro e ter maior controle de todas as suas atividades e sonhos futuros.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A importância da Educação Virtual em Tempos de Pandemia

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Com a decisão do Governo do Estado de São Paulo em prorrogar a volta às aulas para outubro, muitos pais e alunos vivem um drama, dia após dia, sem esperanças de que esse ano de 2020 ainda possa trazer resultados expressivos nos processos educacionais. Infelizmente é grande o prejuízo causado pela pandemia no âmbito escolar, com milhares de crianças em suas casas, sendo forçadas a estudarem de forma on-line, sem terem aquela ‘atmosfera’ escolar que só o modelo presencial trás. De fato, uma minoria está conseguindo realizar as atividades, com compromisso e responsabilidade. Mas isso não é mérito da criança ou adolescente em si, e sim dos pais, tutores e/ou responsáveis pela mesma. Por que algumas se sobressaem com o ensino em casa e outras não?

Todos sabemos que o processo de aprendizagem em nosso país é feito por etapas. Na escola tradicional, o modelo dividido em séries (1ª, 2ª, 3ª, 4ª e por aí em diante) sempre foi amplamente utilizado. Consiste em aprender as matérias principais (Português, Matemática, Ciências, etc) com todo aquele conjunto de cenário e pano de fundo: A lousa, a mesa do professor, as carteiras enfileiradas, os cadernos, livros, os números e alfabeto na parede, o giz, a régua, o lápis e a caneta. A criança veste o uniforme, coloca a mochila nas costas e vai. Todo esse conjunto passa a ser primordial para nós, como estudantes, a partir do primeiro dia de aula. E eu me lembro muito bem do meu primeiro dia na escola. Reconheço que não foi fácil encarar tudo aquilo com apenas seis anos de idade. Mas foi a melhor condição disponível para mim naquele momento. E agradeço muito até hoje pela condição e padrão de vida que tinha naquela época, que me proporcionou avançar na vida. Naquele contexto não existia Internet, não tinha celular e nem plataforma on-line de estudos. Era caderno, suor e lágrimas.

Hoje, a história muda de figura. A Educação Virtual já é uma realidade e tem conquistado o seu merecido espaço, logicamente sendo muito criticada e menosprezada por pais e até mesmo alunos, que ainda sentem falta do modelo tradicional, com cenário e padrão de ensino presencial. Mas com toda a situação que estamos enfrentando, as crianças não terão mais que se sujeitar a isso. Não serão mais obrigadas. Convenhamos que nenhum pai ou mãe em sã consciência quer colocar o seu filho ou filha em risco. A crise do Coronavírus ainda vai longe. Enquanto não existir uma vacina realmente eficaz para combater esse vírus, as aulas presenciais não vão retornar com segurança. É difícil imaginar uma realidade como era antes da pandemia. Ninguém sabe o que pode acontecer. Por isso é preciso investir mais e mais na Educação Virtual. Até aqui é o melhor caminho a ser seguido. Investir em professores qualificados e inteirados na tecnologia para levar para seus filhos o melhor ensino a distância seja Português, Matemática, Ciências, Música, Artes, Educação Física, etc. A Educação Virtual é a chave para que a nova geração possa evoluir e inclusive, mudar esse paradigma desgastado do modelo de ensino tradicional da rede básica de ensino, onde faz a criança sentar na carteira esquecer o seu lado direito (abstrato) e focar apenas em seu lado esquerdo (analítico). Ela deixa de desenvolver uma série de outras habilidades, tais como criatividade, intuição, pensamento abstrato e não linear, seu lado impulsivo, etc.

