A ECONOMIA CRIATIVA PODE SALVAR O SEU NEGÓCIO

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Você, com certeza, já deve ter ouvido falar de “Economia Criativa” nestes últimos anos e como ela vem se expandindo em vários países, inclusive no Brasil. De acordo com a Wikipedia, a Economia criativa é o setor da economia formado pelas indústrias criativas (se relacionada à produção e distribuição de bens e serviços que utilizam a criatividade e as habilidades dos indivíduos ou grupos como insumos primários). São ações e atividades nas quais a criação e o capital intelectual resultam em matéria-prima para o insight, produção e distribuição de bens e serviços. Nesta nova tendência de mercado, o processo de criação é tão importante quanto o produto final, ou seja, uma cadeia de produção que foca no conhecimento, sendo capaz de gerar riqueza, empregos e renda.

E o que tudo isso tem em comum com o seu tipo de negócio? Como a Economia Criativa pode servir de instrumento para gerar melhores resultados em sua equipe e na sua empresa? Vamos pegar um exemplo de alguns anos atrás, quando a plataforma UBER foi lançada. A empresa simplesmente reinventou um mercado que estava em uma enorme zona de conforto. Com uma estrutura enxuta, a Uber já possui valor de marca maior que gigantes da indústria. Com nenhum carro em sua frota e pouco mais de 8 milhões de funcionários no mundo inteiro, ela vale mais que a GM. A Uber não veio para substituir o táxi, mas obrigou taxistas a reverem suas condutas e atendimento. Muitos taxistas perderam mercado. E com as mudanças que estão ocorrendo no mundo, quem não se adaptar irá perder espaço.

Apresentar um modelo de negócio mais criativo e alinhado com estas novas mudanças da sociedade é uma saída para que a sua empresa obtenha fôlego e ganhe mais clientes. Atualmente o mercado é muito dinâmico e dependendo do seu foco, você poderá moldá-lo dentro de um novo modelo. Hoje já sabemos que os novos modelos de negócio devem priorizar a interação digital, serem práticos, transparentes, seguros, colaborativos e sem burocracia. Com os avanços da tecnologia, é muito fácil aplicar conceitos inovadores à empresa e alinhá-los com a cultura organizacional da mesma. O que não pode é realmente ficar estacionado no tempo, de braços cruzados, sem realizar nenhuma ação que seja favorável e essencial à saúde da empresa. Comece hoje a usufruir da Economia Criativa e salve o seu negócio. Com criatividade, persistência, motivação e empenho, este novo modelo poderá contornar a tão temida crise e elevar os bons resultados.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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Chatbots e a Revolução Digital

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Imagine um futuro não tão distante, em que robôs estarão ocupando várias vagas de empregos e realizando diversas funções em conjunto com os seres humanos. Você deve ter imaginado aqueles filmes de ficção-científica, tais como, Eu Robô (2004) e Blade Runner (1982). A evolução tecnológica já está permitindo robôs conversarem com humanos através de chats (mais conhecidos como bate-papo virtual). É sobre este assunto que estarei comentando neste artigo.

Antigamente o hábito de falar ao telefone poderia parecer que nunca iria se extinguir, claro, precisamos conversar com pessoas que estão distantes. Hoje ao ver a grande parte da população utilizando seus smartphones para digitar, ao invés de falar, é realmente incompreensível para algumas outras pessoas. Este é o novo hábito mundial. E o que podemos tirar de lição disso tudo? As pessoas gostam de ‘teclar’ (digitar frases, palavras em um teclado virtual). As pessoas sentem prazer em inserir ‘emoticons’ em suas conversas. As emoções agora são, em boa parte, virtuais. Os sentimentos invadiram esses equipamentos eletrônicos avançados. E qual seria o próximo passo nesta equação?

