Coronavírus: O mundo pede socorro

imagem-coronavirus

Não podemos desmentir que a epidemia do novo Coronavírus está gerando pânico, medo, desespero, angústia e ansiedade em todo o mundo. Particularmente eu nunca vi uma coisa dessas. É de longe, uma das piores crises que a humanidade já enfrentou e está enfrentando. Nas últimas duas semanas, os prejuízos causados por esta pandemia já ultrapassaram a casa dos bilhões de dólares ao redor do globo. E já está sendo calculado um prejuízo ainda maior nos próximos meses. Bolsas de valores em queda, mercados desestabilizados, empresas fechando as portas, setores da aviação e turismo em colapso e o pior de tudo isso, os índices de mortes por conta do vírus não param de aumentar. O desafio das autoridades é gigante. Fazer com que as pessoas fiquem em suas casas, principalmente os grupos de risco é um verdadeiro dilema, pois que não se sabem ao certo qual será o tamanho da propagação do vírus e se existirá um contingente de médicos, enfermeiros e profissionais da saúde para dar conta do recado. O sistema de saúde do Brasil é um dos piores do mundo inteiro. Todos nós sabemos disso. Se a contaminação afetar grandes centros urbanos e também as periferias, será um verdadeiro caos nas unidades de saúde.

Será preciso um esforço enorme das pessoas em se prepararem para a pior das hipóteses, que é o que houve na China e está acontecendo na Itália. No primeiro país, o Coronavírus já está controlado, mas ainda gera preocupação, pois que pesquisas e estudos estão sendo realizados a fim de entender a estrutura deste novo vírus. Como ele foi gerado? Como foi introduzido na raça humana? Ninguém sabe ao certo responder estas questões. No segundo, as mortes já atingiram mais de três mil pessoas. Um número próximo ao da China (mais de três mil e duzentos mortos), país onde a pandemia se alastrou. A situação de calamidade pública está presente em diversos outros países, que decidiram fechar as suas fronteiras e estão se preparando para mais casos confirmados. Só que agora de contaminação comunitária, que ocorre entre pessoas do mesmo país.

No meio disso tudo, eu não me iludo e mantenho a minha serenidade, equilíbrio e otimismo. Temos que ser realistas diante da situação, pois é muito grave. Mas temos que entender que a pandemia é transitória. Podemos até fazer um comparativo do Tsunami (a onda monstruosa), que afetou a Indonésia em 2004. As pessoas não tinham noção do que viria a acontecer anos depois, quando o país entrou em uma forte crise financeira, desestruturando toda a cadeia produtiva do país e amargando-o em uma recessão terrível, mesmo com todas as ajudas vindas de outros países. Voltando para a nossa realidade, teremos também um “pós-Coronavírus” que, infelizmente será muito pior que a situação que estamos vivendo no momento. Por isso, temos que nos preparar ao máximo para o que ainda há de vir por conta de toda esta pandemia. Estamos ainda no começo da “onda”. Ela terá o seu ápice em torno de 20 a 30 dias e depois vai diminuir.

O mundo pede socorro. Nós temos que nos unir, ajudar um ao outro e mais do que tudo, aproveitar este momento em nossas casas para pesquisar, estudar, planejar e praticar novos costumes. Priorize as boas ações, novos hábitos saudáveis, as novas idéias e principalmente, novas estratégias, seja para o seu negócio ou para a empresa em que trabalha. Se você é empreendedor, empresário, profissional autônomo ou empregado, saiba que estamos todos no mesmo barco. Esqueça a palavra férias. Agora é a hora de termos muita fé, positividade, estrutura, equilíbrio e inteligência emocional para não nos abalarmos e mantermos firmes com um olhar para o futuro, para as novas gerações, para o cuidado e preservação do meio ambiente, dos animais e das nossas famílias, que são o bem mais valioso em todo o mundo. Parafraseando C.S.Lewis: “Dificuldades preparam pessoas comuns para destinos extraordinários”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A importância de promover a liberdade ao seu colaborador e aumentar a sua produtividade

imagem-job

 

Existe um velho ditado que diz assim: “Funcionário feliz produz mais”. Não sei quem foi o autor, nem quando foi criado, mas é a pura verdade. Nós sabemos muito bem a importância de manter o colaborador ou colaboradora motivado(a) e produzindo cada vez mais em prol do bem estar da empresa. O problema é que a maioria das empresas vive aquela velha cultura onde quem tem que se dedicar integralmente à organização é o funcionário e não o inverso. Salvo algumas mais inovadoras, tais como o Google e o Facebook, que acreditam na dedicação aos seus colaboradores e promovem espaços de lazer, relaxamento e passatempos interessantes para que eles se sintam em casa, mesmo no horário de trabalho, proporcionando uma melhor qualidade de vida, o bom convívio e, em muitos dos casos, tirando aquele peso das costas, e até mesmo toda a pressão envolvida nos cargos que ocupam.

