O PODER DO REMARKETING PARA AS EMPRESAS NAS PROPAGANDAS VIA INTERNET

Todo o usuário, independente de gênero, raça e idade, que está navegando na Internet, seja conectado por computador, smartphone ou qualquer outro dispositivo, sabe que não está a salvo das propagandas. A Publicidade na Web vem crescendo a cada dia e muitas empresas estão tirando proveito de novas técnicas e novas estratégias para poder mostrar os seus anúncios on-line. Uma das técnicas mais utilizadas atualmente é a de Remarketing que visa mostrar somente propagandas que realmente fazem sentido para aquele usuário em especial. Exemplo: um blazer para quem procurou por roupas sociais ou passagens aéreas para quem está interessado em viajar. Mas essa estratégia, em alguns casos, pode causar uma percepção negativa na mente do usuário. Uma percepção de que ele ou ela, está sendo perseguido(a) na Internet.

A técnica de Remarketing promete entregar um anúncio personalizado para o usuário, que em um determinado momento acessou e efetuou pesquisa em uma loja de comércio on-line, mas não realizou nenhuma compra. Esses anúncios personalizados geralmente estão em espaços de publicidade de sites variados na Internet e que são acessados por este usuário. Funcionam como uma maneira de se aproximar do público interessado, criando simpatia com a marca e familiarização. Se a ferramenta de Remarketing identifica que a compra foi feita, em tese, o anúncio vai parar de aparecer em outros endereços da Web. As empresas que utilizam as técnicas e estratégias de Remarketing apostam na mesma, com a esperança de que aquele potencial cliente (lead) não se esqueça de sua marca e de que adquira o produto ou serviço em um curto espaço de tempo. Alguns dados de interesse do usuário são feitos através da utilização de Cookies. Se trata de arquivos no formato de texto e que indica que aquele usuário já fez o acesso na página anteriormente. Os Cookies nada mais são que dados utilizados para melhorar a experiência on-line. Além de ajudar na segurança, eles detectam logins indevidos e atividade suspeita. São úteis para o Marketing e a Comunicação, pois são dados que revelam o perfil do usuário e podem ser utilizados para testar a eficácia das estratégias e ações publicitárias.

A verdade é que muitos usuários se sentem desconfortáveis com o grande volume de propagandas na Internet nos dias de hoje. Seja em sites específicos e até mesmo nas redes sociais, as grandes empresas investem pesado para manter a visibilidade de seus produtos ou serviços, junto a influência que exercem no público. Existem maneiras de minimizar a quantidade de propagandas e os usuários podem controlar isso através das configurações de seus dispositivos. No caso das empresas, eu acredito que utilizar o Remarketing é um ponto positivo pois visa não perder aquela venda em potencial, que em um primeiro momento ficou morna, esfriou, mas que em um segundo momento pode ser concretizada pelo usuário. Tudo se trata de criatividade na hora de convencer e trazer o contexto da venda no campo de atuação da empresa. Na minha visão, trabalhar o Remarketing com outras técnicas de Inbound Marketing, que se baseiam em ganhar interesse das pessoas em vez de empurrar e forçar uma venda, é a melhor saída para as empresas contornarem a crise e obterem melhores resultados.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

BENCHMARKING E A IMPORTÂNCIA DAS EMPRESAS TEREM SEMPRE UM “PONTO DE REFERÊNCIA”

Você já ouviu falar em Benchmarking? Segundo o Wikipedia, esse termo pode ser entendido como uma busca das melhores práticas de gestão, seja de uma organização, entidade ou empresa, e que conduzem estrategicamente a uma performance superior. É um processo de avaliação da empresa em relação à concorrência, incorporando os melhores desempenhos de outras firmas e/ou aperfeiçoando os seus próprios métodos. Investir em Benchmarking é colocar em prática um conjunto de técnicas inteligentes afim de entender as empresas concorrentes, fazer uma comparação com os resultados alcançados e promover melhorias em todos os departamentos. Pode ser um tanto complexo iniciar esse método em sua empresa, mas calma, estarei exemplificando melhor neste artigo.

Vamos imaginar por um instante que você seja dono(a) de um restaurante de comida japonesa delivery em sua cidade. Ultimamente, você só está levando prejuízo, com reclamações de clientes, poucos pedidos por noite e uma margem de lucro baixíssima em seu negócio. Em uma noite de pouco movimento, você começa a pesquisar os seus concorrentes na Internet. Acessa as redes sociais e os aplicativos de entrega de comida para ver o que o público está dizendo. Para a sua surpresa, a maioria deles tem boa reputação, possuem uma comunicação profissional e investem em Marketing para manterem a visibilidade e o status de restaurantes confiáveis deste segmento específico. Além de suas classificações serem as melhores nos sites de busca. Somente pelo simples fato de você ter pesquisado pelos seus concorrentes (de uma maneira bastante superficial, como essa), inconscientemente você já está praticando as técnicas de Benchmarking.