A integração de robôs em chats, entre outros mecanismos de conversação on-line já estão sendo bastante utilizados. Os Chatbots prometem ser uma revolução (mais uma), em meio a comunicação das pessoas no dia a dia. Você provavelmente já deve ter conversado com um robô, ou ‘assistente virtual’ navegando na Internet. Notou alguma diferença? O Atendimento foi satisfatório? Se tivesse sido um ser humano, ao invés do robô, teria sido melhor? Certos questionamentos fazem nos refletir o quanto, ainda mais nos dias de hoje, o bom atendimento pode trazer. Se os robôs darão resultados melhores que os humanos? Essa é uma pergunta muito crua ainda para ser respondida. Só não podemos olhar com negativismo. Pois a maioria das invenções que o ser humano criou com o intuito de servir-lhe socialmente e trazer benefícios, deram certo. É preciso entender as gerações e a revolução que já está ocorrendo.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

WhatsApp como Ferramenta de Marketing

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A ascensão do WhatsApp não é novidade para mais ninguém nos dias de hoje. 97% dos brasileiros usam este aplicativo como principal meio de comunicação. Quando o WhatsApp chegou no Brasil, no ano de 2009, a proposta “grátis” chamou bastante a atenção e foi um grande atrativo para as pessoas já habituadas com a tecnologia avançada dos celulares e smartphones. Não demorou muito para se tornar o app com maior número de downloads no país. Realmente virou uma ferramenta indispensável para qualquer setor ou área de mercado.

O WhatsApp inicialmente foi lançado com uma única função: mensagens – e ainda é o principal recurso. Foram integradas outras possibilidades, tais como o envio de mensagens de áudio, a chamada por voz e, mais recente a chamada por vídeo.  O grande “barato” do app também são os emojis (figuras emotivas) que a maioria dos usuários utilizam nas mensagens para expressar seus sentimentos, emoções, desejos e aspirações. Sabemos que a grande maioria das pessoas utilizam o WhatsApp mais para falar com amigos e família, se tornando algo bem íntimo por se tratar de um meio de comunicação direto. E como podemos usar o WhatsApp como ferramenta de Marketing para aumentar o retorno com vendas, a visibilidade da empresa ou negócio local e manter um relacionamento mais próximo dos clientes e consumidores? Parece uma resposta simples mais não é.

As aplicações do app se tornaram infinitas, hoje é possível enviar de uma só vez (a partir de uma lista de transmissão) uma única mensagem para todos os seus contatos. E o melhor, o app tem um recurso que mostra se o seu contato viu ou não a mensagem. A assertividade pode parecer mais avançada que a ferramenta de E-mail Marketing, mais alguns cuidados são necessários. Evite enviar grande quantidade de mensagens de uma só vez. Uma boa propaganda ou anúncio deve ser pensado de uma forma inteligente e divulgado de maneira consciente. Uma simples mensagem de voz pode fazer a diferença para quem estiver ouvindo e por isso, é preciso sempre se atentar à clareza, objetividade do conteúdo e qualidade da informação. Utilizar o WhatsApp como ferramenta de Marketing é, e deve ser feito com bom senso, seja para se auto promover ou promover sua empresa, saiba que só surtirá efeito desejado se os contatos que receberem a sua mensagem conheçam você e a sua empresa. Ou pelo menos tenham ouvido falar. Uma coisa é certa, este app veio para revolucionar a comunicação e já está fazendo. Uma tendência promissora que dificilmente saíra de moda.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Consumação Digital

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Em uma sociedade imersa em tecnologia, não é difícil de enxergar o quão necessitado todos nós estamos na busca incessante por mais e mais conteúdo digital.  Todos os dias, já virou uma estigma, abrirmos o nosso Google Play Banca, as Redes Sociais, os Aplicativos mensageiros para consumir algo. E olha que já temos exemplos de pessoas que deixam o café da manhã de lado e partem para a escola, trabalho, reunião, etc de estômago vazio (sic). O que impressiona também é a quantidade de conteúdo que temos a disposição para consumir. São tantas notícias, artigos, fotos, vídeos, áudios que de primeiro momento traz uma euforia, mais muito instantânea e logo vem aquela apatia. O que estamos vivenciando nos dias de hoje é isso, em um termo simples e direto, a “consumação digital”.