De fato, isso ninguém pode discordar, o grande pavor das empresas é dar liberdade aos seus funcionários. Pelo menos aqui no Brasil. Muitas delas querem que seus colaboradores trabalhem focados em suas atividades, sem parar até mesmo para ir ao banheiro ou beber água. É ou não é verdade? Eu sei que é assim. Eu já passei por isso também. No tempo que eu era um colaborador, eu vestia a camisa da empresa e trabalhava muito. Eram oito horas ininterruptas. Oito horas que às vezes pareciam não ter fim. Mas quando acabava o expediente, eu era sempre tomado por um sentimento de liberdade que não dá para descrever. É nesse ponto que eu quero chegar. Promover liberdade para o funcionário não apenas no término do expediente, e sim durante. Não é deixa-lo(a) fazer tudo o que quer e muito menos realizar atividades que não tenham nada a ver com o trabalho em si. Lógico que, para cada função, é preciso estabelecer regras, afim de que o colaborador saiba o limite dessa ‘liberdade’. Não acredito que somente o tempo livre seja benéfico. Ele ou ela precisa aproveitar isso da melhor forma.

Vamos pensar em uma situação comum, como exemplo: O funcionário tem duas horas de almoço. Na primeira hora ele faz a sua refeição. Na segunda hora ele descansa, assiste a um filme, lê um livro, acessa seu e-mail e suas redes sociais. Bacana. Esse funcionário vai voltar para o trabalho depois dessas duas horas mais motivado do que se compararmos ao funcionário que tem apenas uma hora de almoço. Uma hora passa muito rápido. Mal conseguem fazer sua refeição. Como conseguirão acessar seus e-mails, redes sociais, terem tempo para o lazer e relaxamento? Por conta disso, o funcionário já volta diferente depois do almoço, com preguiça e a produtividade cai muito. Depois da refeição, a mente ainda está no processo de digestão. Por isso defendo a liberdade no sentindo de beneficiar não só o colaborador, mas a empresa que ele ou ela atua. Se pararmos para pensar é super vantajoso para os dois lados. Uma forma de incentivo que faz muita diferença.

Se você tem notado a falta de produtividade de alguns de seus funcionários, ou até mesmo se você for líder de equipe, considere sim fornecer um momento de liberdade para o colaborador. Seja uma hora de lazer, uma hora adicional de almoço, uma hora para estudar, para pesquisar algo relacionado com o trabalho ou função que ele exerce, etc. Pode apostar, a produtividade dele vai aumentar e a empresa só tem a ganhar com isso.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

INTELIGÊNCIA DE MERCADO: FERRAMENTA ESSENCIAL PARA VENDER MAIS E DESBANCAR A CONCORRÊNCIA

imagem-business

A alta competitividade entre as empresas está cada vez maior no dia a dia. E o que as organizações estão precisando fazer para superarem as suas posições em relação à concorrência? Muitas delas já estão entendendo o significado e o poder que a Inteligência de Mercado, também conhecida como Business Inteligence, possui. Este novo departamento permite coletar, gerenciar e distribuir os dados de uma empresa para transformá-los em insights relevantes para a tomada de decisão.

Dispondo de técnicas e metodologias para captar um grande volume de informações e utilizá-los sobre determinados aspectos, a Inteligência de Mercado tem como objetivo principal entender as tendências comportamentais do consumidor; identificar as novas estratégias da concorrência; potencializar as vendas da empresa; estudar o perfil do público-alvo e o mercado de uma forma geral. Além de tudo isso, a Inteligência de Mercado também auxilia no suporte ao crescimento de um determinado produto ou serviço, e otimiza os processos internos do departamento comercial, fazendo com que a equipe trabalhe de forma a obter maior produtividade e melhores resultados em suas ações.

Para podermos entender melhor todo o contexto histórico desta nova metodologia, é preciso voltar um pouco no passado. Este termo foi utilizado pela primeira vez em meados da década 50, por Hans Peter Luhn, um renomado pesquisador. No artigo que escreveu intitulado “A Business Intelligence System”, o autor já propunha conceitos bastante avançados para aquela época, como a coleta de dados por meio de recursos de automação mediante uma linha de ação. Posteriormente, na década de 80, a metodologia começou a se espalhar juntamente com outras tendências tecnológicas. O advento da era da informação digital foi responsável por proporcionar uma capacidade de processamento de dados significativamente superior. Foi justamente nesse período que a relevância dos dados passou a ser mais valorizada e também começaram a surgir disciplinas como o gerenciamento de dados, engenharia de informação, modelagem de dados, análise de informações, entre outras.