Tenho convicção que milhares de crianças ao chegarem na fase adulta vivem um conflito de identidade e não tem a mínima ideia do que fazer da vida por causa dessa condição. Digo milhares porque são poucas privilegiadas, com nível ascendente em um país de terceiro mundo. O ser humano se desenvolve por completo quando ele trabalha os dois hemisférios do cérebro, e no Brasil essa não é a realidade. Precisamos colocar a Educação Virtual em evidência e cobrar dos governantes um ensino melhor para nossas crianças. Para encerrar uma frase muito famosa de Rubem Alves: “Educar não é ensinar respostas. Educar é ensinar a pensar”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Cardápio Digital: Comodidade, Interatividade e Inovação na palma da mão do seu cliente

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Em tempos de pandemia, com o fechamento parcial de restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, bistrôs e similares, os proprietários estão precisando se desdobrar de várias maneiras para continuarem atendendo, mesmo de portas fechadas, sem poderem receber os clientes de forma presencial. A grande maioria destes estabelecimentos está apostando suas fichas no Sistema de Delivery com entregas a domicílio e também a possibilidade dos clientes retirarem seus pedidos no balcão, tendo como aliado principal em toda essa nova dinâmica o app queridinho dos brasileiros, o WhatsApp.

 

Se você é proprietário e está sempre buscando novas maneiras de atender o cliente com agilidade, cordialidade, segurança e presteza, precisa ampliar sua presença também no campo digital. Para isso é imprescindível apostar na nova ferramenta de Cardápio Digital. Utilizada em diversos restaurantes no Brasil e no mundo, o Cardápio Digital é uma plataforma avançada que permite dar mais autonomia aos clientes, pois que eles poderão acessar de qualquer lugar que estiverem e fazerem os pedidos para o seu estabelecimento. Além de poder conferir promoções, novidades, comparar itens, fazer observações, visualizar descrições, selecionar formas de pagamento, o cliente sentirá muito mais confiança e flexibilidade nesta nova interação, melhorando e muito o relacionamento do mesmo com o negócio em questão. Tudo isso é muito importante e essencial nestes tempos de isolamento social, em que todos nós estamos forçados a ficar em nossas casas, no intuito de controlar o avanço do Covid-19.

 

Sabemos que a maioria das pessoas que estão conectadas à Internet utilizam estes dispositivos móveis para realizar praticamente todas as suas atividades diárias, então, é preciso entender que essa ferramenta é de extrema importância para você dono de estabelecimento que sabe a real necessidade de seu público e também está atento as exigências tecnológicas de seus clientes. Seguramente o Cardápio Digital também será de grande utilidade quando os estabelecimentos reabrirem para atender os clientes de forma presencial. Os cardápios de papel já defasados, agora estão com seus dias contados, pois convenhamos que haverá muitas exigências por parte da vigilância sanitária de cada cidade, mas as principais ainda serão a utilização de máscaras, o distanciamento das cadeiras e mesas dentro dos restaurantes, a aferição de temperatura, os frascos de álcool gel espalhados por todos os ambientes e a eliminação de tudo que possa vir a ser um foco de contaminação, entre eles os paliteiros, saleiros, recipientes de azeite, vinagre, e por fim, o Cardápio (Menu) impresso.

 

Enfim, o Cardápio Digital trás enormes vantagens, não só para o estabelecimento, como para o cliente que terá todas as informações que desejar na palma da mão e fará o pedido com muito mais conforto, evitando assim qualquer falha dos garçons e mal entendidos. Como disse Torn Peters: “Para a empresa excelente, a inovação é a única coisa permanente.”

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

FACEAPP: OS PERIGOS ESCONDIDOS NESTE APLICATIVO

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Nestas últimas semanas você deve ter se deparado com notícias ou até mesmo imagens em redes sociais, um tanto cômicas de seus familiares, amigos e celebridades como uma nova versão no sexo oposto. Muitos entraram nessa brincadeira novamente utilizando o FaceApp, que viralizou recentemente com o filtro de “mudança de gênero”. Desenvolvido pela empresa russa Wireless Lab, esse aplicativo está dando o que falar pela segunda vez. No ano passado, quando o app bombou com seu filtro de envelhecimento, uma série de questões envolvendo a privacidade de seus usuários foram identificadas. Naquele momento a empresa esclareceu que os mesmos poderiam solicitar a remoção de dados da nuvem a qualquer hora, mas na realidade a história muda de sentido.