Querer melhorar a sua apresentação, o seu atendimento, o seu produto e/ou serviço, para que a sua marca possa bater de frente com a concorrência é a melhor saída para aumentar os resultados do seu negócio. Qualidade nos dias atuais é o mínimo que uma empresa necessita para se manter respirando, ainda mais em tempos de pandemia. Ao entender o que os seus concorrentes entregam você precisa se dispor a fazer melhor do que eles já estão fazendo. Essa literalmente é a chave do sucesso de um Benchmarking bem feito. Mas tem um detalhe em tudo isso. Não é porque a empresa ‘X’ vende a comida japonesa pela metade do preço e a empresa ‘Y’ distribui vouchers com 50% de desconto, que você tem que partir para estas mesmas estratégias. O tiro pode sair pela culatra em alguns casos.

É sempre importante avaliar e mensurar os prós e os contras. Quem vai valorizar o seu produto é o cliente e não o concorrente. Por isso saiba que ter uma estratégia de crescimento com um olhar de fora para dentro do seu negócio pode ser a melhor solução em tempos de crise e pouco faturamento. O Benchmarking deve ser utilizado diariamente como um filtro de informações benéficas para o negócio e que vai servir de auxílio para a tomada de decisões em prol do bem estar da empresa. Existem vários métodos a serem utilizados e você também tem a possibilidade de criar seus próprios métodos personalizados de Benchmarking. Busque informações, converse com seus clientes e ouse. A ousadia aliada a coragem de querer vencer a concorrência fazem uma baita diferença. Como disse o grande professor, economista e pensador Philip Kotler: “As empresas ruins ignoram seus concorrentes, as medianas copiam e as vencedoras os lideram.”

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

YOUTUBE, FACEBOOK, INSTAGRAM, LINKEDIN… QUAL REDE SOCIAL FAZ SENTIDO PARA PROMOVER O SEU NEGÓCIO?

           

Hoje em dia, com tantas redes sociais disponíveis para divulgar e promover o seu negócio fica até difícil de identificar aquelas que realmente irão gerar resultados positivos em suas ações de marketing e comunicação on-line, não é mesmo? A verdade é que você precisa estar presente no dia a dia de seus clientes, mas como fazer isso de maneira autêntica, responsável, profissional e sem comprometer o relacionamento com o seu público-alvo? A resposta pode estar na maneira como o seu público-alvo consome o seu conteúdo.

A primeira etapa é justamente identificar onde o seu público está. Para isso, você precisará entender a fundo as reais características dele. São mais homens? São mais mulheres? Qual é a faixa etária predominante? Quais são seus hobbies? Quais são suas preferências? Qual é o grau de escolaridade? Onde ele ou ela reside? E por aí vai. A criação de uma “Persona” é um processo importante nesta etapa que irá lhe ajudar a ter um olhar mais preciso do seu potencial cliente e/ou consumidor. Inclusive neste processo você já estará identificando também em qual rede social, ele ou ela está mais presente. Muitos empreendedores, empresários, donos de negócio, etc, não levam isso em consideração e acabam criando perfis comerciais em todas as redes sociais, sem sequer prestar a atenção se o seu público-alvo literalmente está ali. Por isso, é preciso literalmente fazer este dever de casa, antes de começar a promover ou realizar qualquer ação on-line de sua empresa nas redes sociais.

