A importância de promover a liberdade ao seu colaborador e aumentar a sua produtividade

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Existe um velho ditado que diz assim: “Funcionário feliz produz mais”. Não sei quem foi o autor, nem quando foi criado, mas é a pura verdade. Nós sabemos muito bem a importância de manter o colaborador ou colaboradora motivado(a) e produzindo cada vez mais em prol do bem estar da empresa. O problema é que a maioria das empresas vive aquela velha cultura onde quem tem que se dedicar integralmente à organização é o funcionário e não o inverso. Salvo algumas mais inovadoras, tais como o Google e o Facebook, que acreditam na dedicação aos seus colaboradores e promovem espaços de lazer, relaxamento e passatempos interessantes para que eles se sintam em casa, mesmo no horário de trabalho, proporcionando uma melhor qualidade de vida, o bom convívio e, em muitos dos casos, tirando aquele peso das costas, e até mesmo toda a pressão envolvida nos cargos que ocupam.

De fato, isso ninguém pode discordar, o grande pavor das empresas é dar liberdade aos seus funcionários. Pelo menos aqui no Brasil. Muitas delas querem que seus colaboradores trabalhem focados em suas atividades, sem parar até mesmo para ir ao banheiro ou beber água. É ou não é verdade? Eu sei que é assim. Eu já passei por isso também. No tempo que eu era um colaborador, eu vestia a camisa da empresa e trabalhava muito. Eram oito horas ininterruptas. Oito horas que às vezes pareciam não ter fim. Mas quando acabava o expediente, eu era sempre tomado por um sentimento de liberdade que não dá para descrever. É nesse ponto que eu quero chegar. Promover liberdade para o funcionário não apenas no término do expediente, e sim durante. Não é deixa-lo(a) fazer tudo o que quer e muito menos realizar atividades que não tenham nada a ver com o trabalho em si. Lógico que, para cada função, é preciso estabelecer regras, afim de que o colaborador saiba o limite dessa ‘liberdade’. Não acredito que somente o tempo livre seja benéfico. Ele ou ela precisa aproveitar isso da melhor forma.

Vamos pensar em uma situação comum, como exemplo: O funcionário tem duas horas de almoço. Na primeira hora ele faz a sua refeição. Na segunda hora ele descansa, assiste a um filme, lê um livro, acessa seu e-mail e suas redes sociais. Bacana. Esse funcionário vai voltar para o trabalho depois dessas duas horas mais motivado do que se compararmos ao funcionário que tem apenas uma hora de almoço. Uma hora passa muito rápido. Mal conseguem fazer sua refeição. Como conseguirão acessar seus e-mails, redes sociais, terem tempo para o lazer e relaxamento? Por conta disso, o funcionário já volta diferente depois do almoço, com preguiça e a produtividade cai muito. Depois da refeição, a mente ainda está no processo de digestão. Por isso defendo a liberdade no sentindo de beneficiar não só o colaborador, mas a empresa que ele ou ela atua. Se pararmos para pensar é super vantajoso para os dois lados. Uma forma de incentivo que faz muita diferença.

Se você tem notado a falta de produtividade de alguns de seus funcionários, ou até mesmo se você for líder de equipe, considere sim fornecer um momento de liberdade para o colaborador. Seja uma hora de lazer, uma hora adicional de almoço, uma hora para estudar, para pesquisar algo relacionado com o trabalho ou função que ele exerce, etc. Pode apostar, a produtividade dele vai aumentar e a empresa só tem a ganhar com isso.

 

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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