Especialistas em tecnologia alertam para os riscos de usar o aplicativo, pois o editor tem uma política de privacidade padronizada e não oferece efetivamente nenhuma proteção. A empresa declarou que utiliza “ferramentas de análise de terceiros” para auxiliar a medir o tráfego e as tendências de uso do serviço. O perigo real está justamente nesta análise de terceiros, pois que ao aceitar os termos de utilização do app, dados pessoais tais como fotos e outras informações são redirecionadas para empresas terceiras e armazenados em milhares de banco de dados. O app utiliza a tecnologia avançada de reconhecimento facial, que está muito difundida nos dias de hoje, inclusive para autenticação como senhas por meio de dispositivos pessoais. Este mesmo reconhecimento facial do usuário estará disponível a todos e pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal.

Acredite se quiser, mas até mesmo o F.B.I (Departamento Federal de Investigação dos Estados Unido) chegou a investigar o aplicativo após uma nota do senador norte-americano Chuck Schumer. Em uma carta endereçada a ele, o FBI disse que “considera qualquer aplicativo móvel ou produto similar desenvolvido na Rússia, como o FaceApp, uma ameaça potencial de contrainteligência”. Tudo isso aconteceu em dezembro de 2019.

Seguramente toda esta discussão vai longe. Usuários das principais redes sociais tais como Facebook e Instagram, também são “alvos” da tecnologia de reconhecimento facial, pois que estas duas plataformas utilizam este recurso para identificação de seus usuários. A dica aqui é ter muita cautela com suas informações na Internet de modo geral. Seja utilizando aplicativos, redes sociais, streaming e etc. Sempre leia atentamente os termos de utilização e preserve o direito da sua imagem na Web. Afinal, algumas licenças de uso são tão flexíveis e inseguras que os desenvolvedores podem alegar que você deu permissão para que eles enviem os dados para onde e quem eles quiserem.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Segurança Digital e os Perigos do Mundo Virtual

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Ao passo que dezenas, centenas e milhares de pessoas se conectam diariamente na Internet, muitas e muitas informações são trocadas a cada segundo no mundo virtual. Seja para pesquisar produtos ou serviços, fazer compras, transações bancárias, enviar e-mails, atualizar-se com conteúdos recentes em suas redes sociais, jogar, estudar, enfim, você estará realizando ações com inúmeros outros dispositivos de acesso à rede. Mas e como fica a sua segurança no meio de tudo isso? Já parou para pensar?

Imagine a seguinte situação: Você precisa de um programa de computador para converter um vídeo para um formato específico da sua televisão. Um amigo te envia um link para fazer o download do programa. Você fez download, instalou o programa e deu certo. No outro dia, ao ligar o computador você percebe que além do programa de conversão, foi instalado outro programa estranho sem o seu consentimento. Essa é uma prática chamada de Malware (uma junção de palavras – Malicious e Software). Geralmente são programas maliciosos que se instalam “sozinhos” e causam danos ao dispositivo (seja computador, celular, tablet, etc). É um tipo de vírus que altera as configurações e chega até a inutilizar o seu dispositivo. Já o Spyware é um tipo de Malware que uma vez instalado em seu dispositivo começa a recolher dados e informações do mesmo, para o fraudador que podem ser pessoais e confidenciais. Além disso, o Spyware também pode ser usado para monitorar qualquer atividade on-line. Veja até que ponto a sua segurança digital pode ser violada. É preciso estar atento a todas as ações para coibir ao máximo essas práticas criminosas e danosas no mundo virtual.

Para se prevenir é necessário estar muito atento aos links, mensagens e e-mails suspeitos que você recebe. Ao clicar em um link desconhecido de um Spam que você abriu na sua caixa de e-mail, na mesma hora o seu dispositivo pode ser contaminado. Em muitas das vezes aparece apenas uma tela em branco e nada mais. Por isso é preciso ter muita cautela. Apenas acessar e-mails confiáveis e que você tenha ciência do que se trata. Se atente ao endereço desses e-mails, tais como remetente e/ou destinatário. Se for algo relacionado com bancos, solicite apenas contato via telefone ou envio de mensagens por correio. Muitas das fraudes no mundo virtual são relacionadas a práticas do setor financeiro, tais como comércio eletrônico, transações bancárias e dados de cartão de crédito e/ou débito. Atualmente os criminosos não medem esforços para conseguirem os dados dos usuários e criam golpes mirabolantes a fim de atingir este objetivo. Quantas pessoas você conhece que já foram alvos de bandidos e tiveram o seu cartão clonado, ou até mesmo o aplicativo mensageiro invadido? A cada dia esse número só cresce.