Sabemos que cada pessoa em qualquer lugar no mundo tem gostos individuais. Algumas pessoas gostam mais do Facebook, enquanto outras gostam mais do Instagram. Por mais que hoje em dia as duas plataformas sirvam para o mesmo propósito, mas isso também é válido para os donos de empresas, que estão por trás das páginas comerciais de seus negócios. Infelizmente, vejo muitos deles envolvendo o lado pessoal nesta questão e escolhendo essa ou aquela rede social, porque gosta mais e/ou possui ali seus amigos, familiares, etc. Isso é um erro. A marca, a empresa em si, não pode ter “gostos individuais”. Ela precisa estar onde o público que gosta dela vai estar. Independentemente se a rede social não combina muito com o serviço e/ou produto da empresa. É preciso criar estratégias e planos inteligentes para manter a atenção constante do público, de maneira fiel, que estará consumindo todos os conteúdos e mantendo essa forte relação com a marca e/ou empresa. Vou dar um exemplo: Se a sua empresa presta serviços de limpeza, passadeira e cozinheira na cidade, podemos supor que o público mais relevante sejam as mulheres, que trabalham fora durante toda a semana, e precisam deixar a casa organizada. Mostrar os diferenciais de seus serviços no Instagram, através de parcerias com influenciadores digitais pode ser uma boa estratégia para alavancar mais visualizações e aumentar as solicitações de contratos. Influenciadores digitais tem um poder de influenciar determinados públicos com suas técnicas baseadas em ferramentas do próprio Instagram. O que deixa mais autêntico e verdadeiro essa abordagem. Para cada tipo de negócio existe esta dinâmica. Outro exemplo que posso ressaltar aqui é o da oficina mecânica. Para este tipo de negócio em específico, o Youtube pode ser a melhor opção para promover os serviços da mesma. Sabemos que muitos usuários de Internet estão presentes na plataforma, buscando dicas, ideias e até mesmo uma ajuda para consertar seus veículos. O formato vídeo do Youtube possibilita essa aproximação com o público-alvo, que no caso da oficina mecânica, em sua grande maioria são homens.

 Saber identificar de verdade o seu público e a rede social ideal para o seu negócio só trará benefícios positivos para a sua empresa, gerando os melhores resultados em suas ações estratégicas. E, caso tenha dificuldades com tudo isso, sempre recorra aos profissionais especialistas em redes sociais e nas áreas de Marketing e Comunicação, que poderão te auxiliar, em tudo o que necessitar. Na relação empresa x público nas redes sociais não podem existir amadorismo. É preciso se posicionar de maneira competente e fazer um trabalho relevante. O investimento em tudo isso valerá muito a pena.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing –  Oliveiras Consultoria & Marketing)

Um Mundo totalmente livre do Coronavírus: Você está preparado(a)?

A cada dia creio que a pandemia gerada pelo Novo Coronavírus está com os seus dias contados. Já se passou mais de um ano desde que o primeiro caso foi diagnosticado aqui no Brasil. De lá para cá foram muitas infecções, mortes, casos isolados e muitas incertezas a respeito deste vírus letal. Inclusive até hoje ainda não se sabe ao certo da sua origem. Uns dizem que foi transmitido pelo consumo da carne de animais silvestres. Outros dizem que a Covid-19 foi uma mutação genética gerada em laboratório. A medida que a pandemia se alastra no mundo, um rastro de profundas mudanças vai se formando. O impacto negativo na economia já é sentido em vários países, principalmente pela parcela mais pobre da sociedade, onde as taxas de desemprego aumentaram, juntamente com a desigualdade. A inflação subiu em um patamar nunca antes alcançado, dificultando ainda mais a retomada da economia. As pessoas estão literalmente, no perdão do trocadilho, comendo o pão que o diabo amassou.

Mas será que o mundo merecia passar por tudo isso? Quem conhece um pouco de história, vai lembrar que em tempos remotos, o mundo passou por situações ainda piores. A última delas foi a Gripe Espanhola (1918) que dizimou vários países, gerando 500 milhões de mortes no mundo todo. Na ocasião, levou mais de dois anos para que fosse controlada. E os que sobreviveram foram vitoriosos. Nós seres humanos possuímos essa capacidade de enfrentar o problema de frente. Acredito muito nisso. Seja combatendo os vírus com recursos básicos, tais como máscaras de proteção facial, distanciamento social e álcool gel ou com as vacinas. O ponto crucial em que estamos é favorável por conta da tecnologia de ponta que temos em mãos, o que permitiu o rápido desenvolvimento de várias vacinas ao longo deste primeiro ano de pandemia. E já vem surtindo o efeito desejado. A imunização é sim um passo importante na luta contra a Covid-19 e outras doenças que possam vir a surgir no futuro. O que precisamos fazer agora é se preparar para um mundo totalmente livre do Coronavírus. Será que isso é possível? Você está preparado(a)?