Mas o que é Consumação? De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa, s.f.[Popular] É o que se paga pelo consumo num café, num restaurante, num bar, numa casa de espetáculos etc.: a consumação mínima foi de 25 reais. Então, é certo afirmar que pagamos por informação, seja ela qual for. E as vezes, convenhamos que o preço não vale muito a pena, certo? Você já percebeu que a grande maioria das notícias são relacionadas a tragédias, violência e por aí vai. Notícias sobre política também tem um grande peso. Uma outra parcela se destina a futebol e fofocas de celebridades (o que no país do tamborim é um prato cheio). Uma parte mínima fica relacionada à notícias realmente interessantes e relevantes para as pessoas no geral. Foi assim na época de ouro do rádio, depois na época da televisão e agora nas plataformas digitais.

E o que podemos fazer para desvencilhar desse conteúdo que não evolui e não agrega valor? Fazer a sua notícia! Criar o seu conteúdo! Nós também temos este poder (rs). Com o advento da Internet e das plataformas digitais, chegou a vez da sociedade. É fato afirmar que hoje temos voz ativa. E já está acontecendo uma revolução em termos digitalmente falando. O indivíduo é dono de sua própria consciência e por que não controlar também a sua consumação digital? Reflita nisso, comece aos poucos e você verá como é bom criar o próprio conteúdo de uma forma inteligente e compartilhar com pessoas ao redor do mundo. Isso muda o indivíduo. Traz autonomia, segurança e aumenta a auto estima. Pode acreditar!

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

Um novo jeito de se comunicar

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O ano de 2016 está chegando ao fim. E para a maioria dos brasileiros foi um ano muito difícil. Agora é hora de mensurar os resultados positivos (e também os negativos); colocar na balança e projetar o que poderá ser feito para o novo ano que está para chegar. Sem nenhuma segurança por parte do governo e de nossos representantes, o Brasil vive um drama misturado com um gosto amargo e triste de desilusão e frustrações. Seja no esporte, na música, na cultura, nas artes e no mundo dos negócios, as pessoas estão mais atentas ao que pode gerar uma nova esperança e um novo sentimento de renovação para continuar a batalhar no dia a dia, buscando um lugar ao sol. E hoje o preço para isso está acima do que costumava ser alguns anos atrás. É preciso ter uma visão diferente e essa visão deve ser focada em um novo jeito de se comunicar.

Estudos mostram que as tendências para 2017 serão centradas em três temas (que alias já estão sendo discutidos por grandes empresas, tais como Google, Apple, Facebook, Twitter, Amazon, etc). São elas: Realidade Aumentada, Chatbots e Influenciadores. Sobre a Realidade Aumentada, já comentamos aqui em um outro artigo, o lado bom e o lado ruim desta tecnologia que promete no ano vindouro estar ainda mais presente na vida das pessoas. Os Chatbots por um outro lado vem com uma proposta interessante, como a “revolução da distribuição de conteúdo”, onde teremos robôs se comunicando com os consumidores. Pode parecer algo estranho em um primeiro momento, mais já está acontecendo. Sobre a questão dos influenciadores, não é preciso nem se prolongar neste assunto. É só abrir a página do Youtube para se deparar com milhares de vídeos de pessoas comuns influenciando usuários a comprarem algum produto, seguirem alguma tendência ou contratarem determinado serviço. No Brasil temos exemplos inclusive de “youtubers” que estão projetando seu estilo e suas idéias, não só nas redes sociais, mais em outras mídias, tais como TV, rádio, cinema, etc. Isso mostra a grande relevância e o peso que estes ‘astros da nova era’ têm como influenciadores.