Comece a adotar práticas seguras de suas ações na Internet. Para não ser um alvo fácil dos criminosos, utilize senhas fortes e difíceis de serem adivinhadas. Evite utilizar o seu nome seguido da seqüência numérica 1,2,3,4 (curiosamente as mais utilizadas pelos brasileiros). Nunca forneça seus dados a estranhos ou pessoas que não sejam de seu círculo de confiança. Por mais que a educação nos meios digitais seja uma preocupação recente, está mais do que na hora de encarar esse tema como um conjunto de ensinamentos básicos que precisamos aprender e transmitir para nossas famílias, amigos, colegas e conhecidos. As crianças e adolescentes também precisam entender de maneira ampla as práticas de crimes virtuais, uma vez que todas elas estão expostas ao mundo virtual, seja navegando na Internet, jogando ou estudando, principalmente na utilização de seus celulares. Os crimes virtuais e práticas nocivas tais como Malware, Spyware, Spam, etc, podem ter conseqüências graves, tanto para os menores de idade, como para nós. Lembre-se sempre: Segurança digital é igual segurança pessoal.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A importância do Atendimento On-line em Tempos de Pandemia

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Nunca antes na história o atendimento on-line foi tão evidenciado como agora. Em tempos de pandemia muitas empresas ao redor do globo estão entendendo que é preciso chegar nos clientes que não estão nas ruas, através de estratégias voltadas para Internet, utilizando canais de comunicação eficazes a fim de continuarem prosperando com seus negócios. O delivery é a palavra do momento para os empresários. Aplicativos de entrega de comidas viraram o centro das atenções, visto que a população está confinada em suas casas cumprindo a quarentena. Mas como fazer com que estas pessoas continuem consumindo? O apelo físico e visual ainda faz parte do processo de vendas, por mais que as lojas virtuais tenham toda uma sofisticação em demonstrar seus produtos on-line, muitas pessoas ainda se sentem mais confiantes e seguras ao comprar nas lojas físicas com atendimento presencial, do que no e-commerce.

 

Comércios em geral, shoppings centers, bares, restaurantes e serviços não essenciais estão sofrendo por terem que manter suas portas fechadas, sem saberem até quando irá durar este momento critico. Os serviços essenciais estão sofrendo também com movimento fraco e poucas vendas. Até mesmo postos de gasolina estão sendo forçados a reduzirem seus preços, diante uma demanda fraca. A economia definitivamente parou para alguns segmentos e o prejuízo aumenta a cada dia. É difícil prever o que ainda de pior poderá acontecer. Mas nem tudo está perdido. É preciso mais do que nunca priorizar o atendimento on-line, melhorar o relacionamento com os clientes e entregar mais do que promete.

 

A primeira coisa a ser feita é ampliar a presença digital. Grande parte das empresas, até mesmo as maiores organizações do país estão disponibilizando canal direto de atendimento com seus clientes e público através do WhatsApp, um dos aplicativos mais acessados no país. A utilização do smartphone virou a principal ferramenta das pessoas, que passam seus dias em suas casas, acessando sites, assistindo filmes, séries, utilizando as redes sociais, apps e conversando com seus amigos e familiares.

 

Apostar nas redes sociais com conteúdos (artes, fotos, textos e vídeos) que provoquem engajamento e conexão emocional com estas pessoas é uma estratégia bastante eficaz também neste momento, mas antes de tudo é preciso entender o comportamento do seu público-alvo. Compreender de forma analítica em que canal eles estão e mais utilizam. Existem usuários que estão de forma passiva nas redes sociais, mas também existem pessoas que estão de forma ativa procurando por produtos e serviços em sites de busca, tais como o Google, Yahoo, etc. O empreendedor, empresário, dono de negócio precisa entender que o Facebook e o Instagram são canais de venda eficientes, e que utilizados de maneira profissional podem gerar resultados excelentes. Diferente da TV e do rádio, não é preciso grandes somas e valores exorbitantes para anunciar. É possível começar investindo com R$ 50 e ir aumentando à medida que o seu negócio vai atingindo mais e mais visibilidade. A possibilidade também de utilizar Market-places para atingir determinados usuários também é válida e importante.