Mas como funciona a Inteligência de Mercado na prática? Você deve estar se perguntando. Para utilizar essa estratégia como uma ferramenta capaz de potencializar as vendas de sua empresa e desbancar a concorrência, é necessário, primeiramente, entender o que deve ser feito com o grande volume de dados e informações coletadas que, por sua vez, são gerados de diferentes formas. O Big Data tem um papel importante nesta equação. Forte tendência dos próximos anos é o termo utilizado para se referir a enorme quantidade de dados gerados a cada segundo, e que tem por finalidade auxiliar as empresas em suas decisões. Mas será que é vantajoso ter uma grande quantidade de informações em mãos, mas não saber como lidar com elas?

Atualmente existem várias formas de geração de dados, o que torna para as empresas competitivamente vantajoso, já que são as informações que ela não tem dentro da organização, como aspectos comportamentais dos clientes, estratégias da concorrência, mídias sociais, entre outros. A partir dos índices coletados, o próximo passo é filtrar as informações obtidas que serão efetivamente importantes e relevantes para que as empresas alcancem as metas e objetivos traçados em seus planejamentos de negócios.

Para concluir não podemos nos esquecer em deixar claro um dos pontos de maior importância dentro da metodologia de Inteligência de Mercado: obter o máximo de conhecimento a respeito do próprio mercado de atuação. Mapear todo o espaço que a empresa ocupa e ter plena consciência a respeito das solicitações dos clientes é o maior compromisso que as empresas devem ter ao iniciar um departamento de Inteligência de Mercado voltado para aumentar seus resultados.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Papai Noel: A maior jogada de Marketing do Natal

imagem-bomvelhinho

Se existe um símbolo natalino que resume todo o contexto desta época especial e remete boas lembranças em todos nós, sem duvida nenhuma, este símbolo é o Papai Noel. Esta figura mítica foi inspirada em um bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, tinha o costume de ajudar os mais pobres, deixando em suas casas pequenos embrulhos com moedas de ouro. Ao longo dos anos a imagem do bom velhinho retratada por Nicolau serviu de inspiração e até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno nas cores marrom e verde, e era descrito de várias formas, ora como um elfo, ora como um duende, ora como um santo, e entre outros.

Em 1823, o professor americano Clement Clarke Moore escreveu um poema intitulado: “The Night Before Christmas” (traduzindo em português: “Uma noite antes do Natal”), e solicitou que fosse publicado de forma anônima em um jornal. O poema fez grande sucesso e se tornaria um símbolo do Natal, principalmente na América do Norte. Infelizmente, o mesmo poema teve muitas controvérsias, pois o professor falava sobre um velhinho bochechudo que andava de trenó e entrava nas casas das pessoas pela chaminé para entregar seus presentes. No ano de 1863, Thomas Nast um cartunista americano criou a primeira imagem do Papai Noel, bastante semelhante a que conhecemos nos dias de hoje. Thomas também criou a lenda de que Papai Noel se veste de vermelho e mora no Pólo Norte. O trabalho do cartunista chamou bastante atenção e ilustrou a capa da revista americana Harper’s Weekly.

Somente em 1931 que o Papai Noel realmente ficou conhecido. E a Coca-Cola foi a grande responsável para que sua imagem e fama se espalhassem ao redor do mundo. A empresa de refrigerantes contratou desenhistas para remodelarem o Papai Noel, logicamente se baseando nas cores da marca, visando um maior impacto no público infantil e o aumento das vendas no inverno. Já nas primeiras ilustrações é notável ver o tamanho natural do personagem, o semblante alegre e a roupa vermelha com o cinto preto. Estampou revistas, outdoors, impressos em geral e balcões de lojas, influenciando os americanos a beberem Coca-Cola. Neste ponto podemos notar que a proposta do Papai Noel muda drasticamente e a “Força do Marketing” vem à tona, pois o grande objetivo da empresa, literalmente, era aumentar as vendas do refrigerante no inverno, mas o sucesso da campanha com o Papai Noel foi gigantesco, e fez com que a Coca-Cola passasse a adotar a imagem do Papai Noel como um dos símbolos principais da marca nos próximos anos, e o público-alvo a adotou como símbolo oficial do Natal até hoje. Foi ou não foi uma jogada genial de Marketing para o Natal?