Estamos vivendo uma fase de transição. Na verdade ela já havia começado lá em 2019, um pouco antes da pandemia se espalhar no mundo. A grande maioria das pessoas estava vivendo em um ritmo frenético. E na correria do dia a dia, muitas coisas que pareciam banais, agora fazem muito mais sentido. Um simples aperto de mão e um abraço, que costumávamos dar uns aos outros, e que foram muito prejudicados por conta da pandemia, sendo excluídos quase que imediatamente das relações humanas devido ao distanciamento social. A própria sociabilidade, que sempre foi um benefício aos seres humanos, pois somos seres que vivem em conjunto, se ajudando mutuamente, e que sem ela mostra que ninguém vive bem, estando sozinho e isolado. É ou não é verdade? Muitas outras atividades que fazíamos antes da pandemia e agora não vemos a hora de poder retornar a realizar estas mesmas atividades.

Precisamos ser fortes agora, enquanto a pandemia ainda vigora. Mas tendo um sentimento de preparação para o Novo Mundo que surgirá depois de tudo isso. E será melhor para todos nós. A valorização da vida é a maior dádiva que Deus nos concedeu. Viver é um dom. Ainda há muito o que fazer. A superação será a chave para a vitória. Parafraseando Miguel de Unamuno: “É preciso esquecer para viver. A vida é esquecimento; cumpre abrir espaço para o que está por vir”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A Importância dos Influenciadores Digitais para o Marketing da sua empresa

Convenhamos que nos dias de hoje o Marketing realizado pelos Influenciadores Digitais vem se mostrando uma poderosa ferramenta para as marcas e empresas ao redor do globo. Com as mudanças de comportamento e a presença da nova geração de consumo nas principais redes sociais, as empresas anunciantes estão literalmente substituindo ações publicitárias em mídias tradicionais com artistas e celebridades com grande reputação, por influenciadores digitais consolidados e também com os novatos, que buscam os seus quinze minutos de fama a qualquer preço. Em sua grande maioria, estes mesmos influenciadores possuem em suas contas nas redes sociais, milhares de seguidores e fãs. E quando uma marca é associada aos influenciadores certos, ela é transferida para o estilo de vida do mesmo e se transforma em um nome conhecido dentro do público que o segue.

Mas qual é o real poder de Marketing destes influenciadores digitais? A princípio o plano é bem simples: A marca firma parcerias com homens e mulheres influenciadores que estão inseridos em grandes plataformas e contam com uma base de milhares de fãs. Sim, possuir uma grande quantidade de seguidores e curtidas no Instagram, Facebook, Youtube e Tik Tok é um bom sinal. Esses mesmos influencers (termo em inglês) podem convencer seus seguidores nas redes sociais a reproduzir o que elas fazem, comprando os seus produtos ou adquirindo os seus serviços. E a influência vai além. Eles utilizam técnicas de Marketing para promover marcas atreladas ao seu estilo de vida. Através de um roteiro com novos conteúdos diários, os influenciadores digitais na tentativa de atrair mais e mais pessoas para suas páginas, fazem de tudo (ou quase tudo) para chamar a atenção. A maioria deles procuram levar vidas extravagantes, cheias de luxo e regalias. Vale postar fotos do físico, na academia, com os amigos, cônjuge, em festas, viagens, lugares paradisíacos, presença em restaurantes e bares chiques, passeio em seus carros e lanchas, etc. É uma verdadeira disputa para ver quem conquista mais seguidores. Para as marcas e empresas que querem se promover nesse meio digital tudo isso realmente é um prato cheio. Estudos realizados no ano de 2015 mostravam que mais de 84% das empresas pesquisadas estavam trabalhando em projetos de Marketing com influencers. Uma outra pesquisa realizada em 2017 mostrou que 94% das marcas consideraram trabalhar com influenciadores para chegar ao sucesso. A pesquisa também revelou que 70% ainda estavam procurando formas de quantificar esse sucesso.

Já era de se imaginar que um dos principais fatores responsáveis por esse ‘boom’ dos influenciadores digitais foi a popularização dos smartphones, que já respondem por mais da metade (55%) das horas dedicadas a conteúdos na Internet. Neste mesmo estudo revelou-se que o tempo médio gasto com essa atividade duplicou no Brasil nos últimos dois anos, saltando de 8 horas/semana para 16 horas/semana. O percentual de brasileiros que passa mais tempo vendo vídeos on-line do que em outras mídias também saltou de 12% para 30%.