 

Invista sempre em Marketing Digital e saiba que todo este esforço fará uma grande diferença lá na frente, pois que na hora que tudo isso passar, a sua empresa estará mais bem estruturada e contornará as crises econômicas, saindo mais fortalecida e preparada para outros momentos de turbulência.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing –  Oliveiras Consultoria & Marketing)

Coronavírus: O mundo pede socorro

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Não podemos desmentir que a epidemia do novo Coronavírus está gerando pânico, medo, desespero, angústia e ansiedade em todo o mundo. Particularmente eu nunca vi uma coisa dessas. É de longe, uma das piores crises que a humanidade já enfrentou e está enfrentando. Nas últimas duas semanas, os prejuízos causados por esta pandemia já ultrapassaram a casa dos bilhões de dólares ao redor do globo. E já está sendo calculado um prejuízo ainda maior nos próximos meses. Bolsas de valores em queda, mercados desestabilizados, empresas fechando as portas, setores da aviação e turismo em colapso e o pior de tudo isso, os índices de mortes por conta do vírus não param de aumentar. O desafio das autoridades é gigante. Fazer com que as pessoas fiquem em suas casas, principalmente os grupos de risco é um verdadeiro dilema, pois que não se sabem ao certo qual será o tamanho da propagação do vírus e se existirá um contingente de médicos, enfermeiros e profissionais da saúde para dar conta do recado. O sistema de saúde do Brasil é um dos piores do mundo inteiro. Todos nós sabemos disso. Se a contaminação afetar grandes centros urbanos e também as periferias, será um verdadeiro caos nas unidades de saúde.

Será preciso um esforço enorme das pessoas em se prepararem para a pior das hipóteses, que é o que houve na China e está acontecendo na Itália. No primeiro país, o Coronavírus já está controlado, mas ainda gera preocupação, pois que pesquisas e estudos estão sendo realizados a fim de entender a estrutura deste novo vírus. Como ele foi gerado? Como foi introduzido na raça humana? Ninguém sabe ao certo responder estas questões. No segundo, as mortes já atingiram mais de três mil pessoas. Um número próximo ao da China (mais de três mil e duzentos mortos), país onde a pandemia se alastrou. A situação de calamidade pública está presente em diversos outros países, que decidiram fechar as suas fronteiras e estão se preparando para mais casos confirmados. Só que agora de contaminação comunitária, que ocorre entre pessoas do mesmo país.

No meio disso tudo, eu não me iludo e mantenho a minha serenidade, equilíbrio e otimismo. Temos que ser realistas diante da situação, pois é muito grave. Mas temos que entender que a pandemia é transitória. Podemos até fazer um comparativo do Tsunami (a onda monstruosa), que afetou a Indonésia em 2004. As pessoas não tinham noção do que viria a acontecer anos depois, quando o país entrou em uma forte crise financeira, desestruturando toda a cadeia produtiva do país e amargando-o em uma recessão terrível, mesmo com todas as ajudas vindas de outros países. Voltando para a nossa realidade, teremos também um “pós-Coronavírus” que, infelizmente será muito pior que a situação que estamos vivendo no momento. Por isso, temos que nos preparar ao máximo para o que ainda há de vir por conta de toda esta pandemia. Estamos ainda no começo da “onda”. Ela terá o seu ápice em torno de 20 a 30 dias e depois vai diminuir.