Apesar de muita gente achar que a Coca-Cola foi a grande responsável em criar o personagem Papai Noel, na verdade como podemos entender neste artigo, a marca apenas remodelou sua imagem. Antes de 1931, o bom velhinho era caracterizado totalmente diferente. Após a primeira campanha bem sucedida, a Coca-Cola ficou com o mérito, pois além de criar o padrão universal, a companhia colocou a cereja que faltava no bolo: o gorro vermelho com pompom branco.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

VOCÊ ESTÁ PREPARADO(A) PARA A TRANSFORMAÇÃO TECNOLÓGICA?

imagem-tecnologica

 

Ao passo que as industrias vão sentindo o impacto do desenvolvimento tecnológico, a sociedade como um todo também percebe os reflexos no dia a dia, seja na redução da jornada de trabalho, na diminuição das ofertas de empregos, das dificuldades de manter um negócio ativo, na obtenção de lucratividade, e uma série de outros fatores que estão mudando drasticamente todos os setores do mercado. A crise econômica também é um reflexo negativo das transformações tecnológicas, pois que diariamente muitas e muitas pessoas, no mundo todo, estão perdendo suas funções para sistemas automatizados. Em outras palavras, para os robôs.

Estudos estão sendo feitos e já estão comprovando que inúmeras ofertas de emprego vão deixar de existir. Até 2025 funções tais como Operador de telemarketing, Subscritor de seguros, Agentes de crédito, Operador de caixa, Digitalizador de documentos, etc, podem deixar de existir por conta da tendência de automação e da simplificação dos processos nos meios digitais. E acredite se quiser, até a função de Árbitro de partidas desportivas está com seus dias contados. Com a introdução da tecnologia nos esportes para fins de apuração de resultados, tais como o VAR (Árbitro de vídeo), não haverá a necessidade de existir um Árbitro de carne e osso.

A verdade é que muitas transformações tecnológicas já estão ocorrendo. A mudança de paradigma está afetando diversos setores. O que vimos até agora é só o início de todo um processo complexo, pois que não é somente o problema da falta de profissões, mas também desmaterialização de produtos e serviços que passarão a existir no universo digital. E o próximo passo depois disso tudo será a unificação das inteligências artificiais que se basearão em volumes gigantescos de dados (Big Data), que inclusive irão alimentar estas inteligências. O setor financeiro já saiu na frente e está utilizando alguma destas tecnologias a favor de seus interesses. Não é de se espantar a cada dia surgir um aplicativo com todas as funções de um banco convencional, só que na palma da mão do usuário. Isso já está acontecendo e o mais assustador disso tudo é que estamos ficando cada vez mais confinados e obrigados a utilizar nossos smartphones, a todo o momento para resolver todos os tipos de tarefas. Com o advento da Internet das Coisas, tudo será controlado a partir dos dispositivos móveis e programados de acordo com a necessidade dos usuários. É bem provável que teremos microondas, geladeiras e fogões tão inteligentes que ao apresentarem falhas de funcionamento, os próprios sistemas internos destes aparelhos farão reparos, afim de consertá-los e reutilizá-los.

Para que possamos enfrentar as transformações tecnológicas da melhor maneira possível, uma das melhores soluções de lidar com tudo isso é investindo em formação especializada, que entenda essa nova dinâmica. Infelizmente no Brasil formamos muitos menos profissionais de áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática do que precisamos. Estima-se que até 2022, a indústria vai criar algo em torno de 450 mil vagas na área de tecnologia da informação. Mas somente 250 mil profissionais estarão formados até lá. A diferença de 200 mil profissionais é muito grande, e provavelmente não vamos conseguir suprir isso. Se fizermos um comparativo com a China, de oito milhões de pessoas formadas, em torno de cinco milhões estão nessa área. É uma baita diferença. O nosso país está muito defasado. É um problema que precisa ser resolvido o quanto antes.

Sendo assim, as transformações tecnológicas devem prover a cada dia, novas resoluções de problemas para um mercado em constante evolução, de maneira sucinta e pragmática, criando novas possibilidades ao negócio, sempre orientada pela visão do cliente, que está no centro de tudo. Com isso, a transformação tecnológica deve utilizar não só a área de tecnologia, engenharia e matemática, mas também toda a cadeia de valores para criar a cada momento serviços e produtos a fim de suprir uma necessidade que virá com as novas gerações. Já dizia o visionário Steve Jobs: “A tecnologia move o mundo”.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

‘DEEPFAKE’ E OS RISCOS DA MANIPULAÇÃO DA FACE HUMANA ATRAVÉS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

imagem-face

 

Andam circulando pela Internet vários vídeos e registros em filme, de uma tecnologia denominada ‘Deep Fake’. Em português pode ser traduzido para algo do tipo profundo falso ou profundamente falso. Para você que ainda não está a par desta onda tecnológica, o Deep Fake é uma ferramenta que permite a edição e manipulação da face humana utilizando-se de recursos de Inteligência Artificial e outras técnicas avançadas de programação para produzir rostos de qualquer pessoa, inclusive celebridades em vídeos, com movimentos labiais, expressões faciais sincronizadas e outro detalhes, sendo bem impressionantes aos olhos dos expectadores.