Nos dias atuais, com os dispositivos móveis e as redes sociais, ficou muito mais fácil quantificar influenciadores do que nos tempos anteriores à Internet. E os profissionais de Marketing que atuam nesse meio sabem da importância dos dados quantificáveis para que as ações publicitárias sejam bem-sucedidas. Mas assim como as campanhas das mídias televisivas estreladas por celebridades, existe um alto risco também com influenciadores digitais. Infelizmente grande parte deles possuem seguidores falsos em suas contas oficiais. Perfis com mais de um milhão de seguidores precisam passar por uma análise crítica, pois que é necessário uma relação clara e concisa entre influencers e empresas para que as ações surtam os efeitos desejados. Nenhuma das partes pode ser prejudicada. As marcas precisam entender de verdade o real foco e objetivo dos influencers antes de iniciar qualquer divulgação. Tudo tem o lado positivo e também o lado negativo.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Home Office: Os desafios e as oportunidades de trabalhar em casa

Desde o início da Pandemia, isso lá no final de fevereiro de 2020 até os dias de hoje, o Home office (no bom português: trabalho em casa), vem crescendo muito, e o bom disso tudo: está oferecendo uma melhor qualidade de vida para os brasileiros. Segundo os dados extraídos do site Agência Brasil, o trabalho em casa foi uma estratégia adotada por 46% das empresas durante a pandemia. O estudo elaborado pela (FIA) Fundação Instituto de Administração coletou informações de 139 empresas que atuam no país, sendo elas de pequeno, médio e grande porte. Conforme os resultados apurados, 41% dos colaboradores foram colocados em regime de home office permanente. No setor de comércio e serviços, quase 58% dos empregados passaram para o teletrabalho. Realmente são dados bastante expressivos e comprovam essa crescente do modelo e como tem sido benéfico para o atual momento conturbado que todos nós estamos vivenciando.

Mas nem tudo é perfeito nesta modalidade. Os grande desafios de se trabalhar em casa estão relacionados principalmente com a familiaridade das ferramentas de comunicação e ambientes virtuais, que são obstáculos enormes para diversos profissionais, em vista que não receberam treinamento prévio para realizar certas funções em suas residências. Outro entrave é a solidão sentida pelos mesmos. A mudança do escritório para a casa acaba gerando este sentimento nos indivíduos. Sabemos que o convívio social no escritório é uma característica importante e essencial no desenvolvimento das habilidades, atitudes e conhecimentos para a maioria dos profissionais. A produtividade do profissional é bastante afetada, pois que muitos acabam misturando o lado pessoal e o profissional na hora de realizar as atividades, deixando se levar por televisão ligada, músicas, brincadeiras com os filhos, tarefas domésticas, sonecas intermitentes, mensagens de amigos, familiares e colegas em momentos inoportunos. No ambiente residencial, as distrações ocasionadas por barulhos também são fatores que atrapalham o rendimento de qualquer um. Seja ruídos ocasionados pelos vizinhos, de casas em obras, construções, trânsito da rua e até sons emitidos por animais de estimação. A verdade é que não são todos que conseguem contornar tudo isso.

Mas olhando pelo lado das oportunidades, o teletrabalho está gerando uma relação ainda mais próxima entre os empregados e seus subordinados. Um ponto positivo é o Networking. Fazer networking no ambiente virtual não é nada complexo e difícil como muitos pensam. Inclusive é uma prática benéfica que ajuda a eliminar um pouco a solidão de se trabalhar em casa e também vem para suprir a troca de experiência que ocorre nos escritórios e ambientes de trabalho. Um quesito também fundamental no home office é a possibilidade de se alimentar melhor, fazer exercícios físicos, cuidar da saúde mental, estar mais próximos dos filhos, do cônjuge e dos familiares. São muitos os relatos de pessoas que estão adorando trabalhar de casa e poder passar mais tempo com a família. Mas também alguns profissionais ainda não se acostumaram. Será que mesmo após o fim da pandemia, o home office ainda terá essa força? Eu acredito que sim!

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Dinheiro a vista. Qual será o futuro do WhatsApp?

Nas duas últimas semanas o assunto que vem sendo mais discutido pelos brasileiros são as mudanças que irão afetar o WhatsApp dentro de alguns meses. Sim, o mensageiro está deixando muitos usuários com a pulga atrás da orelha. A popularidade do app é enorme no Brasil: dos 2 bilhões de usuários no mundo, estima-se que mais de 120 milhões venham da nossa terra. Uma pesquisa divulgada no começo de 2020, apontou que o app está presente em espantosos 99% dos smartphones no Brasil. A primeira “bomba” lançada pela equipe de pesquisa e desenvolvimento do WhatsApp foi em relação a obrigatoriedade do compartilhamento de dados com o Facebook. Grande parte dos usuários sabem que o app faz parte do grupo, junto com o Instagram, desde o ano de 2011 quando o fundador e CEO Mark Zuckenberg adquiriu os direitos do mensageiro por US$ 20 bilhões.