Para concluir, não podemos esquecer que o mundo está mudando, as relações pessoais e profissionais estão mudando e é preciso estar atento ao novo jeito de se comunicar. Sem dúvida fará grande diferença em sua vida e se você não se adequar aos novos métodos tecnológicos, poderá se sentir obsoleto e ultrapassado. Vivemos em uma era digital, e por mais difícil que seja para aceitar essa condição, é preciso entendê-la. A  dura verdade é que, os seres humanos estão condicionados a evoluir da forma como o mercado dita as regras.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

O momento certo de se reinventar

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Parece que essa é a palavra da moda, não parece? Reinventar-se nunca foi tão amplamente discutido como nos dias de hoje. Mais será que este é o momento certo? Será mesmo que certas pessoas estão preparadas para trilhar um novo caminho? Todos nós temos sonhos e objetivos. A iniciativa é a chave para traçar um novo plano de vida, uma nova perspectiva, um recomeço. Todo ser humano é capaz de alcançar o que tanto almeja. Reinventar-se tem tudo a ver com atitude, correr riscos, ser audacioso(a), aprender a ser melhor consigo mesmo e com os outros. A palavra reinventar significa (re+inventar) tornar a inventar. Ou seja, eu acredito sim que este seja o momento certo e necessário para isso.

Estamos presenciando mudanças profundas em nosso país, que irão ocasionar muitas situações nunca antes vividas. O desemprego já atingiu o recorde e deve continuar subindo. O Brasil possui hoje 12 milhões de desempregados. Eu fico imaginando o que todas estas pessoas devem estar passando. Muitas delas frustradas e desanimadas, sem perspectiva nenhuma de uma recolocação profissional. Muitas delas sem esperança, com família para sustentar, dívidas para pagar, entre outros problemas. Nesse ponto digo com total firmeza, é preciso buscar um novo ideal, é preciso ser forte e lutar por dias melhores. E a informação está aí, para todos tirarem proveito, junto com o conhecimento e que vão revolucionar toda a sociedade. E já está acontecendo. Se reinventar hoje se faz necessário, ou até mesmo uma obrigação para cada indivíduo que quer sair da tão temida zona de conforto.

É preciso acompanhar as mudanças que estão ocorrendo. Tais mudanças estão gerando uma realidade totalmente diferente do que imaginávamos. E quem não estiver disposto a mudar, sem dúvida nenhuma irá sofrer com as conseqüências. O final de ano está se aproximando e já virou um clichê por parte de muitas pessoas falarem que “no ano que vem” vão começar a se adaptar as mudanças e começar novos projetos. Que não seja somente palavras ao vento. Espero que você possa se reinventar e iniciar um 2017 com foco, força, fé e muito otimismo, tanto na vida pessoal, quanto na profissional. Boa sorte a todos!

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A importância do SEO para sua empresa

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Você já ouviu falar na sigla “SEO” (Search Engine Optimization)? A tradução para português seria algo como Otimização para Ferramentas de Busca. É um importante recurso utilizado por diversas empresas no Brasil e no mundo, que tem por finalidade posicionar o Site nas primeiras colocações das ferramentas de busca, mais com uma grande diferença, sem a necessidade de pagar um link patrocinado para isso.

Ao navegar na Internet e realizar buscas no Google, Bing, Yahoo!, você já deve ter notado que alguns resultados aparecem com uma palavra, geralmente destacada em um retângulo amarelo ou verde, com os dizeres: anúncio. Esse anúncio é um link patrocinado que a empresa paga ao Google para aparecer nas primeiras posições da busca. O nome desta ferramenta é Adwords e, totalmente diferente do SEO, o Adwords trará retorno se você pagar por ele, o que é um custo nada pequeno. Então, retomando o raciocínio anterior, o SEO não exige um investimento adicional, faz parte de um processo automatizado. Esta técnica e/ou recurso deve ser desenvolvido por um profissional que realmente entende de estratégias digitais, marketing, comunicação e tecnologias. Pois além de traçar um planejamento das palavras-chaves, vai configurar o Site da sua empresa de acordo com que o público-alvo procura na Internet. E se o seu público gosta do seu Site, as principais ferramentas de busca também irão gostar.