A tecnologia é capaz de gerar identidades falsas criadas com o deep learning (aprendizagem profunda, por meio de grande quantidade de dados), combinada a uma técnica de síntese de imagem humana baseada em rostos e expressões. Todas essas junções transformam imagens e fotos pré-digitalizadas em vídeos de uma forma bem convincente. Quando me deparei com um destes vídeos, me lembrei daquele filme famoso de ação / ficção ‘A Outra Face – Face Off’ (1998). Nele os protagonistas trocam de rostos, literalmente, por meio de um processo cirúrgico avançado da época que faz com que o agente do FBl, interpretado pelo ator John Travolta, troque de rosto com o ator Nicholas Cage, que interpreta um criminoso terrorista, a fim de se infiltrar na gangue e obter informações valiosas a respeito de uma bomba que está programada para explodir em determinado local onde a historia acontece. Se pudéssemos voltar no tempo e apresentar a ferramenta Deep Fake para os produtores do filme, eles sem duvida alguma, ficariam de boca aberta, pois que os vídeos disponíveis na Internet com algumas brincadeiras de usuários, realmente chegam a assustar, pelo tamanho poder da ferramenta. Inclusive, em uma destas brincadeiras selecionaram uma cena do filme ‘O Exterminador do Futuro 2 – Terminator II’ onde o ator principal Arnold Schwarzenneger entra em um bar para conseguir roupas, e trocaram o rosto dele pelo do ator Sylvester Stalonne. A edição final ficou surpreendente, por não transparecer falhas. Quer dizer, existe apenas uma falha aparente em quase todos os vídeos Deep Fake que circulam na rede e que pude assistir: os protagonistas quase não piscam os olhos.

A grande problemática desta tecnologia é a respeito de utilizá-la para o mal. Infelizmente após o lançamento de apps capazes de automatizar o processo de manipulação e edição, surgiram dezenas de vídeos adultos “estrelados” por atrizes e artistas como Gal Gadot, Taylor Swift, Selena Gomez, etc. Artistas, atrizes, e nomes que, obviamente, não fazem filmes deste gênero. É importante salientar que a Internet e a indústria do entretenimento declararam guerra contra o Deep Fake, inclusive taxando os usuários que criam os vídeos falsos e os que os compartilham como criminosos, e o ato em si já é tratado em muitos lugares como crime digital, inclusive no Brasil. Outra questão que está sendo levada muito em consideração é a respeito de partidos políticos que, propensos ou não a apelar para o Deep Fake, podem prejudicar adversários em campanhas eleitorais, além de gente maldosa que queira utilizar a ferramenta para denegrir a imagem e caráter de outros cidadãos comuns. Pode ser inclusive, inevitável no futuro.

Para concluir, acredito que toda tecnologia hoje disponível para os seres humanos deve ser utilizada para o bem. Para ajudar o planeta, para ajudar os mais necessitados, e logicamente para ajudar a evolução da nossa espécie. Porém, a melhor atitude a fazer perante as ferramentas que estão surgindo, como é o caso do Deep Fake, é evitar o compartilhamento massivo de vídeos pessoais com gente que você não interage, ou não conhece. É bom também se precaver e não hospedar vídeos pessoais em redes sociais de forma pública. Tudo o que você puder fazer para dificultar o trabalho de algum especialista em manipulação e edição de vídeos será para sua total segurança. Lembre-se que a Internet é um terreno onde as leis ainda não estão 100% regulamentadas, e se caso você for vítima de algum hacker, colete todas as informações necessárias e procure as autoridades imediatamente.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

WiFi Marketing e a importância desta Tecnologia para melhorar o atendimento

rede-wifi-celular

Você já ouviu falar em WiFi Marketing? Esta tendência vem ganhando cada vez mais espaço e importância para empresas que precisam entender e melhorar o relacionamento com seus públicos. Hoje em dia é muito comum a maioria das pessoas visitarem estabelecimentos e dar preferência àqueles que ofereçam uma conexão de Internet gratuita. Para algumas delas chega até ser uma exigência, em vista que atualmente grande parte da sociedade vive conectada a todo o momento. Em vista disso, o WiFi Marketing, vem para suprir essa necessidade das empresas em disponibilizar um serviço de conexão eficiente, e de quebra entender melhor os hábitos deste público visitador do estabelecimento.