Sabemos que o compartilhamento de dados entre plataformas é real e em muitos casos feito de maneira deliberada, sem o consenso das pessoas. Logicamente para usufruir da maioria dos aplicativos você precisa permitir alguns recursos tais como o acesso a sua câmera, aos seus documentos, suas pastas, e até mesmo outros aplicativos instalados no seu dispositivo. Mas com essa decisão os usuários do WhatsApp serão obrigados a possuir uma conta no Facebook para poder utilizar o app. Simples assim? Não é o que parece. O intuito de Mark ao fazer isso, pelo menos no meu ponto de vista como profissional especialista em mídias sociais, é rastrear todos os seus passos nas duas plataformas, reunindo informações tais como interesses, gostos e hobbies para serem usadas por empresas, que em um terceiro momento vão entrar com publicidade paga no WhatsApp. E além disso, o outro motivo é que o Facebook não pode (e não deve) ficar em segundo plano. A maior rede social do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos é a maior fonte de receita de Mark. Só para você ter uma noção, o lucro da empresa foi de US$ 18,687 bilhões. Uma alta anual de 11% em relação ao ano de 2019. É realmente impressionante.

Ao relacionar ainda mais o WhatsApp ao Facebook muitos outros recursos estarão disponíveis aos usuários. O primeiro deles e muito aguardado será o WhatsApp Pay que virá ainda neste primeiro semestre de 2021 e com integração com Pix. Nele será possível realizar transações bancárias entre usuários com a segurança da criptografia, 24 horas por dia e 7 dias por semana. Sem dúvida será um avanço enorme no aplicativo. Novos recursos também já chegaram na versão Web do app, tais como desbloqueio por digital, rosto ou íris. O que muitos usuários reclamam é a questão de manter o app conectado no celular para poder utilizar na versão Web. Outros mensageiros tais como Telegram e Signal não possuem essa obrigatoriedade. E também permitem o acesso de uma conta a diversos dispositivos simultaneamente.

Mas o que parecia distante e a cada dia que passa essa percepção vem mudando, é que o nosso querido “Zap” está se assemelhando e muito ao seu concorrente chinês WeChat. Na verdade o WeChat é um Super App. Basicamente é sua vida na tela do smartphone. Ele não apenas permite que você se comunique com a sua família, amigos e colegas, mas traz uma gama de serviços integrados que transforma o seu smartphone em um faz-tudo. É possível acessar serviços públicos, agendar consultas médicas, transferir dinheiro, alugar bicicletas ou chamar um táxi, comprar ingressos de cinema, pedir comida, comprar produtos de grandes redes e comércio local, fazer reservas em hotéis, encontrar ofertas relâmpago, descobrir casas para alugar, no estilo Airbnb, e por aí vai.

Bom, até aqui já deu para entender um pouco qual será o futuro do WhatsApp. Vejo que será muito difícil para os apps mensageiros concorrentes tirar o trono do Zap-Zap. Uma ferramenta indispensável a todos e que veio para ficar.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A força do Streaming e o fim da indústria do cinema

Há cerca de 50 anos atrás algo mágico acontecia toda vez que as luzes se apagavam e uma enorme tela branca em formato retangular começava a reproduzir um filme para centenas de pessoas assistirem e se entreterem durante algumas horas. A “Era de Ouro” do cinema americano aconteceu durante os anos 20 aos anos 60 nos Estados Unidos, mas foi durante a década de 70 que o cinema realmente se popularizou, criando um novo conceito em entretenimento e elevando a indústria cinematográfica em um patamar nunca antes alcançado. A cada ano, os cinemas ao redor do mundo arrecadavam milhares de dólares com filmes sendo projetados semanalmente. Realmente a experiência da sala do cinema cativou a maioria das pessoas, que aguardavam ansiosas a estréia de novos filmes com grandes astros de Hollywood, junto com sucessos de bilheteria.

Mesmo com a chegada da televisão, do VHS, do DVD e da pirataria, nada disso foi suficiente para derrubar os lucros dos cinemas, pois que os mesmos estavam sempre inovando e buscando novas maneiras de atender o público, seja com a implementação da tecnologia 3D em diversos filmes, as poltronas mais confortáveis, melhor áudio, melhor imagem, a tela maior, enfim, melhorando a experiência em um todo. Mas o que os cinemas não esperavam era a chegada de uma tecnologia mais barata e com um potencial enorme de penetração: O Streaming de Vídeo. O que poderia ter beneficiado os cinemas, acabou por sepultar de vez a indústria cinematográfica e o grande percussor deste ‘movimento’ foi a gigante Net-flix, que não fez por menos. Tomou a liderança, pois sabia do lado negativo dos cinemas: o enorme aparato industrial e tecnológico que todos precisam para se manter.