Independente de sua visão particular de negócio, e isso eu digo pois converso com muitos empresários e donos de negócios locais, a ideia de investir em SEO nunca deve ser deixada de lado. Aqui falei um pouco deste mecanismo que está ajudando muitas organizações ao redor do globo e pode ajudar a sua empresa também, ainda mais em um momento econômico desfavorável e crítico, que é o que estamos presenciando.  Um conselho para concluirmos do criador do Facebook: “É melhor tentar algo, vê-lo não funcionar e aprender com isso, do que não fazer nada.”

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

“Independência ou Morte” das empresas

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O feriado de 7 de setembro é uma data que nos faz refletir: “Independência ou Morte”, foi a expressão (e depois constituído Grito do Ipiranga) que D. Pedro I pronunciou ao romper os laços com a política de Portugal. E ao imaginarmos as tentativas anteriores, pensamos no que ocorreu com as pessoas que lutaram por este ideal. Infelizmente, a grande maioria pagou um preço alto por isso; a própria vida. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Mais o que tudo isso tem a ver com os dias de hoje? Por que esta data continua sendo tão importante? A sua opinião eu não sei, mais o que eu vejo é a lição que podemos extrair deste fato histórico.

Tempos difíceis vem e vão, inclusive no Brasil, onde cada vez mais estamos sendo submetidos à política e questões governamentais. A incompetência de nossos líderes chegou a tal ponto que a expressão mais nova a ser utilizada é: “A Independência ou Morte… das empresas”. Pois com a crise vivenciada por todos os brasileiros que tomou força neste ano, os dois termos chegam a servir de pano de fundo para cada empresa e/ou negócio local que tenta a todo custo sobreviver à grave recessão. Falta de emprego, falta de oportunidade, recursos escassos, fomento perto do zero, baixos investimentos em tecnologia, ciência e qualidade de vida, fazem com que empresários não corram riscos. Muitos deles influenciados por consultores financeiros, não conseguem enxergar a luz no fim do túnel, ou melhor dizendo, a independência.

Independência tem tudo a ver com liberdade, arriscar-se em busca de um novo ideal, uma mudança propriamente dita. O caminho pode não ser fácil. Pois somente os que acreditam em uma mudança favorável, são os que estarão dispostos a enfrentar o que for preciso em busca do seu ideal. É o exemplo que deixa D. Pedro I, quando recorreu a um empréstimo  da Inglaterra de 2 milhões de libras esterlinas que Portugal exigia para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Investiu no Brasil e colheu os frutos do reconhecimento pela atitude, garra, coragem, pensamento positivo e etc. Esse é o legado que ele deixa para todos nós, brasileiros e brasileiras. D. Pedro foi aclamado imperador e coroado em 1° de dezembro em 1988.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

A realidade aumentada e o futuro

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O que acontece quando integrações virtuais se fundem com visualizações do mundo real? Você, provavelmente já tem a resposta na ponta da língua. É a mais nova tecnologia que vem dando o seu ar da graça em grande parte do nosso dia a dia. Seja em aplicativos de celular, redes sociais, drones, óculos de realidade virtual, câmeras de última geração, etc, a verdade é que já está acontecendo uma revolução de inúmeras proporções e que mudará o mundo que vivemos completamente. Ao analisar a fundo é possível perceber que já virou um caminho sem volta. Pessoas do mundo inteiro já estão imersas nesta nova “realidade aumentada”. Não precisamos nem atravessar a rua de nossas casas para notarmos como a interação das pessoas com aparelhos de celular e/ou smartphones se tornou indispensável. E o pior, a interação que está acontecendo nos dias atuais, vai muito além do que ocorria à 5 ou 10 anos atrás, quando não nos importávamos tanto com estes ‘gadgets’. Agora estamos sendo levados para uma nova comunicação digital e interativa, que une a inteligência artificial com o nosso plano físico real. Mais o que podemos esperar de tudo isso no futuro?