Para que possamos assimilar da melhora maneira o conceito de WiFi Marketing, é preciso saber que essa tecnologia só se torna possível com o auxílio de um ‘Hotspot’. O Hotspot pode ser entendido como um ponto onde existe uma rede de conexão WiFi disponível, aberta e gratuita. Este ponto pode ser feito com contas de redes sociais, tais como Facebook, Instagram, Google, ou até mesmo um número de celular. Este ponto de conexão será o caminho para que possa ser oferecido o WiFi ao público de forma segura, rápida e com qualidade. Existem hoje no mercado, centenas de modelos Hotspot que podem ser adquiridos de acordo com a necessidade da empresa, em termos de custo, conexão e qualidade de sinal. Após a aquisição, a empresa precisará também adquirir um serviço exclusivo de WiFi Marketing, pois que será necessário ter um sistema autônomo para coletar as informações do público e guardá-las em um banco de dados, todas as vezes que o mesmo se conectar na rede. Esse serviço geralmente é feito por agências ou consultorias especializadas que desenvolvem uma estratégia de marketing e divulgação direcionada para esta tecnologia, baseando-se nas características do negócio e que utilizará como base a conexão através do Hotspot.

Todo esse processo visa gerar engajamento do público do estabelecimento nas redes sociais, pois possibilita o cliente a fazer check-in, tirar fotos e escrever uma avaliação. Também é possível criar um cadastro de dados sobre os clientes, através destas informações, elaborar campanhas e ações personalizadas a fim de atrair mais e mais estes clientes e fidelizá-los.

Tudo isso será permitido porque assim que o cliente faz a conexão com o WiFi do estabelecimento utilizando um login e uma senha, o estabelecimento passa a ter acesso a uma série de dados valiosos sobre este cliente, facilitando assim a forma de abordagem. É por isso que quando digo da importância de se investir em novas tecnologias a fim de melhorar o atendimento, é no intuito de conhecer melhor o público, pois que tendo uma precisão melhor, o resultado de qualquer ação de marketing terá muito mais chances de dar certo. E as soluções advindas de ferramentas tais como o WiFi Marketing trazem informações valiosas nesse sentido. Oferecendo esse tipo de serviço com conexão gratuita ao público seu tipo de negócio só tem a ganhar. E aí, sua empresa está preparada para apostar nesta tendência?

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Engajamento com Criatividade: Os desafios de manter o seu negócio relevante nas redes sociais

imagem-engajar

 

A cada dia que passa o desafio aumenta. Empresas, celebridades, influenciadores, marcas famosas e as nem tanto se deparam com um campo de batalha cheio de ansiedades, incertezas e dúvidas. A disputa por ‘likes’, comentários, compartilhamentos e ‘reposts’ começa nas principais redes sociais. Um post que poderia ser um sucesso, logo é esquecido e vai parar lá atrás, junto com outros tantos posts, gerando apenas algumas curtidas e às vezes nenhum comentário. Enquanto outros posts são destaques, e garantem 500, 700 e até 1.000 curtidas ou ‘likes’, com um grande engajamento. Mais por que isso está acontecendo? Primeiro precisamos compreender muito bem este cenário: público x redes sociais.

 

A quantidade de informação atualmente gerada pelas redes sociais é uma coisa absurda. Tanto que ocasionalmente as principais redes sociais ficam desestabilizadas por algumas horas, até conseguirem retomar a estabilidade e permitir novamente o acesso de seus usuários. Os investimentos em anúncios e links impulsionados também estão em seu maior ápice. Tanto que muitas empresas de grande porte dividiram as verbas e destinam boa parte de seus recursos para ‘aparecerem mais nas redes sociais’ do que na televisão ou no rádio. Elas sabem que o seu público-alvo está ali. E uma coisa é certa, a percepção das pessoas em relação às redes sociais está em constante mudança e o pior, está afetando literalmente a forma de engajamento e interação das mesmas. Sabemos que as pessoas estão em constante bombardeio de anúncios, desde o momento que elas acordam, até o momento que vão dormir, e isso acaba cansando a percepção delas, principalmente no território on-line.

 

Estudos e pesquisas já demonstram que grande parte da população ao assistir a televisão ou escutar o rádio, estão acessando simultaneamente um dispositivo móvel (seja um tablet ou celular). Os meios de comunicação tradicionais já não tem mais o destaque que tinham antigamente, onde a atenção das pessoas era totalmente voltada para eles. É nítido notarmos como os programas de TV estão integrando, em quase todo momento, a participação de telespectadores que estão interagindo a partir de seus celulares. E isso vai de encontro ao tema deste artigo.