Infelizmente, a forma de consumir cinema nunca mais será a mesma, ainda mais com toda a problemática da pandemia do Covid-19, levando os cinemas do mundo inteiro a fecharem suas salas e reduzirem a capacidade de pessoas por conta do alto grau de contágio em um ambiente fechado e pouco ventilado. Muitos cinéfilos se tornaram órfãos da noite para o dia, pois que para eles não tem muita graça em assistir certos filmes em casa, na Televisão. A magia do cinema é sim a tela grande, a imersão, o som e imagem. Aquela sensação de entrar no filme. Tudo isso somado faz uma baita diferença que o streaming por si só, não consegue “entregar”.

Possivelmente o cinema como conhecemos vai acabar. A nova indústria cinematográfica passará por mudanças drásticas nos próximos anos e veremos muitas cadeias de cinemas famosos desaparecerem. Antigamente novos filmes levavam até três anos para sair do cinema e chegar à programação da televisão. Quando veio a época das fitas em VHS e a popularização das locadoras, os filmes eram disponíveis dentro de um ano. Agora com o formato digital e streaming, esse intervalo passou para três meses. É ou não é impressionante? Existem filmes que nem sequer vão para o cinema. Eles já são produzidos para streaming, como é o caso excepcional de O Irlandês que conseguiu ser um sucesso na Net-flix e concorrer ao Oscar. Os grandes estúdios tais como Warner e Universal já estão se reinventando para esta nova era. O streaming, com um mercado cada vez mais monstruoso, caminha a passos largos. De acordo com a consultoria Grand View Research a previsão é que esse modelo vai movimentar 184,2 bilhões de dólares até 2027.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing –  Oliveiras Consultoria & Marketing)

O Poder de Recompensar os seus Clientes Fiéis

Uma das formas mais simples de deixar o seu cliente inteiramente satisfeito com o seu serviço ou produto é recompensando-o de uma maneira que ele ou ela jamais irá esquecer. Essa “recompensa” pode ser entendida de várias formas. Mas antes de entrar neste assunto, primeiro temos que entender o que é Marketing de Relacionamento e a sua influência no público consumidor. Atualmente está ocorrendo uma verdadeira discussão a respeito deste tema, ainda mais por conta da pandemia, mas a verdade é que só existirá o Marketing de Relacionamento quando uma relação de confiança já estiver estabelecida entre as duas partes (cliente x empresa). O Marketing de Relacionamento é aquele que aproxima a empresa do cliente, fazendo com que o mesmo seja um “fã” da marca. Esse é o foco. E me diga qual empresa, negócio local ou profissional está se dando ao luxo de perder clientes neste momento tão difícil que estamos enfrentando? A maior dificuldade nos dias de hoje está sendo a conquista, a retenção e a fidelização dos clientes, fazendo o que eles continuem consumindo cada vez mais. E se sintam felizes e satisfeitos nesta relação.

Já percebeu como grande parte das empresas estão investindo rios de dinheiro em Marketing de Relacionamento? Estas novas estratégias, cada vez mais mirabolantes, estão voltadas a construir relações fortes e duradouras de uma marca com o seu público. Pegamos como exemplo os Postos Petrobrás (BR). O Programa de Fidelidade ‘BR Premmia’ é um sucesso em todo o país há vários anos. O programa visa dar descontos especiais através de pontos cadastrados nas contas dos clientes. Além de trocar pontos por produtos exclusivos dos postos BR, o cliente também participa de eventos, adquire milhas de companhias aéreas, assiste a filmes em diversos cinemas e peças de teatro.

Recompensar os seus clientes é uma ótima maneira de interagir com eles. Ao implementar corretamente um Programa de Fidelidade em sua empresa, esse tipo de ação terá um impacto significativo em seus resultados. Pode acreditar. Segundos estudos feitos pela Harvard Business School, ao aumentar a taxa de retenção de clientes em 5%, a empresa pode experimentar um aumento nos lucros de 25 a 95%. Já é certo que os Programas de fidelização influenciam diretamente o cliente e ajudam a mantê-lo envolvido com o seu negócio, com uma perspectiva muito clara de quanto tempo ele vai permanecer fiel a sua marca e gastar com seu produto e/ou serviço.