Imagine ser bombardeado por informações, propagandas, chamadas, pop-ups, mensagens, notificações, promoções, convites, ofertas e uma infinidade de ações de marcas e pessoas à cada minuto do seu dia. Olhar os prédios, as ruas, avenidas, os comércios e ver telas e mais telas digitais com imagens, áudios e vídeos sendo transmitidos interruptamente. Ao ir no shopping ou supermercado, você não conseguirá ao menos olhar para as pessoas ao seu redor, pois serão tantas as informações sendo mostradas à você em seu “óculos futurista” que não conseguirá se concentrar em tarefas básicas, como verificar os preços dos produtos nas gôndolas. Assustador? Interessante? Bizarro? Bom, essa é uma das muitas opiniões que já estão sendo discutidas por visionários, mais não é de se espantar. Do jeito que as coisas estão acontecendo, a realidade aumentada funcionará como “válvula de escape” para a maioria da população mundial. E cada vez mais as pessoas irão “viajar” sem sair do lugar. O que podemos aprender com a realidade aumentada? Ela realmente será útil em nosso dia a dia? Ou será utilizada para uma mera distração? Por enquanto é o que está acontecendo, com pessoas em todo mundo, “brincando” de caçar monstrinhos virtuais.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

 

O Marketing dos Jogos Olímpicos

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“Prepare-se. Você vai vibrar e se emocionar com a disputa de 42 esportes Olímpicos. Em 19 dias de competição, 306 provas valerão medalhas: 136 femininas, 161 masculinas e nove mistas.de 42 esportes…”. É o que diz o texto disponível na página www.rio2016.com e que apresenta os esportes olímpicos que serão disputados daqui a um mês em nosso país. Mas, as perguntas que eu faço, após ler este texto, são: Você está preparado? O nosso país está realmente estruturado para receber um evento desta magnitude?

Estamos no início de julho e muitas obras para os Jogos Olímpicos enfrentam dificuldades e ainda não foram concluídas. A Olimpíada começa no dia 5 de agosto. Se nós, como meros telespectadores do evento, não estamos com boas perspectivas, imaginem os atletas. Com a crise que se alastra no Brasil, atletas não conseguem contar nem com patrocínios e apoiadores. Realmente este não está sendo um ano favorável para nós, brasileiros. O que sobra, é o que todos estamos cansados de ver. O Marketing “feroz” nas mídias televisivas e Internet para os Jogos Olímpicos. E por que mesmo com situações difíceis (crise política e econômica) nosso país parece ter ‘cacife’ para bancar as Olimpíadas? Patrocínios de grandes marcas. Esse é o verdadeiro motivo. Grandes marcas precisam se auto promover e fazem de tudo para viabilizar eventos magníficos como a Olimpíada, mesmo em países de terceiro mundo, como o Brasil.

Sou a favor dos esportes e sei o quanto essa prática ajuda no bem estar de toda a sociedade, pois também pratico esportes. Mas o Marketing “feroz” não pode ultrapassar os sentimentos e as emoções da prática esportiva como uma ferramenta de motivação e empenho na vida dos atletas. Assistiremos este evento como telespectadores que torcem por medalhas de ouro, com a ilusão de que isso se refletirá de forma positiva e blá, blá, blá. Após a Olimpíada, o que sobrará serão dívidas de obras e elefantes brancos para contarem histórias (tal como foi a Copa em 2014). Infelizmente o momento para virar o jogo e fazer o Brasil voltar a ser uma potência, se perdeu na corrupção, injustiça e “bandidagem”. O que a grande maioria dos brasileiros vão querer, daqui a um mês, é ver as medalhas de ouro, os sorrisos dos atletas brasileiros e a bandeira do Brasil sendo mostrada nas televisões de todos os canais do mundo. Apenas isso já será considerada uma vitória, mesmo que momentânea e passageira.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)