 

Primeiramente vamos entender o que é Engajamento. Essa palavra está na moda porque é um dos fatores que mais pesa na hora de cativar e conquistar um determinado público. Segundo o Wikipedia, o Engajamento é envolvimento, interação, relacionamento com a marca, que vai além do número de seguidores ou likes em uma postagem. Em outras palavras, é o engajar que fará com que o seu público nunca se canse de suas postagens e conteúdos. É nesse ponto que começa o grande desafio para as empresas, pois que não basta apenas entregar um conteúdo interessante e de qualidade. É preciso criar estímulos capazes de fazer com que aquele potencial seguidor(a), enxergue você, a sua empresa ou sua marca como uma forte aliada aos pensamentos, estilo de vida e crenças dele ou dela. E como podemos criar estes estímulos? Logicamente existem várias técnicas, mais uma delas é o Engajamento com criatividade.

 

Para engajar com criatividade é preciso antes de tudo estar a par do que o seu público espera e almeja com o conteúdo, informação ou dados que você quer compartilhar. A todo o momento são gerados milhões de informações nas redes sociais e se você não tem uma estratégia centrada junto a um plano direcionado com foco e objetivo, tudo será perdido nessa imensidão de dados. Para cativar é preciso ousar e trabalhar formatos que vão surpreender de forma positiva a todos que seguem sua empresa ou sua marca nas redes sociais. Cada qual com sua peculiaridade, mais se tornar relevante é a principal meta para engajar o público.

 

Ao atravessar essa barreira imposta pelo próprio usuário que já possui essa percepção de muita informação nas redes sociais e se sente apático(a) com tantos anúncios e ofertas, a sua marca ou empresa não será ‘mais uma’, muito pelo contrário, ela agora passa a estar em um nível de engajamento fiel, interessante e relevante para este usuário.  Cada vez mais as organizações vão buscar formas inovadoras de atrair seus públicos e retê-los em suas redes sociais. Isso será uma constante. Por isso pense sempre no engajamento com criatividade, utilizando-se de formatos autênticos que vão de encontro ao que o seu público quer consumir. Como disse Alison Zigulich: “Prometa o que o cliente deseja e entregue o que ele precisa para que consiga o que deseja.” 

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Copywriting e a Arte de escrever Textos que Vendem

imagem-copy

Já ouviu falar em Copywriting? É uma palavra que veio da língua inglesa e sem uma tradução correspondente ainda para o português, que pode ser definida como a arte de escrever de forma persuasiva, tendo como objetivo o de convencer o leitor a praticar uma determinada ação esperada. Para isso o copywriter (pessoa ou profissional que possui o dom da escrita), precisa aplicar em todo o conteúdo que criar, um conjunto de técnicas, afim de que seus textos despertem desejos e vontades para este público consumidor, de maneira que não seja enganadora ou duvidosa, fazendo com que o leitor perceba se aquilo que está lendo atende suas necessidades. Todo este esforço é realizado no intuito de guiá-lo para uma tomada de decisão. E esta tomada de decisão pode ser desde clicar em um link de um post nas redes sociais até realizar uma compra em um determinado site.

 

Mas para levar o seu público a realizar a ação que você definiu como mais importante para o seu negócio, não é uma tarefa simples. A função de Copywriting se torna mais complexa e dificultosa a medida que vamos entendendo o real objetivo, pois que o foco está na conversão e não apenas na visualização deste conteúdo escrito por parte do público. O produto, chamado ‘copy’, deve ser entendido como um conteúdo capaz de aumentar o reconhecimento da marca ou do estabelecimento. Por isso, para que o copywriting seja bem sucedido na otimização de conversões, é preciso saber escrever posts e e-mails que são lidos até o final, comunicar-se melhor, de uma forma geral com a audiência e até realizar as vendas on-line de forma inteligente e mais efetiva.

 

Você que quer aprender a aumentar as suas vendas através do Copywriting precisa se preocupar primeiramente em criar conteúdos de alta qualidade, sempre com novidades, tendências e informações atualizadas para seus leitores e além de tudo isso, deve seguir as melhores práticas das técnicas de SEO (otimização de mecanismos de busca e palavras-chave), afim de conseguir rankear o conteúdo nas melhores posições. Em artigos anteriores eu abordei esse tema e a importância destas técnicas para que o site ou página das redes sociais tenha melhor relevância nas pesquisas orgânicas feitas pelos usuários.