O mundo pede socorro. Nós temos que nos unir, ajudar um ao outro e mais do que tudo, aproveitar este momento em nossas casas para pesquisar, estudar, planejar e praticar novos costumes. Priorize as boas ações, novos hábitos saudáveis, as novas idéias e principalmente, novas estratégias, seja para o seu negócio ou para a empresa em que trabalha. Se você é empreendedor, empresário, profissional autônomo ou empregado, saiba que estamos todos no mesmo barco. Esqueça a palavra férias. Agora é a hora de termos muita fé, positividade, estrutura, equilíbrio e inteligência emocional para não nos abalarmos e mantermos firmes com um olhar para o futuro, para as novas gerações, para o cuidado e preservação do meio ambiente, dos animais e das nossas famílias, que são o bem mais valioso em todo o mundo. Parafraseando C.S.Lewis: “Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A importância de promover a liberdade ao seu colaborador e aumentar a sua produtividade

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Existe um velho ditado que diz assim: “Funcionário feliz produz mais”. Não sei quem foi o autor, nem quando foi criado, mas é a pura verdade. Nós sabemos muito bem a importância de manter o colaborador ou colaboradora motivado(a) e produzindo cada vez mais em prol do bem estar da empresa. O problema é que a maioria das empresas vive aquela velha cultura onde quem tem que se dedicar integralmente à organização é o funcionário e não o inverso. Salvo algumas mais inovadoras, tais como o Google e o Facebook, que acreditam na dedicação aos seus colaboradores e promovem espaços de lazer, relaxamento e passatempos interessantes para que eles se sintam em casa, mesmo no horário de trabalho, proporcionando uma melhor qualidade de vida, o bom convívio e, em muitos dos casos, tirando aquele peso das costas, e até mesmo toda a pressão envolvida nos cargos que ocupam.

De fato, isso ninguém pode discordar, o grande pavor das empresas é dar liberdade aos seus funcionários. Pelo menos aqui no Brasil. Muitas delas querem que seus colaboradores trabalhem focados em suas atividades, sem parar até mesmo para ir ao banheiro ou beber água. É ou não é verdade? Eu sei que é assim. Eu já passei por isso também. No tempo que eu era um colaborador, eu vestia a camisa da empresa e trabalhava muito. Eram oito horas ininterruptas. Oito horas que às vezes pareciam não ter fim. Mas quando acabava o expediente, eu era sempre tomado por um sentimento de liberdade que não dá para descrever. É nesse ponto que eu quero chegar. Promover liberdade para o funcionário não apenas no término do expediente, e sim durante. Não é deixa-lo(a) fazer tudo o que quer e muito menos realizar atividades que não tenham nada a ver com o trabalho em si. Lógico que, para cada função, é preciso estabelecer regras, afim de que o colaborador saiba o limite dessa ‘liberdade’. Não acredito que somente o tempo livre seja benéfico. Ele ou ela precisa aproveitar isso da melhor forma.

Vamos pensar em uma situação comum, como exemplo: O funcionário tem duas horas de almoço. Na primeira hora ele faz a sua refeição. Na segunda hora ele descansa, assiste a um filme, lê um livro, acessa seu e-mail e suas redes sociais. Bacana. Esse funcionário vai voltar para o trabalho depois dessas duas horas mais motivado do que se compararmos ao funcionário que tem apenas uma hora de almoço. Uma hora passa muito rápido. Mal conseguem fazer sua refeição. Como conseguirão acessar seus e-mails, redes sociais, terem tempo para o lazer e relaxamento? Por conta disso, o funcionário já volta diferente depois do almoço, com preguiça e a produtividade cai muito. Depois da refeição, a mente ainda está no processo de digestão. Por isso defendo a liberdade no sentindo de beneficiar não só o colaborador, mas a empresa que ele ou ela atua. Se pararmos para pensar é super vantajoso para os dois lados. Uma forma de incentivo que faz muita diferença.

Se você tem notado a falta de produtividade de alguns de seus funcionários, ou até mesmo se você for líder de equipe, considere sim fornecer um momento de liberdade para o colaborador. Seja uma hora de lazer, uma hora adicional de almoço, uma hora para estudar, para pesquisar algo relacionado com o trabalho ou função que ele exerce, etc. Pode apostar, a produtividade dele vai aumentar e a empresa só tem a ganhar com isso.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)