“Independência ou Morte” das empresas

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O feriado de 7 de setembro é uma data que nos faz refletir: “Independência ou Morte”, foi a expressão (e depois constituído Grito do Ipiranga) que D. Pedro I pronunciou ao romper os laços com a política de Portugal. E ao imaginarmos as tentativas anteriores, pensamos no que ocorreu com as pessoas que lutaram por este ideal. Infelizmente, a grande maioria pagou um preço alto por isso; a própria vida. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Mais o que tudo isso tem a ver com os dias de hoje? Por que esta data continua sendo tão importante? A sua opinião eu não sei, mais o que eu vejo é a lição que podemos extrair deste fato histórico.

Tempos difíceis vem e vão, inclusive no Brasil, onde cada vez mais estamos sendo submetidos à política e questões governamentais. A incompetência de nossos líderes chegou a tal ponto que a expressão mais nova a ser utilizada é: “A Independência ou Morte… das empresas”. Pois com a crise vivenciada por todos os brasileiros que tomou força neste ano, os dois termos chegam a servir de pano de fundo para cada empresa e/ou negócio local que tenta a todo custo sobreviver à grave recessão. Falta de emprego, falta de oportunidade, recursos escassos, fomento perto do zero, baixos investimentos em tecnologia, ciência e qualidade de vida, fazem com que empresários não corram riscos. Muitos deles influenciados por consultores financeiros, não conseguem enxergar a luz no fim do túnel, ou melhor dizendo, a independência.

Independência tem tudo a ver com liberdade, arriscar-se em busca de um novo ideal, uma mudança propriamente dita. O caminho pode não ser fácil. Pois somente os que acreditam em uma mudança favorável, são os que estarão dispostos a enfrentar o que for preciso em busca do seu ideal. É o exemplo que deixa D. Pedro I, quando recorreu a um empréstimo  da Inglaterra de 2 milhões de libras esterlinas que Portugal exigia para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Investiu no Brasil e colheu os frutos do reconhecimento pela atitude, garra, coragem, pensamento positivo e etc. Esse é o legado que ele deixa para todos nós, brasileiros e brasileiras. D. Pedro foi aclamado imperador e coroado em 1° de dezembro em 1988.

Texto escrito por: Felipe Oliveira (Consultor de Comunicação e Marketing – Oliveiras Consultoria & Marketing)

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