 

Todo este direcionamento será necessário para que o público leitor tenha uma motivação e continue lendo ou assistindo o seu conteúdo. É muito importante em toda esta trajetória fazer com que ele tome uma ‘ação’ ao finalizar a leitura ou a visualização do vídeo em questão. Se você não solicitar para este leitor ou visitante de sua página compartilhar, deixar um comentário ou cadastrar-se em seu site, dificilmente eles tomarão essa ação por conta própria. Note como cada detalhe é importante nessa trajetória do potencial consumidor em adquirir o produto ou contratar o serviço. Cada detalhe conta muito. Que tal repensar suas estratégias de Marketing Digital com a possibilidade de integrar as técnicas de Copywriting em suas ações? Pode ter certeza que fará uma baita diferença.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Criptomoedas e o futuro da economia internacional

bitcoin

Primeiramente é muito importante entender o que na verdade são as tais ‘criptomoedas’. Segundo o site Wikipedia, uma criptomoeda é um meio de troca descentralizado que utiliza tecnologia de blockchain e da criptografia para assegurar a validade das transações e a criação de novas unidades da moeda. O Bitcoin, a primeira criptomoeda descentralizada, foi criado em 2009 por um usuário que usou o pseudônimo Satoshi Nakamoto. Mas o que mudou de lá pra cá? A moeda digital vem evoluindo de uma forma constante e até o Facebook anunciou oficialmente nesta semana a Libra, sua própria criptomoeda.

 

Para alguns céticos, a moeda digital é ainda um ponto de interrogação, pois que a mesma não é como a moeda real. Para outros, tais como o bilionário Warren Buffet, o mercado de bitcoins não passa de uma “bolha real”. Considerado um dos melhores investidores do mundo, ele declarou que “é bem provável que a bolha bitcoin não termine bem”. Mas por que ele disse essa afirmação? Será que os investidores em criptomoedas estão mesmo correndo risco? Temos que entender melhor o que está acontecendo com a economia global.

 

Dados retirados do site Empiricus, no começo do ano passado afirmam que hoje a dívida global ultrapassa os 233 trilhões de dólares, o que corresponde a mais de 300% do PIB mundial, sendo que aproximadamente 11 trilhões de dólares estão rodando a juros negativos – ou seja, desconsideradas situações especiais, o investidor que aposta neste mercado, está aceitando a princípio ter um retorno negativo, certo? Repare o nível que estamos. Isso não pode estar relacionado a um sistema financeiro saudável, não é verdade? O que foge a regra para algumas pessoas é que, em alguma medida, o sentimento de descrença perante as criptomoedas resulta justamente da desconfiança do sistema financeiro tradicional que atualmente está endividado e que foi assumido por parte da maioria dos países do mundo. Realmente, na minha humilde opinião, não acredito que a moeda digital possa ser a salvação da economia global. Por mais que ela tenha toda a sofisticação da tecnologia blockchain e criptografia avançada, nós sabemos que no âmbito da Internet, tudo pode ser invadido por hackers, através de recursos ainda mais avançados, e que estes especialistas em computação cibernética sabem muito bem, até onde podem chegar. Aplicativos mensageiros tais como WhatsApp e Telegram juram de pés juntos que são imunes a ataques e que tudo o que é relatado em conversas de seus usuários dentro dos apps são criptografados e armazenados com total segurança. Mas não é isso que está acontecendo. Juízes e autoridades brasileiras tiveram suas conversas expostas por hackers, o que denegriu e manchou de forma negativa a credibilidade deles, e mostrou que esses apps de mensagens não são tão seguros quanto parecem. Redes sociais constantemente são alvos, celebridades, artistas e até instituições financeiras tem sofrido com ataques. Com tudo isso em voga, eu te pergunto, será mesmo que a moeda digital é segura? Imagine você investindo o seu patrimônio em bitcoins e da noite para o dia, sua conta some, sem nenhuma explicação? Sinceramente, eu não “pago para ver”.

 

Acredito que esse assunto ainda vai dar muito “pano para manga”, principalmente agora com a entrada do Facebook nesse mercado e a criação de sua moeda digital ‘Libra’. A ideia inicial de Mark Zuckerberg é de transformar o WhatsApp, Instagram e o próprio Facebook em dispositivos que aceitam pagamentos digitais através de leitores do tipo QR Code e promete popularizar as transações com criptomoedas. Para alguns foi uma jogada um tanto ousada do CEO, mas ele não está sozinho nessa. Outras gigantes da tecnologia como Visa, Mastercard, Uber e PayPal também se uniram para criar a Libra Association, organização sem fins lucrativos que será responsável pela administração e implementação da moeda. Bom, será preciso acompanhar o desenrolar deste projeto e também no decorrer deste mercado ‘revolucionário’ para realmente termos certeza se valerá à pena ou não apostar nas criptomoedas.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)