Existem vários métodos e estratégias eficazes de Programas de Fidelidade, desde o simples Cartão de Fidelidade, em que cada compra o cliente ganha um selo ou carimbo e depois troca por descontos, até os Programas Personalizados, baseado nos programas de milhas das companhias aéreas. Mas um dos métodos que vem ganhando muita popularidade é o famoso ‘Cashback’ (dinheiro de volta), que é um modelo de recompensa por reembolso e funciona como um programa de incentivo operado por empresas de cartão de débito e crédito, em que uma porcentagem do valor gasto é devolvida ao titular do cartão. Essa tendência começou nos Estados Unidos e ganhou espaço no competitivo mercado brasileiro.

Com a ajuda de profissionais das áreas de Marketing e Comunicação e organizando a sua nova estratégia de recompensa, você pode criar o seu próprio programa de fidelização e oferecer diversas vantagens aos seus clientes. Depois de todo o processo de implementação, capriche na divulgação. Programas de Fidelidade bem feitos garantem uma relação muito próxima e duradoura com o público, pois a melhor coisa que podemos fazer é recompensar nossos clientes com o que eles querem.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Novo Normal ou Novo Convencional?

Oito meses se passaram desde o início da pandemia do novo Coronavírus. Muitas empresas sofrendo com a crise. Os números de infectados ainda estão longe de diminuir e as pessoas continuam sendo obrigadas a manter o distanciamento social. Também são obrigadas a utilizarem máscaras em público e evitar aglomerações. Realmente não está fácil. Um pouco antes de toda a situação se agravar a ponto deste termo esquisito e incomum “Novo Normal” ficar popularmente conhecido, eu tinha uma ideia diferente do que viria a ser este novo comportamento humano para os próximos anos. E essa ideia estava bastante calcada no termo: Convencionalismo.

O convencionalismo, segundo o Wikipedia, é a atitude filosófica de que princípios fundamentais de um certo tipo se baseiam em acordos na sociedade, e não na realidade externa. O comportamento convencional é aquele que obedece a padrões ou regras já estabelecidas. Podemos entender como indivíduos que se comportam segundo regras sociais. Tendo isso como base, é certo afirmar que atualmente não vivemos um “Novo Normal” e sim um “Novo Convencional”.

É notável entender que ao sairmos de nossas casas, seja para trabalhar, para passear, estudar ou fazer compras, um sentimento coletivo de preocupação já se encontra instaurado na mente da grande maioria. O medo, a preocupação e a ansiedade que a pandemia gerou é real e aumenta a cada dia. À medida que os casos ainda estão freqüentes e não existe ainda uma vacina capaz de extinguir este vírus, entendemos que as pessoas, em sua grande maioria já estão se acostumando com estas normas exigidas pelas autoridades. Algumas nem se importam mais em ter que utilizar máscaras e manter a distância das outras pessoas quando saem de suas casas. Já virou um habito. É ou não é verdade? Mas será que tudo isso será realmente benéfico para nós no longo prazo?

No meu ponto de vista o ser humano está perdendo a sua essência. A sua verdadeira identidade. Pensar que é uma situação passageira é errado. Mesmo com a produção em massa de vacinas, dificilmente ficaremos livres de todo o mal que a crise do novo Coronavírus está causando. O prejuízo é incalculável. Acredito que não podemos aceitar padrões impostos por questões políticas e achar que é “normal”, que é correto. O normal na verdade nunca foi normal. Era uma realidade diferente, porém, sem todo este medo e preocupação instaurada na mente das pessoas de que o nosso mundo está doente. Sabíamos sim que algumas coisas não estavam certas, mas seguíamos com nossas vidas, de maneira convicta, sempre pensando em um futuro melhor. Desde os primórdios nossos ancestrais convivem com doenças, infecções, pragas, pestes, etc. E ao longo da história, a superação venceu. A superação juntamente com a mente preparada e o modo de vida benéfico para todos. Mas infelizmente, na realidade que estamos, com todas estas restrições e obrigações impostas, tudo o que vira hábito, vira costume, fica enraizado nas crenças pessoais de que é o certo e que não há nada que possa mudar. Tudo isso terá um impacto enorme em todos nós, inclusive nas novas gerações, ou melhor, dizendo, já está tendo. Estamos sendo condicionados. Esse é o ‘Novo Convencional’. O que nos resta é mantermos a convicção de que somos nós que precisamos romper regras, leis e padrões. Não cair no Convencionalismo. Respeitar este convencionalismo sim, mas mantendo uma opinião, mantendo uma postura firme, um pensamento voltado para o bem comum e para o bem do nosso planeta. A união e a superação sempre serão vitoriosas.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)